Cartas que não escrevi

Assista e ouça Cartas que não escrevi, canção original do nosso aluno Renan Augusto dos Santos, do 4 período Noturno do curso de Arquitetura e Urbanismo. A música estará concorrendo no 1ºFestival da Canção a ser realizado no próximo dia 09 de setembro de 2010 na Cidade Universitária – Unifev.

Popularity: 1%

Documentário Elevado 3.5

agosto 12, 2010 by andre eichemberg  
Filed under AUDIOVISUAL

Confira o trailer do excelente documentário Elevado 3.5.

argumento, pesquisa e direção
JOÃO SODRÉ. Arquiteto e urbanista formado pela  Paulo pela FAU/USP
MAÍRA BÜHLER. antropóloga pela Universidade de São Paulo
PAULO PASTORELO. Arquiteto e urbanista formado pela FAU/USP

uma produção
PRIMO FILMES

site: http://www.elevadotrespontocinco.com.br/

Popularity: 4%

fotografia . vídeo . arquitetura . Pedro Kok

agosto 12, 2010 by equipemonolitho  
Filed under FOTOGRAMA

A fotografia de arquitetura sempre desperta interesse em alunos e aprendizes, pois possibilita compreender a cidade, os edifícios e as pessoas por meio do registro imagético. Desse modo, enquadramento, sobreenquadramento, textura, luz, ritmo, escala, volumetria são conceitos importantes para que tal registro torne-se interessante o suficiente para um estudo sobre algum tema arquitetural. Pedro Kok é da novíssima geração desses fotógrafos especializados na cidade e arquitetura, que no Brasil, sempre contou com grandes nomes, tais como Cristiano Mascaró e Nelson Kon.

Pedro Kok formou-se na FAU-USP em 2009 e atualmente trabalha como fotógrafo de arquitetura, desenvolvendo excelentes trabalhos de fotografia que retratam edifícios de arquitetura do Brasil e do exterior. Juntamente com seu trabalho fotográfico, Pedro Kok vem apresentando instigantes perspectivas de seu olhar na linguagem audiovisual, com ótimos enquadramentos, edições e sonorizações, os vídeos de Kok ampliam o repertório de leituras sobre as obras representadas.

site : pedro kok

flickr. http://www.flickr.com/photos/kuk/

marquise do Ibirapuera. Por Pedro Kok

Rolex Learning Center at EPFL, Lausanne, Switzerland. Por Pedro Kok

Praça do Patriarca, São Paulo, Brasil.

Cobertura sobre a Galeria Prestes Maia na Praça do Patriarca, em São Paulo, Brasil. Projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. 2002. por Pedro Kok (fonte: http://www.flickr.com/photos/kuk/)

Popularity: 3%

The Second Sun, um segundo Sol.

Uma das maiores conseqüências visíveis deixadas em Chicago pela crise econômica mundial de 2008 foi sem dúvidas, o grande rombo na superfície da cidade feita pelo gigantesco arranha-céu projetado pelo “celebradíssimo” (segundo thechicagospire.com) arquiteto, Santiago Calatrava. O projeto tratava-se da construção de uma torre que seria a edificação residencial mais significante do mundo. Com seus 610 metros de altura, prometia ainda, ser a maior torre estadunidense construída.

Decorrentemente, criou-se uma enorme cratera com 26,40 metros de diâmetro e 22 metros de profundidade num terreno circundado por um rio e um lago próximo à Michigan Avenue.

Uma vez que o projeto inicial teve sua maquete de formato sugestivo descartada, juntamente com a possibilidade de construção de outro arranha-céu em seu lugar, o Chicago Architectural Club tomou a iniciativa de criar um concurso para que estudantes e profissionais da arquitetura do mundo inteiro, tivessem a oportunidade sugerir o destino, ainda que temporário, do local.

No entanto, ninguém foi mais criativo que Alex Lehnerer, Meghan Funk e Lyndsay Pepple da própria cidade. A proposta consiste inicialmente num grande balão luminoso e amarelo, o “second sun”. Como uma forma de “rolha” alternativa para o problema, o Second Sun (ou o segundo sol), ora taparia o grande buraco, ora estaria suspenso no ar preso por cabos. “A estrutura pode atingir grandes alturas. Nenhum ponto de vista de Chicago é melhor do que um piso a uma altura superior a 2000 pés. Valhamos ainda a concorrer com as estruturas mais altas do mundo, podemos simplesmente comprar mais alguns cabos” diz a prancha à deboche. O projeto liderado por Lehnerer, não só se mostrou o mais inusitado, como também abordou o “buraco” de tal maneira a qualificá-lo como uma entidade já existente, irremediável, o projeto desenvolve-se a partir dele sem a retirada de sua essência, enquanto os demais participantes, fizeram dele um outro projeto.

A estrutura flexiona-se ainda, a ponto de “escolher com liberdade” qualquer dos quatro patamares abaixo do que seria o lobby para ser seu piso térreo, de acordo com a altura em que o balão se encontrar. Todo o complexo (ou the hole site) caracteriza-se como um local de convívio e lazer, que além de contar com o buraco (1), conta ainda com um cul-de-sac (2), com piscinas (3), campo de futebol (4) e quadras de basquete (5).

As pranchas contidas neste post foram cedidas pelo líder do grupo autor, Alex Lehnerer, ao monolitho para este fim.

outras informações sobre o concurso podem ser encontradas no http://www.chicagoarchitecturalclub.org

Popularity: 25%

galeria vray sketchup_nicola parra

maio 19, 2010 by nicola parra  
Filed under 3D, ÁREA DE REPRESENTAÇÃO

Imagens renderizadas em vray Sketchup do aluno Nicola Parra do 9º período 2010 do curso de Arquitetura e Urbanismo.

Popularity: 53%

sketchup vray. RPC/photoshop

abril 22, 2010 by andre eichemberg  
Filed under 3D

Esse post mostra a inserção de objetos RPC no software Photoshop CS2. Os arquivos RPC são muito utilizados pela composição realística que dá a uma imgem pré-renderizada com programas como Sketchup Vray ou 3dmax. Tais arquivos (em sua maioria) estáo em formato 3d, o que possibilita escolher a posição exata que você quer sua imagem no render.

Dessa forma, há várias formas de inserir fotos de pessoas e árvores mais realistas. Há arquivos de pessoas em foto para inserção no Sketchup com material alfa (background vazio) e que dão bons resultados na hora de renderizar.

O exercício aqui visa utilizar uma outra maneira, que é a de inserir, pessoas e árvores, por meio de arquivos RPC (Rich Photorealistic Content) no Photoshop. Para isso você deve ter imagens renderizadas no Sketchup (sem árvores e pessoas), os arquivos RPC e o software Photoshop.

1. Abra o programa Photoshop CS2.
2. Abra uma imagem renderizada no vray que você queira trabalhar. (arquivo JPG, PNG)

PARA INSERIR OS ARQUIVOS RPC
3. Vá em FILE > AUTOMATE > RpcAUTOMATE

4. Abrirá a caixa de diálogo do RPC

5. na caixa de diálogo do RPC você tem as seguintes características que irão utilizar.

a. clique em LOCAL CONTENT PATH, você deverá inserir os arquivos em cada pasta.
b. Arquivos por tema inseridos no RPC (no início estará vazio, pois você tem que inserir cada pasta (árvores, pessoas, etc)
c. em cada pasta você verá imagens de cada arquivo específico
d. aqui você poderá rotacionar o objeto escolhido em 360 graus e escolher a melhor posição, clique em OK.


Após clicar em LocalContent Path, você deverá ADICIONAR o local onde estáo as pastas com os arquivos RPC. Clique em ADD, escolha e abra a pasta. Clique em USE PATH.
Faça isso com todas as pastas que contenha arquivos RPC
OBS: você precisa apenas ABRIR a pasta e não adicionar arquivo por arquivo.

O arquivo selecionado abrirá no photoshop numa nova camada. (AGORA É COM O PHOTOSHOP)

PHOTOSHOP – diretrizes básicas (LAYER, ESCALA, CORES, EFEITOS)

Para trabalhar no Photoshop, apresentarei abaixo apenas algumas diretrizes básicas para trabalhar com os RPC.

1. LAYERS
O photoshop trabalha sempre com Layers (camadas). Isso quer dizer que a cada inserção de RPC o arquivo fica numa layer diferente. Quando quiser trabalhar com certa imagem (por exemplo uma pessoa), clique na camada respectiva dela e modifique-a.

2. MODIFICAR ESCALA DA FIGURA
quando inserir o RPC, provavelmente o arquivo estará grande em comparação a sua imagem de fundo (render do sketchup)
Para modificar a escala é simples.
Clique em EDIT > TRANSFORM > SCALE

 

Agora você pode modificar a imagem do tamanho adequado e que fique na escala. INSIRA outras pessoas e árvores,,,

3. EFEITO DE MOVIMENTO NAS PESSOAS

um efeito muito utilizado e que consegue resultados bons é aplicar um efeito de movimento na camada que tem um arquivo de pessoa em rpc.

Clique na LAYER que queira aplicar o efeito, por exemplo, um ser humano… como a moça introspectiva da imagem…
clique em FILTER > BLUR > MOTION BLUR,,,,

4. DEIXAR OS RPC EM PRETO E BRANCO

você também pode deixar as inserções de pessoas e mesmo árvores em preto e branco, o que destaca tais elementos.

clique na respectiva camada
Clique em:
IMAGE > ADJUSTMENTS > HUE/SATURATION
tire a saturação da imagem deixando o botão na esquerda.

5. CRIAR SOMBRAS NOS RPC
a sombra é um pouco quanto complicado no photoshop, pois você deverá compreender qual o posicionamento do sol para efetuar algo compatível e agradável aos seus incríveis olhos…

clique na camada com o botão direito do mouse e clique em DUPLICATE LAYER
Agora vá diretamente em EDIT > TRANSFORM > FLIP VERTICAL
agora você deve deixar a sombra com um único tom. Na caixa onde estáo as LAYERS, abaixe o valor de OPACITY para uns 40%.

Rotacione, distorce , etc,,, a sombra para se adequar ao desenho.

EDIT > TRANSFORM > ROTATE…..

pronto,,, agora treinem bastante, experimentem, testem outras possibilidades e assim, podem ir ao espaço sideral,, um dia, ou não.

 

Popularity: 60%

Estrutura madeira. Sistemas Estruturais.2. diurno

Trabalhos realizados pelos alunos do 5o.período diurno – 2010 – do curso de arquitetura e urbanismo – unifev. Vídeos de apresentaçao de estruturas de madeira, cujo tema era restaurante, da disciplina de Sistemas Estruturais II, diurno, orientados pela profa.Dra. Mara Regina Pagliuso.

VICTOR LOCATELLI GARCIA e JOSÉ EDUARDO ALCALÁ


Natanael Guimarães, Stephanie Birene e Karina Bertolassi


Michel Henrique Leal e Waldemar Ribeiro do Valle Filho.


Fernanda Catelani e Fernanda Rizzatto

Popularity: 50%

A parcialidade da Auto Crítica.

Estive aqui olhando uns trabalhos que fiz, e já tem um tempo que venho pensando nisso, na área da criação principalmente. Simplesmente conclui que eu não sei avaliar sozinho, as coisas concebidas por mim.

Num primeiro momento, no processo de criação você digere o conceito, rumina diversas vezes,  depois vem a idéia, uma coisa mais concreta, e aí você fica sobre ela outra vez durante muito tempo e tenta aperfeiçoá-la de todas as formas. “Um projeto é como uma jóia que você vai lapidando aos poucos”(não me lembro se as palavras foram estas, mas quem disse foi o Marco Aurélio Davanço), também  não sei se o motivo é porque sou um estudante e nem mesmo se só acontece comigo, mas quando você se debruça sobre algum projeto, as lapidações parecem interminavelmente necessárias. E quando as lapidações acabam? No prazo da entrega, eu diria. Não porque elas acabaram, mas porque uma hora você é obrigado a apresentar alguma coisa. Então cheguei a conclusão de que, quanto antes iniciarmos uma coisa, e mais tempo tivermos para fazê-la, melhor o resultado (não precisou ser gênio para concluir isso). Mas também pode ser relativo, quer dizer, quem nunca teve um insight shakesperiano e simplesmente psicografou um croqui? Mais cedo ou mais tarde acontece (ao menos uma vez na vida). Mas esse ainda não é o ponto que quero chegar.

Precisei escrever de uma forma mais descontraída, porque talvez isso seja particular, quer dizer, para falar sobre isso eu só poderia usar meus próprios trabalhos como exemplo.

O ponto é que, talvez, depois que você concluiu, seja um projeto, seja um desenho, uma fotografia, e você entende que aquela forma de expressão é sua (porque é fácil copiar uma coisa e ter certeza de que ela é boa), que aquilo que você criou, faz parte de você, depois de tanto tempo lapidando você já se tornou íntimo daquilo (conhece completamente, como um familiar), depois de tudo, você vai precisar que alguém diga se ficou bom ou não, para ter certeza. Para quem cria, é como uma palavra que depois de ser dita várias vezes, perde seu sentido, se torna pura e neutra, e mesmo com esforço, já não soa como antes. Eu vejo isso também com a criação. Tá na hora de citar exemplos.

É claro que olhando para trás, e analisando os trabalhos que a gente fez (até mesmo do semestre anterior) percebemos quão imaturos em tal assunto éramos, a não ser que o trabalho tenha sido ótimo. Então eu escolhi essa fotografia de um trabalho feito no meu primeiro período aqui na UNIFEV.

Temática: casa

O tema era “casa” , e o recurso era “colagem”. Na época utilizei mais tempo do que deveria para explicar minha idéia, hoje é mais fácil. Eu só poderia expressar casa, com coisas familiares, ela não pode ser um ponto, porque nos mudamos diversas vezes, mas ela é rotina. Então eu juntei diversos objetos do meu cotidiano (o cotidiano daquela época, o que é mais engraçado, hoje, me faz lembrar da minha casa como ela era antes, ela não mudou fisicamente, mas alguns objetos me remetem a acontecimentos daquele tempo. Tem muito tempo que eu não faço mais  kumon, e no caso, as musicas do álbum elephunk estavam entre as mais tocadas, olha que só tem dois anos). Mas na ocasião, era o que era familiar pra mim, então botei tudo aí no tapete, fotografei, e fiz um pôster tamanho A0. Fiquei muito satisfeito com o resultado, a fotografia estava no álbum do Orkut, e no plano de fundo da área de trabalho. Só que, não muito tempo depois, a foto começou a me causar um ligeiro desconforto, por vezes eu pensava “onde eu estava com a cabeça?”. Eu tratei de sumir com a foto, me sentia exposto demais com ela lá, pra todos verem. Concluí que ela merecia ter um fim, não era legal (eu desenterrei ela das profundezas desse pc só pra postar aqui , sabendo que mais tarde eu vou me arrepender disso).

A foto exemplifíca bem o fator tempo na criação, até hoje eu acho que o conceito é legal, mas agora vejo que ela não é tão boa  (por isso vê se pára de olhar pra ela).

É claro que eu prefiro citar exemplos que foram elogiados (porque todos temos trabalhos ruins, como o m do qual eu sinto uma vergonha ordinária), vou deixar de fora os trabalhos que eu tenho certeza que são ruins. E também quero citar outro trabalho, uma animação que algumas pessoas devem ter visto.

Ela foi publicada no post “projetos residenciais unifamiliares do quarto período”, um stop motion, feito com desenhos à mão. Assim que concluí, também fiquei satisfeito, quer dizer, demorei meses, pra fazer um minuto de animação, que por fim, em minha opinião, deixou a desejar, se fosse eu, ia esperar um passeio por dentro da casa, e tudo mais, mas não vem ao caso. Porém, na segunda vez que assisti à animação, vi que talvez não fosse tão legal assim, se não fosse alguém elogiar, eu nem mesmo a teria apresentado, mas como só uma pessoa de fora, imparcial, tem capacidade de avaliar alguma coisa, acreditei, a ponto de mostrá-la para o professor Evandro (olha só) prova de que a opinião de alguém foi algo decididamente necessária. Ainda assim, eu evito ficar assistindo, só de escutar o remix de “Big time sensuality” da Bjork (a música que eu usei no fundo) me vem aquele velho desconforto.

Insegurança, acredito que esta seja a palavra que as pessoas vão querer usar, não acho que ela esteja errada, mas prefiro dizer “bom senso”. Isso porque somos criaturas orgulhosas, ou não, o que nos produz esse bloqueio. Podemos nos surpreender se não formos pessoas com boa auto-estima, ou nos decepcionar se estivermos muito certos do sucesso. Para que isso não aconteça, usemos nosso bom senso. Como? Simplesmente perguntando.

Dessa forma, vemos o quanto é importante a opinião alheia. Eu nao me canso de perguntar, pergunto mil vezes, para inúmeras pessoas, estabeleço uma média com as respostas obtidas, e sei se o referido objeto de trabalho é bom ou ruim. Isso porque sou consciente, que a minha opinião sobe as minhas coisas, é distorcida pela parcialidade e auto crítica, parece complicado, mas é simples. É só excluir as opiniões das pessoas das quais você já sabe o que vai responder.

Salvo exceções óbvias, é importante que as outras pessoas opinem, infelizmente porque para qualquer arquiteto, seria simples concluir, por exemplo, que o projeto ficou bom, e fim. Assim como é importante dizer para o amigo (e não se esqueça disso) que o trabalho ficou péssimo (não precisa usar essa palavra), se a roupa está boa, se o projeto ficou ruim, se foi bom pra você, e se o post ficou bom.

Popularity: 32%

Renders_ informática aplic. arq 2.

abril 9, 2010 by andre eichemberg  
Filed under 3D, ÁREA DE REPRESENTAÇÃO

Apresentação de algumas renderizações realizadas pelos alunos do 3 ano do curso de arquitetura e urbanismo na disciplina de Informática Aplicada à Arquitetura 2, sob orientação do prof.m.sc.andré teruya eichemberg. As imagens referem-se aos projetos desenvolvidos na disciplina de estrutura da profa.dra.mara regina e de residências desenvolvidas em projeto 3 do prof.dr.evandro fiorin.

obs: clique na imagem para ampliar.

aluno: Elieser
 

 

aluno: Nathanael
 

 

 aluno: Victor Nakabashi
 

 

aluno: Fernanda
 

aluno: Juliano

 

aluno: Sérgio Daniel Barcellos (noturno)
 

 

aluno: Vinicius Bocchi (noturno)
 

 

Popularity: 69%

Crescent House, Shizuoka, 2008 – Shigeru Ban

março 27, 2010 by Wellington Gasques  
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, INTERNACIONAL, MODERNO

Fachada Crescent House - Shigeru Ban

Essa casa é banhada com um ar de nostalgia, sua forma remete a elevação frontal para o Monte Fuji, tornando a vista um dos cenários mais fortes e finos que poderia existir.

Alem de toda uma fachada envidraçada, a casa tem divisões totalmente “livres” com disposições independentes, pois não exercem função estrutural na casa.

Detalhe da lareira sendo usada como apoio

A mobília compõe uma particularidade, tendo como função a formação de ambiente, apesar de quase não ser encontrada na casa, causando um impacto grande dentro dos espaços, e abrangendo os requisitos mínimos dessa moradia. Tendo como curiosidade mobiliaria essa casa tem uma lareira, onde essa por vez vem a sustenta a “cobertura”, evitando o seu dobramento.

Curvatura estrutural, fachada lateral

A plasticidade realmente impressiona, tendo como objetivo permitir que as pessoas olhem somente para o norte, a idéia de que ter um plano em forma de lua crescente vem a se fechar para o leste, oeste e sul, correspondente ao local e a forma que se parece com um “C”, um caráter que naturalmente sugere a mente quase que de imediato.

Projeção Detalhada

Como opinião particular tenho ainda a visão de que a suspensão da casa implica como fator primordial no desfecho “integração com o entorno”, no contexto de que, o terreno transpasse por todo sua base, vejo como um ponto negativo a elevação do terreno localizado apos a fachada posterior que acaba por deixar se dispersar esse conceito de integração. Obvio que algo tão pequeno não colocaria em xeque a imposição dessa “obra sentimetal” ao olhar contemplante do Monte Fuji.

Shigeru Ban

imagens:http://www.shigerubanarchitects.com/

Popularity: 42%

Galeria alunos | fotografia Victor Locatelli

Confiram os trabalhos fotográficos do aluno Victor Locatelli do 5.período diurno do curso de Arquitetura e Urbanismo.

Para mais fotos, veja no Flickr:
http://www.flickr.com/photos/victorlocatelli/

Popularity: 18%

SLICE HOUSE – (Casa Fatia)

março 16, 2010 by graziele barradas  
Filed under ARTDESIGN, PROJETO

“Um projeto bem criativo para um terreno tão singular”

A Casa Slice, projetada por Procter-Rihl Arquitetos em uma área de 3,7 x 38,5 metros, em Porto Alegre (Brasil), refere-se a arquitetura moderna brasileira, mas, ao mesmo tempo, introduz um elemento novo: a complexidade da sua geometria prismática.

Read more

Popularity: 31%

Render básico com Vray_sketchup

março 14, 2010 by andre eichemberg  
Filed under 3D

Essa padronização utiliza algumas configurações para renderização básica, obtendo, no entanto, uma boa qualidade das imagens e, principalmente, rapidez em cada render. Vale lembrar que cada um pode testar outras configurações e lembrar que o resultado final depende muito da qualidade da textura, detalhamento e iluminação utilizados.
Nesse exemplo não utilizamos luz artificial, apenas a luz do sol.

 PADRONIZAÇÃO DA CÂMERA
No menu superior do Sketchup, clique em CAMERA > campo de visão (field of view)
o padrão do sketchup é 35.00, modifique entre 55 e 60.00 graus
Você perceberá que a imagem ficou com uma leve distorcida, assemelhando-se à nossa visão real.

CONFIGURAÇÃO DO VRAY
Abra o Render Options do Vray, clique no menu superior em PLUGINS > Vray for Sketchup > OPTIONS ou Clique no ícone O (OPTIONS ) no menu do Vray.

FILE > LOAD

Você vai carregar (LOAD) a configuração padrão (DEFAULT).

O nome do arquivo é DEFAULT. VISOPT. Clique.

 

Após isso, configure os seguintes itens básicos.

COMO DEIXAR A LUZ E SOMBRA NO RENDER IGUAL A VISUALIZAÇÃO DO SKETCHUP

Para aparecer a luz do sol no seu modelo no sketchup, clique em windon(janela) e depois em shadow (sombra), clique no ícone (exibir sombras)

Escolha o mês e horário do dia que ache melhor.

Agora vá em Options do Vray e clique na guia ENVIRONMENT:
em GI(skylight) clique em M
1) agora veja se está marcada a opção SKY
2) UPDATE (em preview)
3) APPLY

FAÇA O MESMO COM A GUIA BACKGROUND.


Agora vá na guia GLOBAL SWITCHES:

desmarque a opção  DEFAULT LIGHTS e HIDDEN LIGHTS

Ainda na guia GLOBAL SWITCHES, modifique o valor de GAMA CORRECTION output para 2.0 (quanto menor o valor mais escuro ficará a sombra e tons médios – faça testes)

Na guia OUTPUT modifique para o tamanho da imagem que queira (teste com 800×600)

Na guia ENVIRONMENT modifique o GI (skylight) para 2. (isso deixará o ambiente com uma luz mais forte e com sombras mais definidas)

Na guia INDIRECT ILLUMINATIONS:
modifique o PRIMARY ENGINE para IRRADIANCE MAP
modifique o SECOND ENGINE para QUASI MONTE-CARLO

NA GUIA IRRADIANCE MAP:
Modifique os valores de MIN RATE e MAX RATE para -9
colocando os valores iguais para min e max rate, você irá acelerar o processo de render, mas obviamente que a qualidade será um pouco inferior, mas para nossa proposta inicial é aceitável. Esse padrão funciona bem para ambientes externos com luz natural, para ambientes fechados pode ocasionar sombras e manchas escuras.

NA GUIA CAUSTICS clique em ON.
ao habilitar o caustic na renderização você obterá um efeito de reflexão ao redor de alguns materiais. Caustic é um efeito de luz que acontece com alguns materiais (metal, vidro, líquido) que pode refletir luz ao redor de um objeto com tais materiais.

O padrão do MAX PHOTONS É DE 50, mas tente utilizar valores maiores para obter resultados mais expressivos, tente 300.

FAÇA UM TESTE, CLIQUE EM RENDER E VEJA O RESULTADO,,, TESTE COM TEXTURAS E HORÁRIOS DO DIA DIFERENTES …


AGORA SALVE ESSA CONFIGURAÇÃO COMO PADRÃO COM SEU NOME
FILE > SAVE > …

 

sempre que for renderizar alguma imagem, carregue (load) essa configuração.

OBS: PARA RENDERIZAR EM REDE leiam a matéria do incrível aluno RODOLFO DAVANÇO.
Como renderizar em rede.

Popularity: 75%

Carta Solar no Google Sketchup

março 5, 2010 by rodolfo davanco  
Filed under 3D

Para realizar estudos de insolação pelo programa Google Sketchup, é necessário a versão paga (PRO) instalada. A versão free não permite a alteração da localidade.

Após a sua modelagem são simples os passos para fazer o estudo de isolação.

Read more

Popularity: 49%

Capela, Tatuí, SP

março 3, 2010 by Bruno Motta  
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, MODERNO, NACIONAL, PROJETO

Assinada por Beatriz Meyer, a capela de aspecto simples e delicado é o terceiro trabalho da arquiteta neste sítio na região de Tatuí, SP – antes vieram a reforma da casa e a construção de um volume anexo para abrigar um escritório. Duas dessas obras lhe renderam muito. Em 2005, a residência conquistou o primeiro lugar na premiação Planeta Casa; e a proposta da capela foi a terceira colocada na edição 2007 do Prêmio Jovens Arquitetos, promovido pelo IAB/SP.
 

O ponto escolhido para a implantação da capela situa-se em uma área plana, entre duas linhas de grandes pinheiros, que configuram uma moldura verde e determinam a atmosfera de paz e imersão na natureza. Para tirar partido desse contexto, a arquiteta idealizou um conjunto de extrema simplicidade, composto apenas por estrutura e cobertura de madeira e fechamento em vidro.

A estrutura é composta por pilares suspensos, que não tocam o piso nem as vigas, parecendo flutuar no espaço. “Eles estão ligados por conectores metálicos”, diz a arquiteta. O posicionamento dos pilares, paralelos às linhas de pinheiros, demarca caminhos laterais que conduzem ao altar. diz a arquiteta que “havia voltado de uma viagem ao Egito e repetiu no projeto essa característica dos templos antigos”, detalha Beatriz. Toda a estrutura é independente dos caixilhos e não interfere com os amplos panos de vidro, que chegam a ter 3,60 metros de altura na parte mais elevada. Fabricados com cedro, esses caixilhos são pivotantes e abrem-se para fora, liberando espaço para circulação e para que pessoas em pé possam acompanhar os ritos religiosos.

A cobertura também parece flutuar sobre o templo e é caracterizada por amplos beirais, com balanços que chegam a três metros. Ela é constituída por manta impermeabilizante, apoiada sobre chapas e forro de madeira. Nos beirais, as vigas afinam nas extremidades, reforçando a idéia da leveza estrutural para quem visualiza o
templo pelo lado externo.
Erguida com pedra, a parede de fundo tem estrutura independente. Ela é marcada pela cruz de posicionamento assimétrico, na pedra e com fechamento em vidro pelo lado externo. Exceto pelo ponto de luz sobre o altar, todos os demais foram instalados no piso, de modo a valorizar o ritmo dos pilares. Internamente, o piso emprega assoalho de demolição, contrastando com o tijolinho de junta seca. Os móveis também foram desenhados por Beatriz e os bancos em palhinha, que oferecem 24 lugares, foram inspirados em sofás de antigas fazendas.

A capela está posicionada entre duas linhas de pinheiros.

fonte: Nanci Corbioli
ArcoWeb. PROJETODESIGN

Popularity: 66%

loja havaianas, isay weinfeld

março 1, 2010 by fernando lui  
Filed under ARTDESIGN, CONTEMPORÂNEO, SUSTENTAVEL

Desta vez apresentarei neste blog um arquiteto tupiniquim. Depois do entusiasmo com a arquitetura européia dos mestres Daniel Libeskind e Diller Scofidio + Renfro, encontrei um arquiteto brasileiro que traduz meus desejos pelos caminhos da arquitetura no multifuncional Isay Weinfeld. Agrada-me muito sua linha de projetos assim como também acontece com seu parceiro de alguns projetos Marcio Kogan e o grupo Libeskindllovet. No meu entender estes arquitetos estão criando uma identidade brasileira de arquitetura.

Read more

Popularity: 49%

FOTOGRAMA. marquise ibirapuera. katia kuwabara

fevereiro 19, 2010 by andre eichemberg  
Filed under FOTOGRAMA

Ensaio: atividades e usos da marquise do ibirapuera
Catálogo da Bienal de Arquitetura de Veneza
Fotografia: Katia Kuwabara
Ano: 2006
site: http://www.katiakuwabara.com.br






Popularity: 17%

Próxima Página »