“O Sagrado sobre a água” – Igreja na Água. Tadao Ando

julho 28, 2010 by Talita Tiemi  
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL

Um caminho tortuoso, envolto com um grande muro em L; e daqui tenho somente a percepção de um murmúrio longínquo de água corrente.

O som provoca expectativa, o que será que vou encontrar adiante? Meus olhos estão limitados pelo muro. O muro protege o segredo, num mistério que me intriga.

Ao longo do caminho o obstáculo imposto a minha visão se desfaz e o segredo se revela.

Através de uma pequena abertura, vislumbro repentinamente um grande lago. A água faz flutuar a cruz de ferro e a capela. Momento em que a luz vinda do céu, o som das águas, a paisagem do entorno e o vento gelado trazem consigo a santidade, em uma explosão de sensações.

A capela se compõe de dois cubos sobrepostos com dimensões diferentes. É a pureza da forma; a simplicidade das caixas.

Por uma abertura no concreto do cubo menor, deparo-me com uma escada que da acesso a um cubo de vidro, onde o translúcido faz inundar o local de luz. Me encontro acompanhada, confundida, misturada com a luz e com as quatro grandes cruzes, em que seus braços quase se tocam, em um instante magistral.

Mais adiante a uma escada, agora escura; grito evidente do contraste entre a luz e a sombra .

Desço a escada até chegar na parte de traz da capela.

Dentro o silêncio se faz som. É o som da natureza diluída com a fé, em que o concreto emoldura a paisagem.

O divino, dando a alma que busca conforto, o alento.

Um olhar sobre a capela; monumento tão simples e tão imponente, com seu concreto aparente e frio, totalmente fundida com seu entorno.

Forma e espaço intrinsecamente ligados em uma relação exterior e interior. Um projeto que recria e define as experiências religiosas.

PLANTA

Imagens:

Créditos: http://www.clarkart.edu/exhibitions/ando/ando.html

Livro Tadao Ando – Masao Furuyama

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The Second Sun, um segundo Sol.

Uma das maiores conseqüências visíveis deixadas em Chicago pela crise econômica mundial de 2008 foi sem dúvidas, o grande rombo na superfície da cidade feita pelo gigantesco arranha-céu projetado pelo “celebradíssimo” (segundo thechicagospire.com) arquiteto, Santiago Calatrava. O projeto tratava-se da construção de uma torre que seria a edificação residencial mais significante do mundo. Com seus 610 metros de altura, prometia ainda, ser a maior torre estadunidense construída.

Decorrentemente, criou-se uma enorme cratera com 26,40 metros de diâmetro e 22 metros de profundidade num terreno circundado por um rio e um lago próximo à Michigan Avenue.

Uma vez que o projeto inicial teve sua maquete de formato sugestivo descartada, juntamente com a possibilidade de construção de outro arranha-céu em seu lugar, o Chicago Architectural Club tomou a iniciativa de criar um concurso para que estudantes e profissionais da arquitetura do mundo inteiro, tivessem a oportunidade sugerir o destino, ainda que temporário, do local.

No entanto, ninguém foi mais criativo que Alex Lehnerer, Meghan Funk e Lyndsay Pepple da própria cidade. A proposta consiste inicialmente num grande balão luminoso e amarelo, o “second sun”. Como uma forma de “rolha” alternativa para o problema, o Second Sun (ou o segundo sol), ora taparia o grande buraco, ora estaria suspenso no ar preso por cabos. “A estrutura pode atingir grandes alturas. Nenhum ponto de vista de Chicago é melhor do que um piso a uma altura superior a 2000 pés. Valhamos ainda a concorrer com as estruturas mais altas do mundo, podemos simplesmente comprar mais alguns cabos” diz a prancha à deboche. O projeto liderado por Lehnerer, não só se mostrou o mais inusitado, como também abordou o “buraco” de tal maneira a qualificá-lo como uma entidade já existente, irremediável, o projeto desenvolve-se a partir dele sem a retirada de sua essência, enquanto os demais participantes, fizeram dele um outro projeto.

A estrutura flexiona-se ainda, a ponto de “escolher com liberdade” qualquer dos quatro patamares abaixo do que seria o lobby para ser seu piso térreo, de acordo com a altura em que o balão se encontrar. Todo o complexo (ou the hole site) caracteriza-se como um local de convívio e lazer, que além de contar com o buraco (1), conta ainda com um cul-de-sac (2), com piscinas (3), campo de futebol (4) e quadras de basquete (5).

As pranchas contidas neste post foram cedidas pelo líder do grupo autor, Alex Lehnerer, ao monolitho para este fim.

outras informações sobre o concurso podem ser encontradas no http://www.chicagoarchitecturalclub.org

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Sendai Mediatheque.Toyo Ito

abril 15, 2010 by fernanda catelani  
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  O projeto do arquiteto Japonês Toyo Ito, formado pela universidade de Tóquio possui uma área de 21682,15 m²  e está localizado em Sendai no Japão. 
 

O edifício é sustentado pelos 13 tubos de aço que compõem sua estrutura e estes servem também para a entrada de Luz, e conexão vertical, onde encontram-se os elevadores e escadas.

A Leveza e Transparência são perceptíveis em suas paredes, criando uma bela integração entre o exterior e o interior.

A Planta do edifício sugere uma liberdade em seus espaços, o que podemos perceber na divisão entre a administração e o espaço do público que são separados por leves cortinas.

O edifício é destinado a realização de atividades ligadas a cultura, arte e som,  possuindo biblioteca, espaço multimídia e áudiovisual.

No 6º andar encontra-se painéis movéis que articulam e dividem os espaços, destinados principalmente a exposições. No 7 º andar possui um estúdio  e um espaço livre para diversos usos.

                  “Mediateca de Sendai serve todas as pessoas, incluindo os deficientes, os usuários, provedores e pessoas de diferentes línguas e culturas, através de libertá-los de todas as barreiras.”

vídeo. parte1

   

 

vídeo. parte2

 

vídeo. parte3

   

 

   

Fontes imagens e pesquisa:   

  

http://www.toyo-ito.co.jp/  

  

http://www.smt.city.sendai.jp/en/smt/ 

  

http://www.galinsky.com/buildings/sendaimediatheque/ 

  

http://lauriemcginley.com/photo/?p=174 

  

http://www.miyagitheme.jp/cd/main_data/area_db_e/ad_sendai/ad001_sendai/index.html 

 

 

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“Experimentar um Museu” – Museu do Século XXI. SANAA

abril 15, 2010 by Talita Tiemi  
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL

O Museu do Século XXI de Arte Contemporânea em Kanazawa, Japão, projetado pelos arquitetos Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa do escritório SANAA, cria uma nova maneira de se “experimentar um Museu”.

O Museu é pensado para provocar sensações em seus visitantes, num desejo de explorar a interação dos mesmos com os espaços.

A organização das brancas galerias e o uso dos panos de vidro criam uma transparência e leveza ao projeto, gerando uma relação entre o exterior e o interior em um jogo de vistas. Essa transparência faz com que o museu promova uma harmonia com o entorno, como se pudesse passar por despercebido, e provoca em seus visitantes a sensação de co – existência e coletividade.

A organização e as dimensões das galerias baseiam-se no conceito de cadeias de ilhas, e as mesmas tem proporções que variam de 4metros à 12 metros. As galerias que não recebem iluminação solar direta, possuem tetos de vidro.

 

A área de exposições se adapta a qualquer tipo de atividade a ser realizada no museu, pois a união das varias galerias com os espaços de circulação proporcionam flexibilidade.

O edifício não tem fachada nem entrada principal, por isso seu formato é circular, com um diâmetro de 112,5 metros, com vários pontos de entrada.

O projeto inclui espaços como uma biblioteca, sala de conferências e workshop para crianças, direcionados a comunidade.

Os visitantes podem escolher por onde querem caminhar no museu, proporcionando uma sensação de liberdade. 

“O que fizemos em Kanazawa é leve, aberto. O espaço pode transbordar ou dar um passo adentro, há uma relação flexível”

RYUE NISHIZAWA

VÍDEOS

 Museu do Século XXI. SANAA – Parte I

Museu do Século XXI. SANAA – Parte II

Créditos

http://www.kanazawa21.jp/en/04event/index.html

http://www.arcspace.com/architects/sejima_nishizawa/century_museum/century_museum.html

Imagens: 

http://www.kanazawa21.jp/en/04event/index.html

http://www.fastcompany.com/1599496/sanaa-ryue-nishizawa-and-kazuyo-sejima-win-the-pritzker-prize

http://www.e-architect.co.uk/japan/jpgs/kanazawa_sg310309_sanaa.jpg

http://www.flickr.com/photos/abakane/974300948/sizes/l/in/set-72157601137342440/

http://www.flickr.com/photos/abakane/sets/72157601137342440/

http://s3files.core77.com/blog/images/2010/01/21st-Century-Museum-of-Contemporary-Art,-Kanazawa-thumb-480×204-1475.jpg

 

 

 

 

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Great Bambu Wall. Kengo Kuma

 

 O projeto faz parte de um programa construtivo implementado em 2002, criando uma comunidade de doze casas e um clube em uma floresta junto a Grande Muralha da China, com a participação dos arquitetos mais conhecidos da Ásia, em especial Kengo Kuma. 

 

  

 

O arquiteto Kuma projetou GREAT BAMBU WALL se inspirando na arquitetura oriental, trazendo a modernidade, em que se concentram novos materiais leves e naturais para obter um novo tipo de “transparência”. Dessa forma, o arquiteto trabalha com a modulação de luz e sombra.

        

   Kengo Kuma foi inspirado também pela forma que a Muralha da China tem, diz ele que foi atraído pelo seu percurso, com a idéia de integração do projeto com a Muralha e  o entorno, tudo se  trasformando em uma única coisa.

           

                                                            

  Bambu, papel de arroz, ardósia e vidro são os materiais ultilizados no projeto. Com Bambus foram erguidas as paredes, posicionando-os lado a lado em intervalos variados, servindo como um filtro para a iluminação externa. No interior do edifício, o Bambu se integra também nas escadas, mas em algumas partes é mais protegido,  preservando, co  isso,  a privacidade. O piso de Ardósia “prende” a casa ao chão, ele usou  propositalmente a ardósia pois ela dá a ideia de água que reflete a imagem externa e interna da casa.

              

              

                

Construído em terreno ondulado, tem ripas de bambu que pode ser parcialmente abertas e fechadas para controlar a luz solar. É uma estrutura formada basicamente de vidro e bambu chinês.

                            

FONTES E FOTOS:

www.inhabitat.com/2006/02/26/great-bamboo-wall/

Photography © Satoshi Asakawa

www.materialicious.com/…/kengo-kuma-designs-the-great-bamboo-wall-house-in-china.html

www.youtube.com/watch?v=xBoeWBdLOCA

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Casa Gertopan. Javier Corvalan

abril 6, 2010 by naiami  
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL, PROJETO

Arquiteto: Javier Corvalan_ Laborátorio de Arquitetura

Equipo de Proyecto: Arq. Ma. Gloria Gutierrez  e  Arq. Sonia Carisimo

Local: Assunção, Paraguai

Residência  unifamiliar

Superfície de terreno: 294 m²

Superfície construída: 199 m²

Ano do projeto: 2007

Ano de construção: 2007

Fotografia: Leonardo Finotti

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Rolex Learning Center – SANAA

Imagem por Hisao Suzuki

Local:  Lausanne
Função: Cultura, Educação, Biblioteca
Data de Término:  2010
Área  14375 m2
Arquiteto     SANAA                                                                                                                                           Contratante: Losinger Construction
Cliente: Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne
latitude/longitude     46°31′06N 06°34′03E (Switzerland)

Imagem por Tim Tom

Construído no campus da EPFL ( Ecole Polytechnique Fédérale de lausanne,  funcionará como um laboratório para o aprendizado, com uma biblioteca com 500.000 volumes e um centro cultural internacional aberto ao público.

Planta

Planta

Com espaço de 20.000m² oferece uma extensa rede de serviços, bibliotecas, cafés, espaços sociais espaços de estudos e restaurantes e pátios ao ar livre, é um edifício inovador com declives suaves e terraços ondulados em torno de uma série de pátios internos, com apoios quase invisíveis para suportar seu telhado curvo. O edifício é retangular em planta mas devido ao formato e movimento alcançado pelo piso e pelo ele parece ser mais orgânico, o toque do edifício no terreno em alguns pontos, deixando espaço permeável nas ondulações, é um convite aos visitantes para entrarem e

Corte

aproveitar do ambiente comum. Os acessos aos pontos altos ou baixos conseguidos devido as ondulações não são feitos pelos elementos tradicionais como escadas e rampas mas pela inclinação conseguida pelos declives do projeto auxiliando que se chegue as partes mais altas sem

dificuldades, os espaços não possuem nenhum tipo de barreira visual ou física uma vez que  não há

Imagem Tim Tom

Imagem por Cyrille Thomas

Imagem Por Cyrille Thomas

divisão entre os ambientes e a vedação é feita por panos de vidro, a divisão de um espaço acontece onde o outro termina provocando uma integração múltipla entre as diversas atividades realizadas no espaço e respeito pelo espaço alheio.

As zonas de silêncio do edifício com necessidade acústica como a do auditório são separada através das mudanças de altura. A topografia se presta

Imagem Por Cyrille Thomas

perfeitamente as necessidades do projeto, os pátios em formas levemente circulares são responsáveis por assegurar a integração social assim como a relação de ligação visual interior – exterior.

EPFL Rolex Learning Center designed by SANAA no you tube

Imagem por Cyrille Thomas

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4×4 – TADAO ANDO

março 29, 2010 by BOCCHI  
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL, MODERNO, PROJETO

Casa 4×4
Local: Kobe, Japão
Arquitetos: Tadao Ando Architect & Associates
Engenheiro Estrutural: Ascoral Engineering Associates
Empreiteira: NAKATAConstruction
Área do Terreno: 65.42m2
Área Construída: 22.56m2
Área Total: 117.79m2
Estrutura: Concreto armado; 1 Porão e 4 Pavimentos
Principal Uso: Residência particular
Data de término: Março, 2003

O projeto da casa 4×4 de Tadao Ando deu-se por meio de um concurso da Revista Japonesa Brutus, as pessoas deveriam enviar uma carta com sua opinião sobre os projetos que estavam concorrendo.

Como as dimensões dos pavimentos são pequenas, cada pavimento tem uma função; o primeiro pavimento é a entrada, o segundo pavimento consiste de um quarto, o terceiro pavimento é de estudos e o quarto pavimento é a sala e a cozinha com uma vista incrível para o estreito de Akashi, a maior ponte suspensa no Japão, e em frente à ilha Awali.

Esse projeto teve início nos sonhos de Tadao, e ele diz:

“Realmente, temos de levar muito a sério os sonhos.”

Concretizando-se assim a casa, o sonho e um concurso.


Créditos: http://ffffound.com/image/e886ee1d7dbf68160e1b1a8524b87ccfc0c05d65?c=2979088

http://www.japan-architect.co.jp/english/2maga/ja/ja0052/work/work.html

http://www.galiciacad.com/info/info.php3?idbcad=1358

http://da-beer.blogspot.com/2008/02/4×4-house-by-tadao-ando.html

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Casa em Brejos de Azeitão – Aires Mateus

março 27, 2010 by Gabriela Nogueira  
Filed under INTERNACIONAL, PROJETO

Casa em Brejos de Azeitão / Setúbal, Portugal  2001-2003

Por – Aires Mateus

“Para fazer uma casa, agarra-se num punhado de ar e segura-se com umas paredes.”

Uma renovação de uma antiga adega em Setúbal, os valores principais desta casa, são as grossas paredes já existentes no edifício, e o amplo espaço dado entre elas.

VISTA FRONTAL DO EDIFICIO

A dupla de arquitetos Aires Mateus parece fazer o impossível, as paredes deste antigo armazém agarram os volumes (área privada da casa, quartos, banheiros, escritórios…), de forma que fiquem em balanço nas pontas e parecem desabar a qualquer momento sobre o espaço público abaixo.

VISTA DO INTERIOR DO EDIFICIO

O acesso a estes “blocos flutuantes” dá-se por escadas laterais, que ficam embutidas sobre as paredes brancas irradiantes.

DETALHE DO ACESSO AOS BLOCOS PRIVADOS

As antigas muralhas desta adega é o que dá a possibilidade da aproximação do velho com o novo, uma “união paralela” do privado com o público.

RELAÇÃO ENTRE O PÚBLICO E PRIVADO

DETALHE DA COBERTURA

As janelas do edifício dão a entrada da luz natural que é absorvida pelas aberturas nas paredes, e refletida para o espaço interno aberto criado pela ação paredes.

LUZ NATURAL REFLETIDA NO INTERIOR DO EDIFICIO

PLANTA

CORTE

Fontes:

http://anastasialaurenzi.blogspot.com/2009/01/011509.html

http://www.airesmateus.com/index.php?lop=conteudo&op=aab3238922bcc25a6f606eb525ffdc56&id=d3d9446802a44259755d38e6d163e820#

http://archidose.blogspot.com/2006/06/half-dose-24-house-in-brejos-de.html

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Serpentine Gallery Pavilion 2009 de Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa

Bom, não sei se essa é a melhor forma de se iniciar minha apresentação, porém como sou eu que estou escrevendo, vai ser assim mesmo.

Primeiramente gostaria de pedir que você que está lendo pare de ler por um instante, somente observe as imagens abaixo,( e/ou se possível assistam o vídeo)  não desça até o final da página antes de analisar atentamente as imagens. Read more

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KAIT- KANAGAWA INSTITUTO DE TECNOLOGIA. Junya Ishigami

março 27, 2010 by tiago tobita  
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, INTERNACIONAL

Obra: Kait- Instituto Tecnologia de kanagawa

Local: kanagawa/ Tokio- Japão

Arquiteto: Junya Ishigami

Este é o primeiro projeto de Junya Ishigami ao ar livre, um projeto que tem com a sua principal característica a utilizaçao da planta livre, proporcionando um maior  integração  do ambiente ,construído por 305  delgadas colunas de aço brancas e com fechamento de vidro.

As colunas em si são de formatos diferentes distribuídas por todo o espaço, que é formado por um quadrado de 47 mx46 m, elevada levemente sobre o solo. Entre as colunas o arquiteto animou os espaço com móveis e plantas criando, assim, vários ambientes .

Junya é um arquiteto que sempre surpreende  em suas obras que realiza, como o projeto – que  parece levitar -  Table, de 3mm de espessura.

Comentário do arquiteto sobre sua obra: KAIT- Instituto de Tecnologia de Kanagawa

“Eu queria fazer um espaço com fronteiras muito ambígua, que tem uma flutuação entre os espaços locais e no espaço global, ao invés de um espaço universal como a do Mies, diz Ishigami. “This allows a new flexibility to emerge, revealing reality rather than shaping it.” “Isso permite uma flexibilidade de novo a surgir, revelando a realidade ao invés de modelar.”

O espaço é usado por  alunos de uma série de disciplinas de engenharia e design.

fonte de pesquisa. fotografias. http://archide.wordpress.com/2009/02/06/junya-ishigami%E2%80%99s-university-project-space-tokyo/

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Pavilhões Parque Independência

março 27, 2010 by Juliana Hurtado  
Filed under INTERNACIONAL, PROJETO

O projeto consistiu na criação de uma infra-estrutura de um parque de diversões no Parque da Independência, na cidade de Rosário. Para este fim, foram projetados dois prédios e um expandido, além das comodidades urbanas existentes e outras instalações do campus.

Os edifícios são pavilhões. Um para banheiros públicos, escritórios e agentes vestiários, e uma projetada para abrigar um salão, um bar local e um envidraçado para jogos eletrônicos. A ampliação do edifício existente foi projetada para que pudesse atuar como um reservatório do parque.

O partido do projeto deu-se através das árvores existentes no parque, pois o contraste delas com a iluminação do céu fazia-se um jogo de luz dando um contraste no local correspondendo ao “O Império das Luzes”.

Pavilhões

O banheiro está localizado na entrada do parque, um modo diferente de localização, pois sempre é colocado em lugares escuros ou de acesso mais difícil, então essa mudança trouxe para essa área mais luminosidade. A estrutura do pavilhão onde ele se localiza é de concreto-armado, com vidros fechados, e é suspensa no ar. Com os vidros translúcidos ao mesmo tempo em que a pessoa tem a privacidade que necessita ele deixa transparecer tanto o lado interior quanto o exterior mostrando a condição humana.

O pavilhão do salão, do bar enfim, integra a natureza ao projeto, as lajes são repousadas sobre toras, onde cortadas em três fatias para facilitar o manuseio e para elas se misturarem com as árvores do parque e dar o ar de não intervenção humana. No interior nada batendo no chão, assim chamado de plano aberto.

Juntas, as duas construções são apresentadas em conflito. O edifício do banheiro está no alto, sua luz assemelha-se a ser suspenso, flutuante, o segundo edifício está resumida na forte presença de troncos de árvore saindo do chão, como as plantas fazem.

Vejo o projeto com um olhar modernista que busca uma relação entre o ser humano o

entorno e a construção.Vãos livres, transparecias e a correlação entre o solo e as paredes

que não se tocam trazem a tona a expressão única de cada individuo interagindo de modo

diferente com os espaços, deixando ainda mais aparente o seu verdadeiro modo de agir.

Arquiteto: Rafael Iglesia

Local: Argentina, cidade Rosário

Fonte e fotografias: http://www.noticiasarquitectura.info/especiales/parque_independencia.htm

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Crescent House, Shizuoka, 2008 – Shigeru Ban

março 27, 2010 by Wellington Gasques  
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, INTERNACIONAL, MODERNO

Fachada Crescent House - Shigeru Ban

Essa casa é banhada com um ar de nostalgia, sua forma remete a elevação frontal para o Monte Fuji, tornando a vista um dos cenários mais fortes e finos que poderia existir.

Alem de toda uma fachada envidraçada, a casa tem divisões totalmente “livres” com disposições independentes, pois não exercem função estrutural na casa.

Detalhe da lareira sendo usada como apoio

A mobília compõe uma particularidade, tendo como função a formação de ambiente, apesar de quase não ser encontrada na casa, causando um impacto grande dentro dos espaços, e abrangendo os requisitos mínimos dessa moradia. Tendo como curiosidade mobiliaria essa casa tem uma lareira, onde essa por vez vem a sustenta a “cobertura”, evitando o seu dobramento.

Curvatura estrutural, fachada lateral

A plasticidade realmente impressiona, tendo como objetivo permitir que as pessoas olhem somente para o norte, a idéia de que ter um plano em forma de lua crescente vem a se fechar para o leste, oeste e sul, correspondente ao local e a forma que se parece com um “C”, um caráter que naturalmente sugere a mente quase que de imediato.

Projeção Detalhada

Como opinião particular tenho ainda a visão de que a suspensão da casa implica como fator primordial no desfecho “integração com o entorno”, no contexto de que, o terreno transpasse por todo sua base, vejo como um ponto negativo a elevação do terreno localizado apos a fachada posterior que acaba por deixar se dispersar esse conceito de integração. Obvio que algo tão pequeno não colocaria em xeque a imposição dessa “obra sentimetal” ao olhar contemplante do Monte Fuji.

Shigeru Ban

imagens:http://www.shigerubanarchitects.com/

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Jesolo Lido Condominium- Richard Meier

março 4, 2010 by elivania  
Filed under INTERNACIONAL, Uncategorized

 

“Eu tentei criar um conceito novo de espaço por gastar tempo livre e feriado, enquanto usando dimensões humanas como uma unidade de medida.” Richard Meier  

Jesolo Lido  é um complexo projetado na costa Adriática da Itália com a pretensão de ser residencia e hotel.

O complexo abriga o edificio Jesolo Lido Aldeia( edificio residencial), Jesolo Lido Condominium e Jesolo lido Hotel que se fixam na frente da praia, eles são edificios altos. O Condominium e  o hotel são orientados para manter a visão do mar das profundidades do local e da Aldeia.

O conceito separa as áreas em baixa densidade e densidade alta apresentando a oportunidade para criar sensos diferentes de lugar dentro da mesma área.

Os três projetos são amarrados no eixo de norte ao sul, como um corredor de passeio de ascesso ao público para o litoral.

Todas as torres dos edificios são orientada no eixo norte a sul. E a torre do hotel residencia é orientada para o sul, dispondo apartamentos luxuosos.

OJesolo lido Aldeia possui três andares que consiste em duas partes: o edificio que contem 23 apartamentos com varejo, estando em frente a uma praça que serve de ponto de intervenção e casas que se organizam na lateral de uma pscina e espaço parque.

no programa temos: Jesolo Lido Aldeia, Jesolo Lido Condominium, Jesolo  Lido Residencia hotel e Jesolo Lido hotel.

O Jesolo Lido Condominium se une para o Jesolo Lido aldeia por um idioma arquitetonico comum e praça de entrada aberta. E o edificio tira proveito de luz, visões e a colocação natural.

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Velho + Novo + Harmonia = Tadao Ando

março 2, 2010 by rodolfo davanco  
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL

Fábrica ou Fabrica – 1992 / 2000

Por ser um Centro de Pesquisa de Comunicação de Benetton, o nome dado pelo arquiteto é ambíguo, pois o edifício contém instalações para pesquisas onde aceitam jovens de todo o mundo para estudarem em diversos campos de arte aplicada, como arquitetura, design, fotografia, artes gráficas, cinema. Com isso não se sabe se é uma fábrica de cultura ou foi usado como algum lugar que fabrica a cultura.

www.fabrica.it

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E de repente, surge a luz…

Arquiteto: Tadao Ando

Obra: Church of the Light (Igreja da Luz)

Local: Osaka, Japão

Ano: 1987-89

Área: 113 m²

Imagens: Fontes diversas

Por: Rafaela Perinelli

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Grã ARCHIGRAM

fevereiro 2, 2010 by Yoná  
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Equipe

A arquitetura, entendida tradicionalmente como a arte/ciência de planejar e construir o habitat artificial do homem, sempre foi pensada pelos arquitetos a partir de princípios fundamentais como a rigidez, a estaticidade, a estabilidade e a durabilidade. Mas para o ARCHIGRAM, as vertiginosas mudanças econômicas, sociais e culturais da época solicitavam novas alternativas de planejamento espacial fundamentadas em princípios como a mobilidade, a flexibilidade, a instabilidade, a mutabilidade, a instantaneidade, a efemeridade, a obsolescência e a reciclagem. Eles foram talvez o primeiro grupo de arquitetos a se lançar no mercado como um produto da mídia e projetos experimentais. Os seus projetos procuravam antever e moldar o ambiente futuro, onde o campo da realidade se encontrava com o domínio da ficção. Tudo porque os princípios estavam intrinsecamente relacionados às transformações provocadas pelos novos sistemas de transporte, pelos novos sistemas de comunicação e de informação e pelas novas tecnologias eletrônicas. Seu trabalho apresentava uma visão sedutora de um futuro da era da máquina, de uma sociedade orientada para o consumo, altamente informatizada, nômade.

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