Estrutura madeira. Sistemas Estruturais.2. diurno
abril 17, 2010 by andre eichemberg
Filed under 3D, ESTRUTURA, ÁREA DE ENGENHARIA, ÁREA DE REPRESENTAÇÃO
Trabalhos realizados pelos alunos do 5o.período diurno – 2010 – do curso de arquitetura e urbanismo – unifev. Vídeos de apresentaçao de estruturas de madeira, cujo tema era restaurante, da disciplina de Sistemas Estruturais II, diurno, orientados pela profa.Dra. Mara Regina Pagliuso.
VICTOR LOCATELLI GARCIA e JOSÉ EDUARDO ALCALÁ
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Natanael Guimarães, Stephanie Birene e Karina Bertolassi
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Michel Henrique Leal e Waldemar Ribeiro do Valle Filho.
Fernanda Catelani e Fernanda Rizzatto
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“final wooden house”- canção para dia de música
março 29, 2010 by joseluiz
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, PROJETO
Sou Fujimoto Read more
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Residência do City Boaçava.
março 27, 2010 by Elaine Siveti
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Residência do City Boaçava.
A residência localizada no bairro City Boaçava em São Paulo, projeto do escritório MMBB Arquitetos, os arquitetos portanto tinham que solucionar a demanda de grandes espaços em terreno relativamento compacto, onde levariam em conta a topografia e as restrições locais.
A residência apresenta duas grandes empenas, de ordem de 15 metros de comprimento de 4 à 6,5 de altura, onde sinaliza o máximo de ocupação do lote.
Também apresenta balanços de cerca de 6 metros na direção das fachadas, posicionados centralmente nas empenas, com distância de 5 metros entre si, apresenta também 4 pilares redondos, dois em cada empena, contudo forma se um volume conciso de concreto, que parece flutuar sobre o térreo livre, pois os grandes fechamentos não chegam ao solo do terreno em aclive. Na casa do City Boaçava então há uma sutil variação de partido: a geratriz do projeto são as empenas e não o volume que elas conformam.
Esses elementos estruturais criam interessante tensão na percepção de como se sustenta a edificação. Essa qualidade é otimizada pelo fato de o par de pilares frontal estar isolado do convívio social da casa, no piso inferior da garagem, com isso, parece então que todo o volume construído se apóia apenas em dois pontos estruturais.
O propósito do projeto era justamente isolar a residência em seu entorno imediato, os arquitetos conseguem isso quando construído grandes abas laterais onde ela conformam sob a laje de piso do pavimento superior, pois elas acabam minimizando a percepção da existência de edificações vizinha, também entra em cena o pátio central e descoberto, que setoriza os espaços frontal e posterior da moradia, concluindo trata se de uma super abertura entorno do qual estão organizados, no pavimento superior, os setores íntimos transversais e uma grande sala longitudinal.
É interessante notar na casa do City Boaçava, que o posicionamento desalinhado das escadas dão acesso ao piso superior e á cobertura, onde apresenta um espelho d`água contínuo e um grande deque de madeira.

As escadas ocupam visualmente o espaço do pátio aberto, dando acesso assim para o subsolo, o pavimento superior e a cobertura.

Cobertura com vista para os detalhes do deque e do espelo d`água , onde salienta visualmente o pátio central e os corrimãos.
Plantas e Cortes.
Ficha técnica
Residência Unifamiliar
Local – Cidade São Paulo, SP
Início do projeto – 2004
Conclusão da obra – 2008
Área do terreno – 480 m2
Área construída – 300 m2
Arquitetura MMBB Arquitetos – Fernando de Mello Franco, Marta Moreira e Milton Braga (autores); Ana Carina Costa, Marcelo Maia Rosa, Márcia Terazaki, Marina Acayaba, Marina Sabino e Thiago Rolemberg (colaboradores)
Estrutura – Companhia de Projetos
Instalações elétricas e hidráulicas – MBM
Construção – Bremenkamp
Fotos – Nelson Kon
Sites de Pesquisas- www.mmbb.com.br
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casa aqua
Arquitetos:ULAB-laboratório Urbano; Rodrigo Mindlin Loeb
local:FEICON de São Paulo-2009
Programa: Habitação sustentável e Ecológica.
Projeto de Setembro de 2008
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Serpentine Gallery Pavilion 2009 de Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa
março 27, 2010 by RONALDO HERRAN
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, INTERNACIONAL, trabalhos de alunos
Bom, não sei se essa é a melhor forma de se iniciar minha apresentação, porém como sou eu que estou escrevendo, vai ser assim mesmo.
Primeiramente gostaria de pedir que você que está lendo pare de ler por um instante, somente observe as imagens abaixo,( e/ou se possível assistam o vídeo) não desça até o final da página antes de analisar atentamente as imagens. Read more
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KAIT- KANAGAWA INSTITUTO DE TECNOLOGIA. Junya Ishigami
março 27, 2010 by tiago tobita
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, INTERNACIONAL

Obra: Kait- Instituto Tecnologia de kanagawa
Local: kanagawa/ Tokio- Japão
Arquiteto: Junya Ishigami
Este é o primeiro projeto de Junya Ishigami ao ar livre, um projeto que tem com a sua principal característica a utilizaçao da planta livre, proporcionando um maior integração do ambiente ,construído por 305 delgadas colunas de aço brancas e com fechamento de vidro.
As colunas em si são de formatos diferentes distribuídas por todo o espaço, que é formado por um quadrado de 47 mx46 m, elevada levemente sobre o solo. Entre as colunas o arquiteto animou os espaço com móveis e plantas criando, assim, vários ambientes .
Junya é um arquiteto que sempre surpreende em suas obras que realiza, como o projeto – que parece levitar - Table, de 3mm de espessura.

Comentário do arquiteto sobre sua obra: KAIT- Instituto de Tecnologia de Kanagawa
“Eu queria fazer um espaço com fronteiras muito ambígua, que tem uma flutuação entre os espaços locais e no espaço global, ao invés de um espaço universal como a do Mies, diz Ishigami. “This allows a new flexibility to emerge, revealing reality rather than shaping it.” “Isso permite uma flexibilidade de novo a surgir, revelando a realidade ao invés de modelar.”

O espaço é usado por alunos de uma série de disciplinas de engenharia e design.

fonte de pesquisa. fotografias. http://archide.wordpress.com/2009/02/06/junya-ishigami%E2%80%99s-university-project-space-tokyo/
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Crescent House, Shizuoka, 2008 – Shigeru Ban
março 27, 2010 by Wellington Gasques
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, INTERNACIONAL, MODERNO
Essa casa é banhada com um ar de nostalgia, sua forma remete a elevação frontal para o Monte Fuji, tornando a vista um dos cenários mais fortes e finos que poderia existir.
Alem de toda uma fachada envidraçada, a casa tem divisões totalmente “livres” com disposições independentes, pois não exercem função estrutural na casa.
A mobília compõe uma particularidade, tendo como função a formação de ambiente, apesar de quase não ser encontrada na casa, causando um impacto grande dentro dos espaços, e abrangendo os requisitos mínimos dessa moradia. Tendo como curiosidade mobiliaria essa casa tem uma lareira, onde essa por vez vem a sustenta a “cobertura”, evitando o seu dobramento.
A plasticidade realmente impressiona, tendo como objetivo permitir que as pessoas olhem somente para o norte, a idéia de que ter um plano em forma de lua crescente vem a se fechar para o leste, oeste e sul, correspondente ao local e a forma que se parece com um “C”, um caráter que naturalmente sugere a mente quase que de imediato.
Como opinião particular tenho ainda a visão de que a suspensão da casa implica como fator primordial no desfecho “integração com o entorno”, no contexto de que, o terreno transpasse por todo sua base, vejo como um ponto negativo a elevação do terreno localizado apos a fachada posterior que acaba por deixar se dispersar esse conceito de integração. Obvio que algo tão pequeno não colocaria em xeque a imposição dessa “obra sentimetal” ao olhar contemplante do Monte Fuji.
imagens:http://www.shigerubanarchitects.com/
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Residência R. L. (São Sebastião – SP) – Andrade Morenttin Arquitetos
março 16, 2010 by priscilla prado
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Projeto realizado em plena mata atlântica no litoral paulista o pequeno pavilhão de férias foi desenhado por Vinícius Andrade, Marcelo Morettin e Lua Nitsche.
A idéia dos arquitetos foi pensa a casa como a sua característica principal, ou seja, o abrigo para o homem em meio à natureza. A escolha exata do ponto de implantação foi feita in loco: uma pequena clareira suportou as medidas da construção sem a necessidade de derrubar árvores ou arbustos.
A residência é toda aberta para a mata.
O pavilhão está implantado de forma ortogonal em relação às divisas do lote, densamente coberto com árvores nativas e com topografia quase plana.
Ele contém 4,8 x 12 x 2,5 metros (57,60 m²), suspenso 70 cm do solo para livrar-se da umidade da região, está sobre seis pilares de concreto, de seção quadrada
Um de seus aspectos interessantes é o contraste entre a estrutura de madeira, com as marcas do tempo, e o uso de elementos industrializados, como os painéis de fechamento e os caixilhos.
O fechamento externo da residência foi solucionado criando um sistema constituído por duas camadas sobrepostas. A primeira pele – a exterior – é feita com painéis de tela de poliestireno com malha de 2,5mm x 2,5mm que impede a entrada de insetos e permite a ventilação permanente dos espaços internos; a segunda pele é constituída por um sistema de fechamento em vidro com janelas basculantes cujos suportes e perfis de fixação são levíssimos, proporcionando uma transparência total e a cobertura consiste em um sanduíche de madeira impermeabilizada (por cima) e do tipo OSB (por baixo).
O desejo foi criar um volume cuja materialidade – dada especialmente pela pele dupla – permitisse diferentes leituras da inserção da casa na natureza, em função das suas características tanto miméticas quanto de reação às variações climáticas. Assim, dependendo da luz incidente e da posição relativa do observador, da casa e da mata, teríamos “a arquitetura se afirmando ora como uma caixa de luz, ora como objeto opaco, ora como volume translúcido, ora como um camaleão engolido pela natureza” dizem os arquitetos
Fontes:
FOTOS: João Nitsche
http://www.andrademorettin.com.br
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Capela, Tatuí, SP
O ponto escolhido para a implantação da capela situa-se em uma área plana, entre duas linhas de grandes pinheiros, que configuram uma moldura verde e determinam a atmosfera de paz e imersão na natureza. Para tirar partido desse contexto, a arquiteta idealizou um conjunto de extrema simplicidade, composto apenas por estrutura e cobertura de madeira e fechamento em vidro.
A estrutura é composta por pilares suspensos, que não tocam o piso nem as vigas, parecendo flutuar no espaço. “Eles estão ligados por conectores metálicos”, diz a arquiteta. O posicionamento dos pilares, paralelos às linhas de pinheiros, demarca caminhos laterais que conduzem ao altar. diz a arquiteta que “havia voltado de uma viagem ao Egito e repetiu no projeto essa característica dos templos antigos”, detalha Beatriz. Toda a estrutura é independente dos caixilhos e não interfere com os amplos panos de vidro, que chegam a ter 3,60 metros de altura na parte mais elevada. Fabricados com cedro, esses caixilhos são pivotantes e abrem-se para fora, liberando espaço para circulação e para que pessoas em pé possam acompanhar os ritos religiosos.
A cobertura também parece flutuar sobre o templo e é caracterizada por amplos beirais, com balanços que chegam a três metros. Ela é constituída por manta impermeabilizante, apoiada sobre chapas e forro de madeira. Nos beirais, as vigas afinam nas extremidades, reforçando a idéia da leveza estrutural para quem visualiza o
templo pelo lado externo.
Erguida com pedra, a parede de fundo tem estrutura independente. Ela é marcada pela cruz de posicionamento assimétrico, na pedra e com fechamento em vidro pelo lado externo. Exceto pelo ponto de luz sobre o altar, todos os demais foram instalados no piso, de modo a valorizar o ritmo dos pilares. Internamente, o piso emprega assoalho de demolição, contrastando com o tijolinho de junta seca. Os móveis também foram desenhados por Beatriz e os bancos em palhinha, que oferecem 24 lugares, foram inspirados em sofás de antigas fazendas.
A capela está posicionada entre duas linhas de pinheiros.
fonte: Nanci Corbioli
ArcoWeb. PROJETODESIGN
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MUBE-Museu Brasileiro de Esculturas

O Museu Brasileiro da Escultura Marilisa Rathsan (Mube) é o resultado da mobilização dos moradores de um dos bairros de São Paulo o Jardins contra a construção de um Shopping Center. Liderados pela criadora, fundadora e presidente da Sociedade Amigos do Museu (SAM), Marilisa Rathsan, após 20 anos a Prefeitura cedeu em comodato à construção do museu, sendo a concretização de um sonho, quase inatingível, de sua presidente, artista plástica, única mulher a construir um museu no Brasil.
A escolha de Paulo Mendes da Rocha foi dada por meio de concurso. Sua visão impregnada de uma necessidade de modernidade condizente de um ideal de Brasil, mas a modernidade sem a perda de uma identidade universal, o domínio tecnológico como processo unificador, a elaboração de estéticas que contenham níveis de racionalidade, dando expressão de beleza às necessidades, o olhar e o pensar o cotidiano e a vida em suas dimensões essenciais.
A representação da ecologia pelo jardim de Burle Marx não seria apenas um jardim do Museu, mas parte integrante da área de exposições ao ar livre idealizado pelo Arquiteto Paulo Mendes da Rocha pelo simples fato do jardim ser o Museu. Para não se tornar uma construção convencional com recuos laterais, frente e fundos e analisando as condições topográficas do terreno, o Arquiteto definiu um Museu semi-subterrâneo aproveitando o desnível e a construção aflora na entrada pela Rua Alemanha. Essa solução auxilia a acústica e térmica da área enterrada. A solução para a proteção da área externa foi uma grande e perfeita horizontal, perpendicular a avenida Europa. A altura tem referências á escala das esculturas e escala humana de 2,30m.
Sala Burle Marx Auditório
O Museu tem em suas instalações Sala de exposições, aulas de arte e Auditório. Recebe exposições itinerantes nacionais e internacionais com área de aproximadamente 1.400 m2.
Os Ateliês Oficinas com 600 alunos contam com cursos e workshops mestrados por ótimos profissionais artistas plástico, críticos e historiadores de arte. O auditório tem capacidade para 200 lugares sempre realizando mostras, filmes, slides, dança, debates, congressos e etc. Sempre trazendo cultura em diferentes mídias.
PLANTA ESTRUTURAL
FOTOS DO PROJETO:
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Álvaro Siza. Fundação Iberê Camargo
fevereiro 26, 2010 by Gabriela Grassato
Filed under ESTRUTURA, NACIONAL, PROJETO
Maio/2008 – Porto Alegre – RS.
Área: 8.250m².
Arquiteto: Álvaro Siza ( português formado pela escola de Arquitetura da Universidade do Porto, Siza procura trabalhar em seus projetos a complexidade formal e especialmente a simplicidade do desenho, dando ênfase nos planos horizontais, na clareza das formas e no requinte dos espaços).
Premiações: Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2002; Prêmio de tecnologia e construtividade.
Construtora: Camargo Corrêa em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Fotos: Elias Herrmann; Elvira T. Fortuna; Mathias Cramer; Fábio Del Re. Read more
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E de repente, surge a luz…
fevereiro 26, 2010 by Rafaela Perinelli
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Obra: Church of the Light (Igreja da Luz)
Local: Osaka, Japão
Ano: 1987-89
Área: 113 m²
Imagens: Fontes diversas
Por: Rafaela Perinelli
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Nossas Raízes! Paulo Mendes da Rocha
janeiro 13, 2010 by marilia vilela
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, HISTÓRIA

laje protendida solta das paredes de pedra
Capela de Nossa Senhora da Conceição
Local Recife, PE
Início do projeto 2004
Conclusão da obra 2006
Área de intervenção 1.300 m2
Área construída 300 m2
Arquitetura Paulo Mendes da Rocha e Eduardo Colonelli (autores); Eduardo Pereira Gurian, Rafael
Baravelli e Laura Guedes (colaboradores)
Fotos Leonardo Finotti.

alpendre

horizontal x vertical
Com as ruínas de um casarão, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha e Eduardo Colonelli, fizeram uma restauração e pequena intervenção, transformando-as em uma capela. Essa interferência foi feita ao colocarem uma grande laje protendida, apoiada apenas por dois pilares (cada um no centro de suas extremidades). Esses pilares se transformam em apoio para a laje, não a deixando tocá-la nas paredes remanescentes, conseguindo também setorizar o interior da edificação. E o conjunto, como um todo, recupera a idéia de abrigo.
Já a restauração acontece na parte externa das ruínas de pedra, onde eram envoltas por blocos cerâmicos. Com eles a implantação torna-se mais imponente meio a generosa área verde. Essas paredes de cerâmica são recuadas cerca de 80 cm das de pedra, com frestas retangulares repetindo em todo o perímetro do edifício formando desse modo varandas no seu exterior, contribuindo mais uma vez para tal ênfase na paisagem.
Assim podemos ver que é possível conservar raízes da nossa história.




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Técnica Construtiva . EPS
dezembro 20, 2009 by Vinicius Buzatto
Filed under ESTRUTURA, SUSTENTAVEL
Chega na nossa região uma inovação na construção…

No lugar de paredes de concreto, placas de EPS (isopor) são revestidas com uma grossa camada de argamassa e reforçadas com dupla tela de ferro o que da resistência a esse conjunto. O isopor sendo um poderoso isolante termo acústico reduz a passagem de calor, frio e ruído.
Esse tipo de construção é tradicional na Europa e Estados Unidos, porém no Brasil a falta de mão de obra dificulta o processo para construir.
Outro ponto positivo é que o método permite que a casa seja personalizada pelo proprietário devido as paredes aceitarem qualquer tipo de revestimento, seja tinta ou cerâmica. A planta também pode ser definida pelos clientes ou arquitetos, além disso, a estrutura suporta até 10 pavimentos.
Um jato de ar quente é utilizado para amolecer o isopor criando as canaletas para passagem de fios e tubulações.
Ao visitarmos uma obra em nossa cidade (Votuporanga), nos deparamos com uma construção extremamente limpa e correta. Nem a utilização de caçamba foi necessária para armazenagem de resíduos, que por sinal é todo reciclado. No geral a obra pode custar até 35% a menos.
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Sistemas Estruturais 2. Concreto pré-moldado/escola
dezembro 6, 2009 by equipemonolitho
Filed under DISCIPLINAS, ESTRUTURA, ÁREA DE ENGENHARIA
Trabalhos apresentados em vídeo sketchup desenvolvidos para a disciplina de Sistemas Estruturais II orientados pela Professora Dra. Mara Regina Pagliuso Rodrigues.
TEMA: Projeto estrutural para Escola de Ensino Fundamental e Infantil utilizando o Concreto Pré-Moldado.
4 período MATUTINO 2009
ALUNOS: nathanael guimarães e stephanie birene
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ALUNOS: victor nakabashi e waldemar ribeiro
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ALUNOS: marcus pereira e talita tiemi
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ALUNAS: fernanda catallani e fernanda rizzatto
Popularity: 31%
MASP – Museu de Arte de São Paulo
outubro 12, 2009 by Sylvia Soares
Filed under ESTRUTURA, NACIONAL

Museu de Arte de São Paulo
Obra: Museu de Arte de São Paulo
Local: São Paulo
Arquiteta: Lina Bo Bardi*
Engenheiro: José Carlos de Figueiredo Ferraz
Data da construção: 1956 a 1968
Fotos: http://masp.art.br/sobreomasp/historico.php
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brasil arquitetura. Morto.Vivo
outubro 3, 2009 by marilia vilela
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, NACIONAL

Nome: Museu do Pão
Local: Ilópolis, Rio Grande do Sul
Arquiteto: BRASIL ARQUITETURA. Anselmo Turazzi, Francisco Fanuci e Marcelo Ferraz
Data da Construção: 2005/07
Imagem: Marília vilela, Revista AU, www.vivercidades.org.br/publique_222/web/cgi/, www.valedotaquari.org.br/caminho_dos_moinhos.php,
Popularity: 32%



































Arquiteto: Tadao Ando



















