O vazio que se preenche. Angelo Bucci/Alvaro Puntoni

abril 21, 2010 by michel  
Filed under Uncategorized, trabalhos de alunos

             

Morar e trabalhar tudo em um único lugar, é assim que funciona a residência em Carapicuíba na grande São Paulo. A construção localiza-se em um condominio fechado, cuja função é de atender a um programa arquitetônico para uma familia que se constitui em um casal com filho, tendo assim, uma local de trabalho e moradia ao mesmo tempo.            

A casa possui um arquitetura contempôranea encantadora, com um jogo de luz e materiais em plena harmonia com a volumetria do projeto, cuja forma comprimida é elevada por pilares. O bloco superior encontra-se o estúdio da residencia,  possui 3 x 25 metros, fazendo assim um jogo de vazio e cheio em quatro planos de pavimentos.            

O projeto foi eleborado e criado pelos grupo de arquitetos Angelo Bucci e Álvaro Puntoni em 2003.            

 Para mais informações sobre esse maravilhoso projeto acesse Clicando no link aseguir :

http://www.spbr.arq.br/

http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/alvaro-puntoni-e-angelo-bucci-residencia-carapicuiba-16-09-2008.html          

fotos: nelson kon
projeto: spbr.arq.br
maquete: spbr

            

Prancha do Projeto Arquitetônico    

       

            

             

          

          

         

             

  

       

   

       

     

       

        

     

        

    

         
  
  
   

   

 
 
 

  

 
 
 
 

                                                                    Maquetes Fisicas

      

                                                                                                    

  

  

Imagens do Projeto

 

       

                                           

                                            

  

  

       

  

   

   

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A parcialidade da Auto Crítica.

Estive aqui olhando uns trabalhos que fiz, e já tem um tempo que venho pensando nisso, na área da criação principalmente. Simplesmente conclui que eu não sei avaliar sozinho, as coisas concebidas por mim.

Num primeiro momento, no processo de criação você digere o conceito, rumina diversas vezes,  depois vem a idéia, uma coisa mais concreta, e aí você fica sobre ela outra vez durante muito tempo e tenta aperfeiçoá-la de todas as formas. “Um projeto é como uma jóia que você vai lapidando aos poucos”(não me lembro se as palavras foram estas, mas quem disse foi o Marco Aurélio Davanço), também  não sei se o motivo é porque sou um estudante e nem mesmo se só acontece comigo, mas quando você se debruça sobre algum projeto, as lapidações parecem interminavelmente necessárias. E quando as lapidações acabam? No prazo da entrega, eu diria. Não porque elas acabaram, mas porque uma hora você é obrigado a apresentar alguma coisa. Então cheguei a conclusão de que, quanto antes iniciarmos uma coisa, e mais tempo tivermos para fazê-la, melhor o resultado (não precisou ser gênio para concluir isso). Mas também pode ser relativo, quer dizer, quem nunca teve um insight shakesperiano e simplesmente psicografou um croqui? Mais cedo ou mais tarde acontece (ao menos uma vez na vida). Mas esse ainda não é o ponto que quero chegar.

Precisei escrever de uma forma mais descontraída, porque talvez isso seja particular, quer dizer, para falar sobre isso eu só poderia usar meus próprios trabalhos como exemplo.

O ponto é que, talvez, depois que você concluiu, seja um projeto, seja um desenho, uma fotografia, e você entende que aquela forma de expressão é sua (porque é fácil copiar uma coisa e ter certeza de que ela é boa), que aquilo que você criou, faz parte de você, depois de tanto tempo lapidando você já se tornou íntimo daquilo (conhece completamente, como um familiar), depois de tudo, você vai precisar que alguém diga se ficou bom ou não, para ter certeza. Para quem cria, é como uma palavra que depois de ser dita várias vezes, perde seu sentido, se torna pura e neutra, e mesmo com esforço, já não soa como antes. Eu vejo isso também com a criação. Tá na hora de citar exemplos.

É claro que olhando para trás, e analisando os trabalhos que a gente fez (até mesmo do semestre anterior) percebemos quão imaturos em tal assunto éramos, a não ser que o trabalho tenha sido ótimo. Então eu escolhi essa fotografia de um trabalho feito no meu primeiro período aqui na UNIFEV.

Temática: casa

O tema era “casa” , e o recurso era “colagem”. Na época utilizei mais tempo do que deveria para explicar minha idéia, hoje é mais fácil. Eu só poderia expressar casa, com coisas familiares, ela não pode ser um ponto, porque nos mudamos diversas vezes, mas ela é rotina. Então eu juntei diversos objetos do meu cotidiano (o cotidiano daquela época, o que é mais engraçado, hoje, me faz lembrar da minha casa como ela era antes, ela não mudou fisicamente, mas alguns objetos me remetem a acontecimentos daquele tempo. Tem muito tempo que eu não faço mais  kumon, e no caso, as musicas do álbum elephunk estavam entre as mais tocadas, olha que só tem dois anos). Mas na ocasião, era o que era familiar pra mim, então botei tudo aí no tapete, fotografei, e fiz um pôster tamanho A0. Fiquei muito satisfeito com o resultado, a fotografia estava no álbum do Orkut, e no plano de fundo da área de trabalho. Só que, não muito tempo depois, a foto começou a me causar um ligeiro desconforto, por vezes eu pensava “onde eu estava com a cabeça?”. Eu tratei de sumir com a foto, me sentia exposto demais com ela lá, pra todos verem. Concluí que ela merecia ter um fim, não era legal (eu desenterrei ela das profundezas desse pc só pra postar aqui , sabendo que mais tarde eu vou me arrepender disso).

A foto exemplifíca bem o fator tempo na criação, até hoje eu acho que o conceito é legal, mas agora vejo que ela não é tão boa  (por isso vê se pára de olhar pra ela).

É claro que eu prefiro citar exemplos que foram elogiados (porque todos temos trabalhos ruins, como o m do qual eu sinto uma vergonha ordinária), vou deixar de fora os trabalhos que eu tenho certeza que são ruins. E também quero citar outro trabalho, uma animação que algumas pessoas devem ter visto.

Ela foi publicada no post “projetos residenciais unifamiliares do quarto período”, um stop motion, feito com desenhos à mão. Assim que concluí, também fiquei satisfeito, quer dizer, demorei meses, pra fazer um minuto de animação, que por fim, em minha opinião, deixou a desejar, se fosse eu, ia esperar um passeio por dentro da casa, e tudo mais, mas não vem ao caso. Porém, na segunda vez que assisti à animação, vi que talvez não fosse tão legal assim, se não fosse alguém elogiar, eu nem mesmo a teria apresentado, mas como só uma pessoa de fora, imparcial, tem capacidade de avaliar alguma coisa, acreditei, a ponto de mostrá-la para o professor Evandro (olha só) prova de que a opinião de alguém foi algo decididamente necessária. Ainda assim, eu evito ficar assistindo, só de escutar o remix de “Big time sensuality” da Bjork (a música que eu usei no fundo) me vem aquele velho desconforto.

Insegurança, acredito que esta seja a palavra que as pessoas vão querer usar, não acho que ela esteja errada, mas prefiro dizer “bom senso”. Isso porque somos criaturas orgulhosas, ou não, o que nos produz esse bloqueio. Podemos nos surpreender se não formos pessoas com boa auto-estima, ou nos decepcionar se estivermos muito certos do sucesso. Para que isso não aconteça, usemos nosso bom senso. Como? Simplesmente perguntando.

Dessa forma, vemos o quanto é importante a opinião alheia. Eu nao me canso de perguntar, pergunto mil vezes, para inúmeras pessoas, estabeleço uma média com as respostas obtidas, e sei se o referido objeto de trabalho é bom ou ruim. Isso porque sou consciente, que a minha opinião sobe as minhas coisas, é distorcida pela parcialidade e auto crítica, parece complicado, mas é simples. É só excluir as opiniões das pessoas das quais você já sabe o que vai responder.

Salvo exceções óbvias, é importante que as outras pessoas opinem, infelizmente porque para qualquer arquiteto, seria simples concluir, por exemplo, que o projeto ficou bom, e fim. Assim como é importante dizer para o amigo (e não se esqueça disso) que o trabalho ficou péssimo (não precisa usar essa palavra), se a roupa está boa, se o projeto ficou ruim, se foi bom pra você, e se o post ficou bom.

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Serpentine Gallery Pavilion 2009 de Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa

Bom, não sei se essa é a melhor forma de se iniciar minha apresentação, porém como sou eu que estou escrevendo, vai ser assim mesmo.

Primeiramente gostaria de pedir que você que está lendo pare de ler por um instante, somente observe as imagens abaixo,( e/ou se possível assistam o vídeo)  não desça até o final da página antes de analisar atentamente as imagens. Read more

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Você está preparado para o fim dos tempos?

Uma grande faixa de luz no céu cega repentinamente…
uma baforada de ar quente rasga as faces desprotegidas da multidão
O sol se esconde onde antes não havia nuvens:
o azul do mar cobre e toma lugar do límpido céu azul.

Bombas atômicas, tsunamis, enchentes, nunca estiveram tão próximos… fungando em nosso presente. Por isso a Capsule-Corp® projetou a mais nova capsula particular: a cápsula pós-apocalíptica.

Com a ajuda de cientistas da NASA, nossa cápsula foi projetada para proteger você das mais perigosas radiações, graças à seu revestimento de RXF1, que, baseado no polietileno, é  mais resistente e leve do que o alumínio, podendo ser transportado facilmente.
‘Este novo material é único, no sentido de que ele combina propriedades estruturais excelentes com elevadas propriedades de proteção,’  explica Nasser Barghouty, cientista chefe do Projeto Escudo de Radiação, do Centro de Vôos Espaciais Marshall”.

Uma estrutura pneumática recobre a superfície da cápsula podendo, a qualquer momento, ser acionada, fazendo-a boiar em caso de enchentes, protege-la contra a queda de ruínas de um edifício ou, até mesmo, contra uma guerra civil.

http://www.plataformaarquitectura.cl/2007/05/20/demoleran-la-torre-nagakin-de-kisho-kurokawa/

fonte: http://www.plataformaarquitectura.cl/2007/05/20/demoleran-la-torre-nagakin-de-kisho-kurokawa/

Além dos reservatórios de comida e água, sob a poltrona em seu interior, a cápsula possui pequenas capsulas (verrugas) que podem ser encaixadas, em sua estrutura, como parasitas, servindo de abastecimento ou suporte para objetos e animais.

Assim como a Capsule Tower (1971) de Kisho Kurokawa, estas cápsulas são inseridas em andares de prédios abandonados meio à cidade devastada. Servindo de abrigo para uma nova comunidade: os sobreviventes.

prancha original

trabalho da disciplina de Construções Plásticas – 2009 (UFU)

proposta: equipamento urbano

docente: Adriano Canas

discentes: Guilherme V. Cuoghi e Gabriel B. Bordignon

fontes: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010130050902

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TFG 2009

Apresentação dos Trabalhos Finais de Graduação de 2009 do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário de Votuporanga – UNIFEV.

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Projetos Habitação unifamiliar. 4oPeríodo

 

Apresentação dos projetos de habitação unifamiliar desenvolvidos pelos alunos dos 4 períodos, matutino e noturno, para a disciplina de Projeto II sob orientação do professor dr.evandro fiorin.
2 semestre 2009.

VICTOR LOCATELLI (diurno)

10 Planta- Superior - Victor Locatelli Garcia Corte A-A - Victor Locatelli Garcia
16 15 09

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SÉRGIO DANIEL (noturno)
5

1 PRANCHA-1-E-2-PAVIMENTOS PRANCHA-CORTES
3 4 PRANCHA-ELEVACOES-SE-NE

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 VICTOR NAKABASHI (diurno)

DSC07641 DSC07644 DSC07647
DSC07683 planta-terreo planta-superior

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TALITA TIEMI SEMURA (diurno)

3

1 2 4
5 6 7 8

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JOSÉ LUIZ DE BARROS LELLIS (noturno)

Foto-0081

Foto-0019 Foto-0020 Foto-0056 Foto-0070
Foto-0078 1 2 3

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PAULO CORREA (noturno)

Projeto-Evandro-Model4

Projeto-Evandro-Model  Projeto-Evandro-Model2 Projeto-Evandro-Model3

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Alunos do último ano participam do UNIC – UNIFEV

Os alunos Bianca Mazelli e Thiago Miranda Luchi particparam do UNIC – UNIFEV Congresso de iniciação científica do Centro Universitário de Votuporanga. Seus Trabalhos Finais de Graduação renderam elogios dos discentes e docentes presentes no evento, todos demonstrando grande interesse pelas ações do curso de arquitetura e urbanismo. Essa iniciativa dos referidos alunos também contribui para disceminar idéias e incentivar outros alunos a fazerem o mesmo.

Bianca Mazelli

Bianca Mazelli

Foto-0011

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