site sobre arquitetura brutalista

agosto 31, 2010 by equipemonolitho  
Filed under NACIONAL

O site Arquitetura Brutalista é um ambiente de estudo de importantes obras da arquitetura brasileira sob coordenação da Prof.Dra. Ruth Vera Zein. O site bilíngue (português/inglês) possibilita a pesquisa por nomes das obras ou dos arquitetos, configurando um excelente arcabouço de pesquisa. Com textos, fotos e plantas, possibilita de forma coerente a compreensão das obras analisadas, sendo ainda de fácil navegação e entendimento dos objetivos da pesquisa.

SITE ARQUITETURA BRUTALISTA

De acordo com o site:

“A pesquisa “Arquitetura Paulista Brutalista: 1953-1973”  apresenta uma seleção de 78 obras dentre as mais significativas que podem ser situadas nessa  tendência arquitetônica, e organiza em formato digital as informações básicas -  textuais  e iconográficas -  de cada obra.

A publicação desse material de consulta tem como objetivo ampliar a divulgação da arquitetura paulista,  e brasileira de uma maneira geral,  permitindo o acesso às informações tanto aos estudantes, arquitetos, professores, como a  todos os interessados no estudo da arquitetura como manifestação cultural, e colaborando assim para o reconhecimento da qualidade e importância  das obras   da Arquitetura Brutalista, situando-as em seu momento histórico e analisando-as segundo um enfoque crítico arquitetônico.”

Popularity: 3%

A Construção do Conceito de Habitação Mínima no Brasil

.

O trabalho aborda a construção do conceito de habitação mínima no Brasil, na década de 1930 e 1940, e de como as idéias precursoras do Movimento Moderno, discutidas nos primeiros Congressos de Arquitetura Moderna (CIAM), foram absorvidas pelos profissionais envolvidos com a questão.

LEIA O ARTIGO COMPLETO EM PDF

.

Popularity: 21%

Respeitoso, correto e integrador. – Museu do Pão, Ilópolis – RS

maio 3, 2010 by Marcus Pereira  
Filed under CONTEMPORÂNEO, NACIONAL

 

  

Museu do Pão, localizado em Ilópolis.

  

Localizado em Ilópolis, cidade pouco conhecida do interior gaúcho, o prédio em concreto e vidro, é ligado a um moinho de madeira inaugurado em 1930, respeitando e integrando, sem deixar de ter sua marca própria no edifício que abriga o Museu do Pão e a Escola de Panificação.  

 

Antigo e Contemporâneo, em plena harmonia.

   

 O projeto é  do Brasil Arquitetura, que tem como sócios os arquitetos Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz, conferindo-lhes o prêmio Rino Levi, conferido pela IAB/SP 2008 e o prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo IPHAN, na categoria preservação de bens móveis e imóveis, chegando a chamar a atenção de um dos principais críticos de arquitetura do mundo, Josep Maria Montaner. 

  

Os moinhos possuem formas simples e diretas.

   

  

Esses moinhos possuem formas simples e diretas, praticamente puras, nisso se encaixam muito bem ao lado arquitetura contemporânea. Desse modo, o edifício contemporâneo não se omite nem tampouco se sobrepõe, um completando o outro.  

Passarela interligando o antigo e o contemporâneo.

O conjunto reúne um módulo de concreto e vidro, que é elevado do chão, integrando o espaço com objetos e instrumentos usados nos moinhos, painéis sobre a história dos prédios e um pequeno auditório ligado por uma passarela ao antigo moinho de madeira com cobertura inclinada.

 

O módulo de concreto e vidro, que é elevado do chão.

“A italianada estranhou no começo. Era uma estrutura muito nova para a cidade. Mas agora já virou ponto turístico” 

Ismael Rosset, funcionário da instituição. 

Objetos e instrumentos usados nos moinhos e painéis sobre a história dos prédios.

  

 

  

  

  

  

  

A Escola de Panificação que segundo os arquitetos, funciona como um coração do organismo vivo que é o museu, encontra-se em uma nova estrutura retangular, ligada ao antigo moinho. O moinho conta com os equipamentos de moagem funcionando normalmente e são ativados a pedido dos visitantes. 

Escola de Panificação

  

  

  

  

  

  

  

“Imaginamos um museu vivo, não pode se ater somente à exposição. Então, criamos uma oficina de panificação, que é o coração do museu.” 

Marcelo Ferraz, arquiteto do projeto. 

Abaixo segue um video feitos por alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Feevale da sua visita ao Museu do Pão em Ilópolis.

Museu do Pão – Ilópolis/RS

Fotos: 

Nelson Kon 

Fontes: 

http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/168/brasil-a-celebracao-da-madeira-73550-1.asp Acesso em 09/04/2010. 

http://brasilarquitetura.com/projetos.php?mn=7&img=001&bg=img&mn2=92 Acesso em 09/04/2010. 

http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=814 Acesso em 09/04/2010. 

  

Popularity: 31%

Casa Paraty . Marcio Kogan

abril 30, 2010 by Fernanda Rizzatto  
Filed under CONTEMPORÂNEO, NACIONAL

Como os projetos de Marcio Kogan resultam na maioria das vezes em caixas e ortogonalidade, a Casa Paraty não foi diferente. Localizada no Rio de Janeiro,  a Casa Paraty tem o seu acesso somente por barco.

 

 

Sensação que a grande caixa de concreto está flutuando em meio a Mata Atlântica e a outra caixa se apoiando levemente; Na verdade a casa possui um balanço de 8 metros e está “encostada” na montanha;

  

Logo na sua entrada , encontra-se uma banheira e uma piscina bem próximas ao mar e que se confundem com ele pois são revestidas com pedras brasileiras dando uma tonalidade à água. Segue as fotos abaixo.

Ligando a área da piscina com o interior da casa existe um ponte metálica sobre um espelho d’água dando numa escada para o acesso à primeira caixa,  com uma extensão de 27 metros, ela possui uma abertura, em uma parte com janelas de vidro de correr, a outra parte é aberta (varanda) essa abertura têm uma visão para o mar. Os ambientes da “primeira caixa” são o de estar, refeições e a área de serviço.

A janela de vidro toda aberta;

A cozinha também possui uma grande abertura, tendo uma boa iluminação natural e ventilação;

  

Na área de estar estão a coleção dos móveis modernos do casal proprietário da casa.

Na foto a cima dá para ter uma boa visualização da relação interior e exterior;

Passando para a segunda caixa (pela mesma escada do térreo) encontra-se os dormitórios,  os quais sua vedação foi feita por ripas de eucalipto. Nas coberturas das caixas possuem terraços que servem como mirante e cultivo de plantas.

Caixa de vidro cercando a escada;

As três fotos à cima mostra a textura do concreto e o terraço;

Vista de um dos terraço para o mar;

Fachada

Corte

Prêmios:

(informação do site do arquiteto)

 

Fotos:

Nelson Kon

Fontes:

http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/marcio-kogan-residencia-paraty-09-11-2009.html

http://estilo.uol.com.br/ultnot/2010/01/20/casa-premiada-de-marcio-kogan-tem-concreto-armado-aparente-em-natureza-quase-intocada.jhtm

http://imoveis.estilors.com.br/2009/11/01/conheca-a-linda-casa-de-parati-de-marcio-kogan-arquitetos/

http://www.marciokogan.com.br/

Popularity: 35%

Para que mudar de casa? Mude sua Casa! TIC TAC House

abril 13, 2010 by Natanael Guimarães  
Filed under CONTEMPORÂNEO, NACIONAL

Adeus tédio! A tic Tac House é uma casa conceitual, criada para que possamos  dar de vez um “adeus” aos espaços fixos dos nossos modelos de residência tradicional.
 

Projetada pelos amigos arquitetos do escritório FGMF (Forte, Gimenes e Marcondes Ferraz), á pedido da conceituada revista britânica Wallpaper para seu anuário 2009, onde destaca os 30 mais promissores escritórios de arquitetura e onde pela primeira vez um escritório brasileiro ganhou destaque.
 

Vamos ao projeto
 

A casa possui  cinco módulos, sendo eles  um fixo e os outros quatro móveis. Compacta ela possui  70m².
 


 

O módulo central é fixo, onde se localiza toda a parte hidráulica da casa, ou seja, área de cocção e higiene.
 

Os demais módulos se movimentam através de trilhos podendo formar diversas configurações.
 


 


 

De acordo com sua configuração a casa pode ocupar de 70m² á 400m² tamanho total de sua superfície.
 

Ela também possui uma estrutura pergolada sobre um grande pórtico que se movimenta de um lado á outro da casa, conforme sua necessidade e nova configuração, através de rodízios presos a estrutura que deslizam pelos trilhos.
 


 


 


 


 

 Maquete virtual.
 


 


 


 

Maquete física.
 


 


 


 


 


 


 


 


 

Uma ótima sacada,  “Ela manifesta a necessidade constante de mudança: ninguém age da mesma maneira na parte da manhã, tarde ou noite.  Ninguém ainda reage da mesma forma para diferentes estações do ano … então por que nossas casas são sempre as mesmas? “, explicam os arquitetos.
 

Créditos:
 

imagens capturadas do site do FGMF

Popularity: 40%

A casa das duas paredes – Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz

abril 9, 2010 by Victor Nakabashi  
Filed under CONTEMPORÂNEO, NACIONAL

Imagem de fora, nota-se o muro e a relação da casa com o verde

A casa das duas paredes projetada pelos arquitetos Forte, Gimenez e Marcondes, destaca-se pela simplicidade conceitual e estrutural. Mesmo sendo um projeto simples, mas ao mesmo tempo muito interessante e bem pensado, a ideia dos arquitetos era integrar a casa com o local e que a casa tivesse uma ótima relação com o meio ambiente, a casa foi pensado por meio da topografia.

A grande preocupação dos arquitetos é manter o conforto térmico, sempre agradável para os moradores da casa, por isso, a casa apresenta muros verdes em suas laterais, que não tem apenas a função de muro de arrimo, possui outras funções, como canalizar o ar, expandir as condições de ventilação e também a função de proteção dos raios solares, esses muros são os que sugerem o título para esse projeto.

Imagem por cima a noite, observar os espaços vazios e a quantidade  de vidro utilizado no projeto

Imagem de cima a noite, nota-se muito vidro no projeto e os espaços vazios deixados pelos arquitetos

Imagem do interior da casa, mostrando a relação interior x exterior

É uma casa bem arejada que utiliza bem o paisagismo. E sua divisão é bem elaborada, a residência é dividida em três níveis, o primeiro, o nível mais baixo encontra-se um espelho d’água com plantas e árvores, o segundo, intermediárias são onde se encontram três pequenos volumes, a sala, cozinha e quartos totalmente envidraçados e por fim os espaços abertos entre esses volumes, onde surgem árvores e onde se pode contemplar uma bela vista. 

Enfim, é um programa simples que apresenta uma solução muito interessante, a localização da casa, as reentrâncias, os pontos cegos são pequenos detalhes que dão uma grande diferença no projeto final e esses detalhes que fazem com que o morador se sinta bem, confortável e ao mesmo tempo integrado com o meio ambiente. 

Pavimento superior

Pavimento térreo

Implantação

fonte:
http://www.fgmf.com.br

Popularity: 36%

Residência do City Boaçava.

março 27, 2010 by Elaine Siveti  
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, NACIONAL

Residência do City Boaçava.

A residência localizada no bairro City Boaçava em São Paulo, projeto do escritório MMBB Arquitetos, os arquitetos portanto tinham que solucionar a demanda de grandes espaços em terreno relativamento compacto, onde levariam em conta a topografia e as restrições locais.

A residência apresenta duas grandes empenas, de ordem de 15 metros de comprimento de 4 à 6,5 de altura, onde sinaliza o máximo de ocupação do lote.

Também apresenta balanços de cerca de 6 metros na direção das fachadas, posicionados centralmente nas empenas, com distância de 5 metros entre si, apresenta também 4 pilares redondos, dois em cada empena, contudo forma se um volume conciso de concreto, que parece flutuar sobre o térreo livre, pois os grandes fechamentos não chegam ao solo do terreno em aclive. Na casa do City Boaçava então há uma sutil variação de partido: a geratriz do projeto são as empenas e não o volume que elas conformam.

Esses elementos estruturais criam interessante tensão na percepção de como se sustenta a edificação. Essa qualidade é otimizada pelo fato de o par de pilares frontal estar isolado do convívio social da casa, no piso inferior da garagem, com isso, parece então que todo o volume construído se apóia apenas em dois pontos estruturais.

O propósito do projeto era justamente isolar a residência em seu entorno imediato, os arquitetos conseguem isso quando construído grandes abas laterais onde ela conformam sob a laje de piso do pavimento superior, pois elas acabam minimizando a percepção da existência de edificações vizinha, também entra em cena o pátio central e descoberto, que setoriza os espaços frontal e posterior da moradia, concluindo trata se de uma super abertura entorno do qual estão organizados, no pavimento superior, os setores íntimos transversais e uma grande sala longitudinal.

É interessante notar na casa do City Boaçava, que o posicionamento desalinhado das escadas dão acesso ao piso superior  e á cobertura, onde apresenta um espelho d`água contínuo e um grande deque de madeira.

térreo com destaque para o balaço estrutural, onde mostra também os brises horizontais de proteção.

Detalhe de transpasse da empena em relação à laje do piso superior.

As escadas ocupam visualmente o espaço do pátio aberto, dando acesso assim para o subsolo, o pavimento superior e a cobertura.

Cobertura com vista para os detalhes do deque e do espelo d`água , onde salienta visualmente o pátio central e os corrimãos.

Plantas e Cortes.

Ficha técnica

Residência Unifamiliar
Local – Cidade São Paulo, SP
Início do projeto – 2004
Conclusão da obra – 2008
Área do terreno – 480 m2
Área construída – 300 m2
Arquitetura MMBB Arquitetos – Fernando de Mello Franco, Marta Moreira e Milton Braga (autores); Ana Carina Costa, Marcelo Maia Rosa, Márcia Terazaki, Marina Acayaba, Marina Sabino e Thiago Rolemberg (colaboradores)
Estrutura – Companhia de Projetos
Instalações elétricas e hidráulicas – MBM
Construção – Bremenkamp
Fotos – Nelson Kon

Sites de Pesquisas- www.mmbb.com.br

www.arcoweb.com.br

Popularity: 58%

Teatro Oficina – O Nó do Te-ato

março 21, 2010 by Paulo Correa  
Filed under NACIONAL, PROJETO

Arquiteta: Lina Bo Bardi
Local: São Paulo, Brasil
Ano: 1980-1984

_______________________________

Antes de desatar o NÓ, temos que fazer a corda.

_Para onde devo olhar? Para esquerda ou direita, para frente ou para trás? Ops!! Me desculpe, estou bem no caminho…!

_Não, não…você já faz parte da peça, não saia daí!! _Agora já devo ir, estou aqui só de passagem…

Pronto, o NÓ esta feito e a cena montada, é esta a sensação de quem vai ao OFICINA, de que o teatro virou rua e que a rua agora é um teatro.

Depois de sua reconstrução o OFICINA ganhou um toque de BO BARDI, LINA uniu o cinema, a TV, o que é físico e abstrato, o pensamento do homem e sua realização, fez o teatro virar de fato “teatro”.

A arquitetura criada e modificada por si só, já é uma peça teatral, o teatro ganha vida, tudo se tornou palco, parece mais um picadeiro, mais com a graça do circo de antigamente, com todo a sua magia e encanto.

Tudo só é possível pela integração: público e atores, mas isso só acontece pela flexibilidade de adaptação do local, o projeto de LINA prevê galerias  que suspendem o público sobre a peça e ao mesmo tempo os torna peça; bancos que vão para qualquer lugar, juntamente com quem está sentado neles, o teatro é só palco, tudo se torna peça.

A arquitetura, o público e os atores se unem no espaço OFICINA, cada um deles é a ponta de uma corda, tornando este ato no “teatro”, formando o NÓ do “TE-ATO”.

PAULO CORREA

Referências: Todas as fotografias desde post foram retiradas do livro “LINA BO BARDI – Teatro Oficina 1980-1984″

Popularity: 40%

Residência R. L. (São Sebastião – SP) – Andrade Morenttin Arquitetos

Projeto realizado em plena mata atlântica no litoral paulista o pequeno pavilhão de férias foi desenhado por Vinícius Andrade, Marcelo Morettin e Lua Nitsche.

A idéia dos arquitetos foi pensa a casa como a sua característica principal, ou seja, o abrigo para o homem em meio à natureza. A escolha exata do ponto de implantação foi feita in loco: uma pequena clareira suportou as medidas da construção sem a necessidade de derrubar árvores ou arbustos.

A residência é toda aberta para a mata.

O pavilhão está implantado de forma ortogonal em relação às divisas do lote, densamente coberto com árvores nativas e com topografia quase plana.

Ele contém 4,8 x 12 x 2,5 metros (57,60 m²), suspenso 70 cm do solo para livrar-se da umidade da região, está sobre seis pilares de concreto, de seção quadrada

Um de seus aspectos interessantes é o contraste entre a estrutura de madeira, com as marcas do tempo, e o uso de elementos industrializados, como os painéis de fechamento e os caixilhos.

O fechamento externo da residência foi solucionado criando um sistema constituído por duas camadas sobrepostas. A primeira pele – a exterior – é feita com painéis de tela de poliestireno com malha de 2,5mm x 2,5mm que impede a entrada de insetos e permite a ventilação permanente dos espaços internos; a segunda pele é constituída por um sistema de fechamento em vidro com janelas basculantes cujos suportes e perfis de fixação são levíssimos, proporcionando uma transparência total e a cobertura consiste em um sanduíche de madeira impermeabilizada (por cima) e do tipo OSB (por baixo).

O desejo foi criar um volume cuja materialidade – dada especialmente pela pele dupla – permitisse diferentes leituras da inserção da casa na natureza, em função das suas características tanto miméticas quanto de reação às variações climáticas. Assim, dependendo da luz incidente e da posição relativa do observador, da casa e da mata, teríamos “a arquitetura se afirmando ora como uma caixa de luz, ora como objeto opaco, ora como volume translúcido, ora como um camaleão engolido pela natureza” dizem os arquitetos

Fontes:

FOTOS: João Nitsche

http://www.andrademorettin.com.br

http://www.arqbrasil.com.br

http://www.arcoweb.com.br

Popularity: 100%

Laboratório de Pesquisa Ecológica e Educação

março 4, 2010 by elivania  
Filed under NACIONAL

As duas caixas sobrepostas, com espelho d’água na cobertura do volume inferior, formam um ponto branco em meio à paisagemFoi analizado seu entorno e prosposto uma obra que marcasse o limite permitido para novas construções na gleba.

Sua implantação se da de frente para reserva ambiental que faz parte do campus, em Anapolis.

ImplantaçãoNa foto é possivel ver a forma do predio e sua localização, de como foi pensado para obter um contraponto com sua localização. 

•Construida sobre o conceito de racionalidade.

 •Os dois pavilhões brancos, sobrepostos transversalmente e implantados de modo a intervir o mínimo no terreno em declive, ocupam um ponto previamente desmatado bem no limite da reserva ambiental que faz parte da gleba. Elevado, o edifício toca o terreno em apenas seis pontos, o que preserva o solo e favorece a vista dos ambientes internos para a paisagem protegida.planta térrea

corteNeste corte temos a visao das caixas sobrepostas.

A edificação caracteriza-se por duas caixas brancas de alvenaria sobrepostas transversalmente, que parecem flutuar sobre o terreno.Construindo um delicado contraponto à paisagem do cerrado

O edifício toca o solo em apenas seis pontos. O acesso é feito por rampa que conduz diretamente ao laboratório

Nesta foto abaixo tem se o deque sobre o espelho d’água funciona como mirante. As crianças têm acesso ao local para ver os peixes e

coletar amostras de água.

Internamente, o acabamento repete a idéia de simplicidade exterior e exibe pilares de concreto aparente, lajes de concreto polido servindo diretamente como piso, guarda-corpos de aço e panos de alvenaria pintados de branco.

Laboratório de Pesquisa Ecológica e Educação Científica da Universidade Estadual de Goiás
Local Anápolis, GO
Início do projeto 2006
Conclusão da obra 2008
Área de intervenção 900 m2
Área construída 210 m2
Arquitetura Alexandre Ribeiro Gonçalves (autor); Alice Miranda e Átila Costa Lessa (colaboradores) Estrutura e fundações CFM – Christian Moreira

Popularity: 20%

Uma Pitada de Fantasia.

março 3, 2010 by vanessa novais  
Filed under NACIONAL

Edifício Landmark

Arquitetura: Botti Rubin Arquitetos – Marc Rubin e Alberto Botti (autores)

O Edifício de planta ovalada e com gabarito reduzido, os volumes do pavimento ovulado surge das torres redondas de ocupação difícil  que é resolvida através de varias opções de layout proposto pelo escritório. Para facilitar o projeto pensou -se em uma periferia composta por arcos de circo, evoluindo para uma planta eliptica. A planta em elipse surge com evloução da torre europeia proposta por Le Corbusier. Read more

Popularity: 20%

Capela, Tatuí, SP

março 3, 2010 by Bruno Motta  
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, MODERNO, NACIONAL, PROJETO

Assinada por Beatriz Meyer, a capela de aspecto simples e delicado é o terceiro trabalho da arquiteta neste sítio na região de Tatuí, SP – antes vieram a reforma da casa e a construção de um volume anexo para abrigar um escritório. Duas dessas obras lhe renderam muito. Em 2005, a residência conquistou o primeiro lugar na premiação Planeta Casa; e a proposta da capela foi a terceira colocada na edição 2007 do Prêmio Jovens Arquitetos, promovido pelo IAB/SP.
 

O ponto escolhido para a implantação da capela situa-se em uma área plana, entre duas linhas de grandes pinheiros, que configuram uma moldura verde e determinam a atmosfera de paz e imersão na natureza. Para tirar partido desse contexto, a arquiteta idealizou um conjunto de extrema simplicidade, composto apenas por estrutura e cobertura de madeira e fechamento em vidro.

A estrutura é composta por pilares suspensos, que não tocam o piso nem as vigas, parecendo flutuar no espaço. “Eles estão ligados por conectores metálicos”, diz a arquiteta. O posicionamento dos pilares, paralelos às linhas de pinheiros, demarca caminhos laterais que conduzem ao altar. diz a arquiteta que “havia voltado de uma viagem ao Egito e repetiu no projeto essa característica dos templos antigos”, detalha Beatriz. Toda a estrutura é independente dos caixilhos e não interfere com os amplos panos de vidro, que chegam a ter 3,60 metros de altura na parte mais elevada. Fabricados com cedro, esses caixilhos são pivotantes e abrem-se para fora, liberando espaço para circulação e para que pessoas em pé possam acompanhar os ritos religiosos.

A cobertura também parece flutuar sobre o templo e é caracterizada por amplos beirais, com balanços que chegam a três metros. Ela é constituída por manta impermeabilizante, apoiada sobre chapas e forro de madeira. Nos beirais, as vigas afinam nas extremidades, reforçando a idéia da leveza estrutural para quem visualiza o
templo pelo lado externo.
Erguida com pedra, a parede de fundo tem estrutura independente. Ela é marcada pela cruz de posicionamento assimétrico, na pedra e com fechamento em vidro pelo lado externo. Exceto pelo ponto de luz sobre o altar, todos os demais foram instalados no piso, de modo a valorizar o ritmo dos pilares. Internamente, o piso emprega assoalho de demolição, contrastando com o tijolinho de junta seca. Os móveis também foram desenhados por Beatriz e os bancos em palhinha, que oferecem 24 lugares, foram inspirados em sofás de antigas fazendas.

A capela está posicionada entre duas linhas de pinheiros.

fonte: Nanci Corbioli
ArcoWeb. PROJETODESIGN

Popularity: 66%

MASP – Museu de Arte de São Paulo

O edifício do MASP já faz parte da arquitetura de são Paulo, é considerado um marco na historia da cultura brasileira, pois seu acervo é o mais importante da America do sul, inserindo o MASP ao lado dos maiores museus do mundo. Sua vista, e a peculiaridade da estrutura tornou o MASP um dos cartões postal de São Paulo.

Read more

Popularity: 64%

MUBE-Museu Brasileiro de Esculturas

fevereiro 27, 2010 by paulaborges  
Filed under ESTRUTURA, MODERNO, NACIONAL, PROJETO

O Museu Brasileiro da Escultura Marilisa Rathsan (Mube) é o resultado da mobilização dos moradores de um dos bairros de São Paulo o Jardins contra a construção de um Shopping Center. Liderados pela criadora, fundadora e presidente da Sociedade Amigos do Museu (SAM), Marilisa Rathsan, após 20 anos a Prefeitura cedeu em comodato à construção do museu, sendo a concretização de um sonho, quase inatingível, de sua presidente, artista plástica, única mulher a construir um museu no Brasil.

A escolha de Paulo Mendes da Rocha foi dada por meio de concurso. Sua visão impregnada de uma necessidade de modernidade condizente de um ideal de Brasil, mas a modernidade sem a perda de uma identidade universal, o domínio tecnológico como processo unificador, a elaboração de estéticas que contenham níveis de racionalidade, dando expressão de beleza às necessidades, o olhar e o pensar o cotidiano e a vida em suas dimensões essenciais.

A representação da ecologia pelo jardim de Burle Marx não seria apenas um jardim do Museu, mas parte integrante da área de exposições ao ar livre idealizado pelo Arquiteto Paulo Mendes da Rocha pelo simples fato do jardim ser o Museu. Para não se tornar uma construção convencional com recuos laterais, frente e fundos e analisando as condições topográficas do terreno, o Arquiteto definiu um Museu semi-subterrâneo aproveitando o desnível e a construção aflora na entrada pela Rua Alemanha. Essa solução auxilia a acústica e térmica da área enterrada. A solução para a proteção da área externa foi uma grande e perfeita horizontal, perpendicular a avenida Europa. A altura tem referências á escala das esculturas e escala humana de 2,30m.

Instalações:

Sala Burle Marx                Auditório

O Museu tem em suas instalações Sala de exposições, aulas de arte e Auditório. Recebe exposições itinerantes nacionais e internacionais com área de aproximadamente 1.400 m2.

Os Ateliês Oficinas com 600 alunos contam com cursos e workshops mestrados por ótimos profissionais artistas plástico, críticos e historiadores de arte. O auditório tem capacidade para 200 lugares sempre realizando mostras, filmes, slides, dança, debates, congressos e etc. Sempre trazendo cultura em diferentes mídias.

PLANTA ESTRUTURAL

PAREDES ESTRUTURAIS

FOTOS DO PROJETO:

Popularity: 68%

Álvaro Siza. Fundação Iberê Camargo

fevereiro 26, 2010 by Gabriela Grassato  
Filed under ESTRUTURA, NACIONAL, PROJETO

Fundação Iberê Camargo

Maio/2008 – Porto Alegre – RS.

Área: 8.250m².

Arquiteto: Álvaro Siza ( português formado pela escola de Arquitetura da Universidade do Porto, Siza procura trabalhar em seus projetos a complexidade formal e especialmente a simplicidade do desenho, dando ênfase nos planos horizontais, na clareza das formas e no requinte dos espaços).

Premiações: Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2002; Prêmio de tecnologia e construtividade.

Construtora: Camargo Corrêa em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Fotos: Elias Herrmann; Elvira T. Fortuna; Mathias Cramer; Fábio Del Re. Read more

Popularity: 54%

Teatro? Oficina!

fevereiro 26, 2010 by Yoná  
Filed under NACIONAL, PROJETO

Obra  Teatro Oficina

Arquitetos  Lina Bo Bardi / Marcelo Suzuki

Localização  Bexiga, São Paulo – SP

Ano  1974

É dia de te-ato! Era uma vez uma fachada cinzenta, como um rito de passagem. Tudo corria bem quando de repente Read more

Popularity: 35%

os gêmeos

janeiro 3, 2010 by Gabriela Grassato  
Filed under ARTDESIGN, NACIONAL

Os grafiteiros Gustavo e Otavio Pandolfo tiveram seus primeiros trabalhos executados no Cambuci, bairro da zona sul de São Paulo onde nasceram, e, influenciados pelo irmão mais velho Arnaldo, transformaram o hobby em profissão e estão “conquistando” o mundo espalhando suas obras por diversos países (Estados Unidos, Alemanha, Itália, Grécia, Inglaterra, França, Holanda, Tóquio, Espanha, Suíça, Cura e muito mais), além de levar pintura, escultura, instalações e até algumas coisas ligadas à música nas várias exposições que realizam por aí. Read more

Popularity: 31%

Próxima Página »