Fujimoto e Ishigami. Entre o futuro primitivo e a natureza ambígua do espaço
maio 29, 2010 by andre eichemberg
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Ambos, Sosuke Fujimoto e Junya Ishigami fazem parte da nova geração de arquitetos japoneses que, além deles, inclui outros importantes nomes, como Tezuka Architects, Shigeru Ban e Sanaa-Kazuyo Sejima, todos com visões instigantes e inovadoras do espaço e do fenômeno arquitetônicos, e das relações profundas entre arquitetura e cidade. O que destaca os dois primeiros é a inusitada e difícil incursão de pensar a arquitetura a partir do seu início, antes da arquitetura estar solidificada enquanto ciência e arte do construir.
O escritório Sou Fujimoto Architects, localizado em Tóquio, Japão, lançou recentemente o livro Primitive Future, que além de apresentar os principais projetos do grupo, discorre sobre a estimulante e fecunda concepção de futuro primitivo. Esse conceito parte da dicotomia entre a caverna e o ninho, a primeira enquanto concepção criativa e libertadora no espaço e o segundo enquanto exercício funcional e preciso do espaço, e dá corpo a um pensamento arquitetônico que aponta para a solução dessa dicotomia.
Já o jovem e promissor Junya Ishigami ganhou destaque após ser o arquiteto responsável pela obra-instalação do Japão na 11ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza de 2009 com seu trabalho Natureza Extrema: paisagem de espaços ambíguos, que traduz seu original pensamento da relação intrínseca entre arquitetura e natureza. Ishigami trabalhou durante anos no escritório de Kazuyo Sejima – SANAA e agora desenvolve seu pensamento em trabalhos audaciosos e instigantes. Suas obras mesclam o universo da arte, design, arquitetura e paisagem, como podemos perceber em Table de 2005, uma mesa com 9,5 metros de largura e apenas 3 milímetros de espessura, em Ballon de 2007, uma instalação de um balão de 14 metros de altura e pesando 1 tonelada que flutua sobre os visitantes e o projeto Kanagawa Institute of Technology em 2008 que contém 305 delgadas colunas dispersas aleatoriamente criando uma leveza e transparência singulares ao edifício.
Arquitetura antes da arquitetura de Sou Fujimoto
A arquitetura de Sou Fujimoto nos transporta para uma experiência do espaço ainda não estratificada, ainda não estabilizada entre os limites da visão de mundo convencional, ainda não dobrada dentro de nós como uma potencialidade que talvez jamais se materialize. Pelo contrário, vivenciamos, de início, o silêncio exuberante e solene que enche o interior da caverna e a virtualidade pura diante de nós. Em seguida, disposições de elementos que são ora piso ora teto, ora ambos, ora alçapão ou clarabóia, mas também ambos. Entre uma linha projetual e a cor branca não há distância, pois é a própria natureza da relação que muda. Não há arquitetura confinada aos limites das suas funções bem conhecidas, pois a percepção ainda sonda as possibilidades da caverna, e a arquitetura ainda terá de esperar séculos para nascer.
Fujimoto apoia-se em seu conceito de futuro primitivo, cuja proposta é de se instaurar, criativamente e projetualmente, no momento antes do surgimento da arquitetura. Sua arquitetura não define uma distinção formal clara entre piso, parede, estrutura, cobertura; nem funcional entre descanso, trabalho, estar, contemplar, permanecer. De certa forma, Fujimoto nos apresenta uma leitura precisa da ambiguidade, instabilidade e fluidez característicos de nossos tempos.
Então, vislumbramos as insinuações de uma alegria inédita, que nos leva para além de tudo o que já havíamos instaurado, consolidado, padronizado. O tempo é o que nos guia nessa jornada, pois a nossa percepção e o nosso corpo, ao atravessarem a caverna com delicadeza e prudência, a modificam, recebendo informações que não estavam esperando. Se há signos, eles são ambíguos, escorregadios, brincalhões, referências provisórias que pontuam os enclaves do espaço indecidível como cantigas de ninar que fizessem jorrar imagens em nuvens mutantes. A cada piscar de olhos, vemos nossa existência refletida em novas nuanças no ambiente à nossa volta, pois, como nossos antepassados rupestres, ainda nos encontramos em estado bruto.
Por outro lado, no caso das suaves gradações da luz ambiente na Wooden Final House, a luz climática que vemos interage com as “metáforas reais” das várias funções arquitetônicas (mesa, piso, cobertura, paredes, portas e janelas) à medida que nos movimentamos em meio a essas estruturas pré-arquitetônicas feitas de blocos de madeira.
A Wooden Final House parte de um módulo básico, um bloco de madeira de 35 centímetros quadrados, que em conjunto fazem a função de estrutura e dos possíveis espaços de comer, sentar, deitar, contemplar, descansar, estudar, etc.
As funções emergem do espaço virtual que fervilha de possibilidades e se “materializam” numa talvez-janela ou talvez-porta, para logo dar lugar a outra concretização criativa provisória ou quase-provisória que a nossa percepção estabiliza em meio a esse espaço germinal.
A arquitetura de Fujimoto é esse paradoxal estado arcaico futurista, que, em devir constante, une as duas pontas da história da arquitetura, e nos leva a repensar nossos modos convencionais de experimentar as cidades, suas casas e o espaço urbano, as re-existências que incessantemente se recopiam entre os limites do conhecido, do demasiadamente conhecido e, por extensão, da própria arquitetura contemporânea.
Junya Ishigami e a natureza sutil do espaço
A obra Junya Ishigami, apesar de pouco conhecida e divulgada pela mídia, contém uma qualidade inesperada e criativa para a arquitetura nos dias atuais, ligando-se a algumas questões levantadas por Fujimoto. No pavilhão japonês da Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, Ishigami nos transporta para uma outra natureza primitiva do homem com a natureza. Se para Fujimoto o primitivo e o futuro estão ligados conceitualmente ao nos instalarmos antes da arquitetura surgir, para Ishigami há um outro foco dessa relação, pois o que se instala é uma ambiguidade espacial e conceitual entre o homem, a artificialidade e a natureza. Ora vegetação, ora edifício, ora dentro, ora sala, ora estrutura, ora vegetação… o projeto instala-se na incerteza das funções e formas. Essa primordial relação entre universo espacial construído e o delicado e belo tratamento da paisagem foram obtidas pelo trabalho em conjunto com o botânico Hideaki Ohba.
Os limites não ficam claros nem nas relações entre o que é externo e interno, pois natureza e construção são o mesmo, participam de uma mesma matéria informe e enigmática. São as gradações entre diversas escalas que interessam para Ishigami, além da relação gradativa entre natureza e edifício que os torna indistinguíveis entre si.
Os processos de representação de Ishigami também nos chamam a atenção pela delicada e afetiva rede de associações entre a natureza e o homem. Desenhos pequeninos, rabiscados como de uma criança, plantas, flores e árvores misturados às pessoas, aqui também não há distinção ou hierarquia, pois para Ishigami, tanto o homem, o edifício e a planta estão num mesmo patamar de importância.
Em seu projeto Small Island, Ishigami nos conduz para um exercício profundo de seu pensamento, propondo um urbanismo sem ruas, apenas ilhas de formas diversas, minúsculas, grandes, ovais, disformes; cada uma com tipos de vegetações e habitações diferenciadas, misturadas a ponto de serem um só e único ambiente arquitetural. O que prevalece aqui não é tanto a ausência das referências de loteamento e circulação por vias, mas sim a do imbrincamento estético e ético entre o homem e o ambiente, propondo outros modos de morar.
E no projeto T-House, o arquiteto projeta o mesmo sentido de ambiguidade espacial, mas numa típica habitação de dimensões pequenas. Para Ishigami, o projeto seria como estar numa pequena floresta, rica em sua diversidade paisagística, e o morador estaria totalmente imerso nesse ambiente. Podemos perceber suas intenções levadas quase às últimas consequências entre arquitetura e a natureza, pois as funções tais como quarto, banheiro, espaço de jantar ficam soltos em edifícios separados no terreno, interligados apenas pelas gradações e densidades de plantas, flores e texturas.
Obviamente que ainda é prematuro afirmar a importância da obra e pensamento destes promissores arquitetos para o mundo da arquitetura. Em um mundo cuja palavra de ordem é a obsolescência, resta sim, um conjunto de inovadoras ideias para um pensamento ético e estético na arquitetura que compreende a natureza fugidia e ambígua do mundo contemporâneo.
junya ishigami. Kanagawa Institute Technology.
sou fujimoto
links de interesse
Site arquiteto Junya Ishigami. http://www.jnyi.jp
Mais imagens bucar no FLICKR.
maquetes da Wooden House e da N house.
referências bibliográficas
FUJIMOTO, Sou. Primitive Future. Contemporary Architects Concepts Series, vol 1. Inax Publishing, 2008.
Revista 2G, n. 50. Sou Fujimoto, 2009.
ISHIGAMI, Junya. Small Images. Contemporary Architects Concepts Series, vol 2. Inax Publishing, 2009.
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Fazendo uma “nova antiga perdida” Amizade!
abril 23, 2010 by Wellington Gasques
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Φ …
Gostaria por meio desse “post” chegar ao equilíbrio, onde mobiliário e arquitetura não tivessem que usar armas, e sim obter uma “beleza unida”. Vejo todos os dias plantas de uma variedade incrível de construções, onde desenvolvo mobiliários em todos os tipos de ambientes. Sinto-me triste em poder afirmar que, 90% das plantas que chegam as minhas mãos não têm um planejamento adequado para o seu futuro morador.
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A parcialidade da Auto Crítica.
abril 12, 2010 by victor locatelli garcia
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Estive aqui olhando uns trabalhos que fiz, e já tem um tempo que venho pensando nisso, na área da criação principalmente. Simplesmente conclui que eu não sei avaliar sozinho, as coisas concebidas por mim.
Num primeiro momento, no processo de criação você digere o conceito, rumina diversas vezes, depois vem a idéia, uma coisa mais concreta, e aí você fica sobre ela outra vez durante muito tempo e tenta aperfeiçoá-la de todas as formas. “Um projeto é como uma jóia que você vai lapidando aos poucos”(não me lembro se as palavras foram estas, mas quem disse foi o Marco Aurélio Davanço), também não sei se o motivo é porque sou um estudante e nem mesmo se só acontece comigo, mas quando você se debruça sobre algum projeto, as lapidações parecem interminavelmente necessárias. E quando as lapidações acabam? No prazo da entrega, eu diria. Não porque elas acabaram, mas porque uma hora você é obrigado a apresentar alguma coisa. Então cheguei a conclusão de que, quanto antes iniciarmos uma coisa, e mais tempo tivermos para fazê-la, melhor o resultado (não precisou ser gênio para concluir isso). Mas também pode ser relativo, quer dizer, quem nunca teve um insight shakesperiano e simplesmente psicografou um croqui? Mais cedo ou mais tarde acontece (ao menos uma vez na vida). Mas esse ainda não é o ponto que quero chegar.
Precisei escrever de uma forma mais descontraída, porque talvez isso seja particular, quer dizer, para falar sobre isso eu só poderia usar meus próprios trabalhos como exemplo.
O ponto é que, talvez, depois que você concluiu, seja um projeto, seja um desenho, uma fotografia, e você entende que aquela forma de expressão é sua (porque é fácil copiar uma coisa e ter certeza de que ela é boa), que aquilo que você criou, faz parte de você, depois de tanto tempo lapidando você já se tornou íntimo daquilo (conhece completamente, como um familiar), depois de tudo, você vai precisar que alguém diga se ficou bom ou não, para ter certeza. Para quem cria, é como uma palavra que depois de ser dita várias vezes, perde seu sentido, se torna pura e neutra, e mesmo com esforço, já não soa como antes. Eu vejo isso também com a criação. Tá na hora de citar exemplos.
É claro que olhando para trás, e analisando os trabalhos que a gente fez (até mesmo do semestre anterior) percebemos quão imaturos em tal assunto éramos, a não ser que o trabalho tenha sido ótimo. Então eu escolhi essa fotografia de um trabalho feito no meu primeiro período aqui na UNIFEV.
O tema era “casa” , e o recurso era “colagem”. Na época utilizei mais tempo do que deveria para explicar minha idéia, hoje é mais fácil. Eu só poderia expressar casa, com coisas familiares, ela não pode ser um ponto, porque nos mudamos diversas vezes, mas ela é rotina. Então eu juntei diversos objetos do meu cotidiano (o cotidiano daquela época, o que é mais engraçado, hoje, me faz lembrar da minha casa como ela era antes, ela não mudou fisicamente, mas alguns objetos me remetem a acontecimentos daquele tempo. Tem muito tempo que eu não faço mais kumon, e no caso, as musicas do álbum elephunk estavam entre as mais tocadas, olha que só tem dois anos). Mas na ocasião, era o que era familiar pra mim, então botei tudo aí no tapete, fotografei, e fiz um pôster tamanho A0. Fiquei muito satisfeito com o resultado, a fotografia estava no álbum do Orkut, e no plano de fundo da área de trabalho. Só que, não muito tempo depois, a foto começou a me causar um ligeiro desconforto, por vezes eu pensava “onde eu estava com a cabeça?”. Eu tratei de sumir com a foto, me sentia exposto demais com ela lá, pra todos verem. Concluí que ela merecia ter um fim, não era legal (eu desenterrei ela das profundezas desse pc só pra postar aqui , sabendo que mais tarde eu vou me arrepender disso).
A foto exemplifíca bem o fator tempo na criação, até hoje eu acho que o conceito é legal, mas agora vejo que ela não é tão boa (por isso vê se pára de olhar pra ela).
É claro que eu prefiro citar exemplos que foram elogiados (porque todos temos trabalhos ruins, como o m do qual eu sinto uma vergonha ordinária), vou deixar de fora os trabalhos que eu tenho certeza que são ruins. E também quero citar outro trabalho, uma animação que algumas pessoas devem ter visto.
Ela foi publicada no post “projetos residenciais unifamiliares do quarto período”, um stop motion, feito com desenhos à mão. Assim que concluí, também fiquei satisfeito, quer dizer, demorei meses, pra fazer um minuto de animação, que por fim, em minha opinião, deixou a desejar, se fosse eu, ia esperar um passeio por dentro da casa, e tudo mais, mas não vem ao caso. Porém, na segunda vez que assisti à animação, vi que talvez não fosse tão legal assim, se não fosse alguém elogiar, eu nem mesmo a teria apresentado, mas como só uma pessoa de fora, imparcial, tem capacidade de avaliar alguma coisa, acreditei, a ponto de mostrá-la para o professor Evandro (olha só) prova de que a opinião de alguém foi algo decididamente necessária. Ainda assim, eu evito ficar assistindo, só de escutar o remix de “Big time sensuality” da Bjork (a música que eu usei no fundo) me vem aquele velho desconforto.
Insegurança, acredito que esta seja a palavra que as pessoas vão querer usar, não acho que ela esteja errada, mas prefiro dizer “bom senso”. Isso porque somos criaturas orgulhosas, ou não, o que nos produz esse bloqueio. Podemos nos surpreender se não formos pessoas com boa auto-estima, ou nos decepcionar se estivermos muito certos do sucesso. Para que isso não aconteça, usemos nosso bom senso. Como? Simplesmente perguntando.
Dessa forma, vemos o quanto é importante a opinião alheia. Eu nao me canso de perguntar, pergunto mil vezes, para inúmeras pessoas, estabeleço uma média com as respostas obtidas, e sei se o referido objeto de trabalho é bom ou ruim. Isso porque sou consciente, que a minha opinião sobe as minhas coisas, é distorcida pela parcialidade e auto crítica, parece complicado, mas é simples. É só excluir as opiniões das pessoas das quais você já sabe o que vai responder.
Salvo exceções óbvias, é importante que as outras pessoas opinem, infelizmente porque para qualquer arquiteto, seria simples concluir, por exemplo, que o projeto ficou bom, e fim. Assim como é importante dizer para o amigo (e não se esqueça disso) que o trabalho ficou péssimo (não precisa usar essa palavra), se a roupa está boa, se o projeto ficou ruim, se foi bom pra você, e se o post ficou bom.
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Casa Gertopan. Javier Corvalan
abril 6, 2010 by naiami
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL, PROJETO
Arquiteto: Javier Corvalan_ Laborátorio de Arquitetura
Equipo de Proyecto: Arq. Ma. Gloria Gutierrez e Arq. Sonia Carisimo
Local: Assunção, Paraguai
Residência unifamiliar
Superfície de terreno: 294 m²
Superfície construída: 199 m²
Ano do projeto: 2007
Ano de construção: 2007
Fotografia: Leonardo Finotti
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Rolex Learning Center – SANAA
abril 3, 2010 by Emílio Bertholdo
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL, PROJETO
Local: Lausanne
Função: Cultura, Educação, Biblioteca
Data de Término: 2010
Área 14375 m2
Arquiteto SANAA Contratante: Losinger Construction
Cliente: Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne
latitude/longitude 46°31′06N 06°34′03E (Switzerland)
Construído no campus da EPFL ( Ecole Polytechnique Fédérale de lausanne, funcionará como um laboratório para o aprendizado, com uma biblioteca com 500.000 volumes e um centro cultural internacional aberto ao público.
Com espaço de 20.000m² oferece uma extensa rede de serviços, bibliotecas, cafés, espaços sociais espaços de estudos e restaurantes e pátios ao ar livre, é um edifício inovador com declives suaves e terraços ondulados em torno de uma série de pátios internos, com apoios quase invisíveis para suportar seu telhado curvo. O edifício é retangular em planta mas devido ao formato e movimento alcançado pelo piso e pelo ele parece ser mais orgânico, o toque do edifício no terreno em alguns pontos, deixando espaço permeável nas ondulações, é um convite aos visitantes para entrarem e
aproveitar do ambiente comum. Os acessos aos pontos altos ou baixos conseguidos devido as ondulações não são feitos pelos elementos tradicionais como escadas e rampas mas pela inclinação conseguida pelos declives do projeto auxiliando que se chegue as partes mais altas sem
dificuldades, os espaços não possuem nenhum tipo de barreira visual ou física uma vez que não há
As zonas de silêncio do edifício com necessidade acústica como a do auditório são separada através das mudanças de altura. A topografia se presta
perfeitamente as necessidades do projeto, os pátios em formas levemente circulares são responsáveis por assegurar a integração social assim como a relação de ligação visual interior – exterior.
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4×4 – TADAO ANDO
março 29, 2010 by BOCCHI
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL, MODERNO, PROJETO
Casa 4×4
Local: Kobe, Japão
Arquitetos: Tadao Ando Architect & Associates
Engenheiro Estrutural: Ascoral Engineering Associates
Empreiteira: NAKATAConstruction
Área do Terreno: 65.42m2
Área Construída: 22.56m2
Área Total: 117.79m2
Estrutura: Concreto armado; 1 Porão e 4 Pavimentos
Principal Uso: Residência particular
Data de término: Março, 2003
O projeto da casa 4×4 de Tadao Ando deu-se por meio de um concurso da Revista Japonesa Brutus, as pessoas deveriam enviar uma carta com sua opinião sobre os projetos que estavam concorrendo.
Como as dimensões dos pavimentos são pequenas, cada pavimento tem uma função; o primeiro pavimento é a entrada, o segundo pavimento consiste de um quarto, o terceiro pavimento é de estudos e o quarto pavimento é a sala e a cozinha com uma vista incrível para o estreito de Akashi, a maior ponte suspensa no Japão, e em frente à ilha Awali.
Esse projeto teve início nos sonhos de Tadao, e ele diz:
“Realmente, temos de levar muito a sério os sonhos.”
Concretizando-se assim a casa, o sonho e um concurso.
Créditos: http://ffffound.com/image/e886ee1d7dbf68160e1b1a8524b87ccfc0c05d65?c=2979088
http://www.japan-architect.co.jp/english/2maga/ja/ja0052/work/work.html
http://www.galiciacad.com/info/info.php3?idbcad=1358
http://da-beer.blogspot.com/2008/02/4×4-house-by-tadao-ando.html
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“final wooden house”- canção para dia de música
março 29, 2010 by joseluiz
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, PROJETO
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Casa em Brejos de Azeitão – Aires Mateus
março 27, 2010 by Gabriela Nogueira
Filed under INTERNACIONAL, PROJETO
Casa em Brejos de Azeitão / Setúbal, Portugal 2001-2003
Por – Aires Mateus
“Para fazer uma casa, agarra-se num punhado de ar e segura-se com umas paredes.”
Uma renovação de uma antiga adega em Setúbal, os valores principais desta casa, são as grossas paredes já existentes no edifício, e o amplo espaço dado entre elas.
VISTA FRONTAL DO EDIFICIO
A dupla de arquitetos Aires Mateus parece fazer o impossível, as paredes deste antigo armazém agarram os volumes (área privada da casa, quartos, banheiros, escritórios…), de forma que fiquem em balanço nas pontas e parecem desabar a qualquer momento sobre o espaço público abaixo.
VISTA DO INTERIOR DO EDIFICIO
O acesso a estes “blocos flutuantes” dá-se por escadas laterais, que ficam embutidas sobre as paredes brancas irradiantes.
DETALHE DO ACESSO AOS BLOCOS PRIVADOS
As antigas muralhas desta adega é o que dá a possibilidade da aproximação do velho com o novo, uma “união paralela” do privado com o público.
RELAÇÃO ENTRE O PÚBLICO E PRIVADO
DETALHE DA COBERTURA
As janelas do edifício dão a entrada da luz natural que é absorvida pelas aberturas nas paredes, e refletida para o espaço interno aberto criado pela ação paredes.
LUZ NATURAL REFLETIDA NO INTERIOR DO EDIFICIO
PLANTA
CORTE
Fontes:
http://anastasialaurenzi.blogspot.com/2009/01/011509.html
http://archidose.blogspot.com/2006/06/half-dose-24-house-in-brejos-de.html
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casa aqua
Arquitetos:ULAB-laboratório Urbano; Rodrigo Mindlin Loeb
local:FEICON de São Paulo-2009
Programa: Habitação sustentável e Ecológica.
Projeto de Setembro de 2008
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Pavilhões Parque Independência
março 27, 2010 by Juliana Hurtado
Filed under INTERNACIONAL, PROJETO
O projeto consistiu na criação de uma infra-estrutura de um parque de diversões no Parque da Independência, na cidade de Rosário. Para este fim, foram projetados dois prédios e um expandido, além das comodidades urbanas existentes e outras instalações do campus.
Os edifícios são pavilhões. Um para banheiros públicos, escritórios e agentes vestiários, e uma projetada para abrigar um salão, um bar local e um envidraçado para jogos eletrônicos. A ampliação do edifício existente foi projetada para que pudesse atuar como um reservatório do parque.
O partido do projeto deu-se através das árvores existentes no parque, pois o contraste delas com a iluminação do céu fazia-se um jogo de luz dando um contraste no local correspondendo ao “O Império das Luzes”.
Pavilhões
O banheiro está localizado na entrada do parque, um modo diferente de localização, pois sempre é colocado em lugares escuros ou de acesso mais difícil, então essa mudança trouxe para essa área mais luminosidade. A estrutura do pavilhão onde ele se localiza é de concreto-armado, com vidros fechados, e é suspensa no ar. Com os vidros translúcidos ao mesmo tempo em que a pessoa tem a privacidade que necessita ele deixa transparecer tanto o lado interior quanto o exterior mostrando a condição humana.
O pavilhão do salão, do bar enfim, integra a natureza ao projeto, as lajes são repousadas sobre toras, onde cortadas em três fatias para facilitar o manuseio e para elas se misturarem com as árvores do parque e dar o ar de não intervenção humana. No interior nada batendo no chão, assim chamado de plano aberto.
Juntas, as duas construções são apresentadas em conflito. O edifício do banheiro está no alto, sua luz assemelha-se a ser suspenso, flutuante, o segundo edifício está resumida na forte presença de troncos de árvore saindo do chão, como as plantas fazem.
Vejo o projeto com um olhar modernista que busca uma relação entre o ser humano o
entorno e a construção.Vãos livres, transparecias e a correlação entre o solo e as paredes
que não se tocam trazem a tona a expressão única de cada individuo interagindo de modo
diferente com os espaços, deixando ainda mais aparente o seu verdadeiro modo de agir.
Arquiteto: Rafael Iglesia
Local: Argentina, cidade Rosário
Fonte e fotografias: http://www.noticiasarquitectura.info/especiales/parque_independencia.htm
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Teatro Oficina – O Nó do Te-ato
março 21, 2010 by Paulo Correa
Filed under NACIONAL, PROJETO
Arquiteta: Lina Bo Bardi
Local: São Paulo, Brasil
Ano: 1980-1984
_______________________________
Antes de desatar o NÓ, temos que fazer a corda.
_Para onde devo olhar? Para esquerda ou direita, para frente ou para trás? Ops!! Me desculpe, estou bem no caminho…!
_Não, não…você já faz parte da peça, não saia daí!! _Agora já devo ir, estou aqui só de passagem…
Pronto, o NÓ esta feito e a cena montada, é esta a sensação de quem vai ao OFICINA, de que o teatro virou rua e que a rua agora é um teatro.
Depois de sua reconstrução o OFICINA ganhou um toque de BO BARDI, LINA uniu o cinema, a TV, o que é físico e abstrato, o pensamento do homem e sua realização, fez o teatro virar de fato “teatro”.
A arquitetura criada e modificada por si só, já é uma peça teatral, o teatro ganha vida, tudo se tornou palco, parece mais um picadeiro, mais com a graça do circo de antigamente, com todo a sua magia e encanto.
Tudo só é possível pela integração: público e atores, mas isso só acontece pela flexibilidade de adaptação do local, o projeto de LINA prevê galerias que suspendem o público sobre a peça e ao mesmo tempo os torna peça; bancos que vão para qualquer lugar, juntamente com quem está sentado neles, o teatro é só palco, tudo se torna peça.
A arquitetura, o público e os atores se unem no espaço OFICINA, cada um deles é a ponta de uma corda, tornando este ato no “teatro”, formando o NÓ do “TE-ATO”.
PAULO CORREA
Referências: Todas as fotografias desde post foram retiradas do livro “LINA BO BARDI – Teatro Oficina 1980-1984″
Popularity: 40%
Você está preparado para o fim dos tempos?
março 19, 2010 by koghi.guilherme
Filed under PROJETO, trabalhos de alunos, ÁREA DE PROJETO, ÁREA DE REPRESENTAÇÃO
Uma grande faixa de luz no céu cega repentinamente…
uma baforada de ar quente rasga as faces desprotegidas da multidão
O sol se esconde onde antes não havia nuvens:
o azul do mar cobre e toma lugar do límpido céu azul.
Bombas atômicas, tsunamis, enchentes, nunca estiveram tão próximos… fungando em nosso presente. Por isso a Capsule-Corp® projetou a mais nova capsula particular: a cápsula pós-apocalíptica.
Com a ajuda de cientistas da NASA, nossa cápsula foi projetada para proteger você das mais perigosas radiações, graças à seu revestimento de RXF1, que, baseado no polietileno, é mais resistente e leve do que o alumínio, podendo ser transportado facilmente.
” ‘Este novo material é único, no sentido de que ele combina propriedades estruturais excelentes com elevadas propriedades de proteção,’ explica Nasser Barghouty, cientista chefe do Projeto Escudo de Radiação, do Centro de Vôos Espaciais Marshall”.
Uma estrutura pneumática recobre a superfície da cápsula podendo, a qualquer momento, ser acionada, fazendo-a boiar em caso de enchentes, protege-la contra a queda de ruínas de um edifício ou, até mesmo, contra uma guerra civil.

fonte: http://www.plataformaarquitectura.cl/2007/05/20/demoleran-la-torre-nagakin-de-kisho-kurokawa/
Além dos reservatórios de comida e água, sob a poltrona em seu interior, a cápsula possui pequenas capsulas (verrugas) que podem ser encaixadas, em sua estrutura, como parasitas, servindo de abastecimento ou suporte para objetos e animais.
Assim como a Capsule Tower (1971) de Kisho Kurokawa, estas cápsulas são inseridas em andares de prédios abandonados meio à cidade devastada. Servindo de abrigo para uma nova comunidade: os sobreviventes.
trabalho da disciplina de Construções Plásticas – 2009 (UFU)
proposta: equipamento urbano
docente: Adriano Canas
discentes: Guilherme V. Cuoghi e Gabriel B. Bordignon
fontes: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010130050902
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“Harmonia/57″
março 16, 2010 by Pâmela Barbiéri
Filed under PROJETO, SUSTENTAVEL
Esse projeto mostra uma preucuoação com o meio ambiente, é uma construção totalmente ecologica.
As paredes sem o acabamento final, tem um aspecto rustico, sem pintura apenas alguns buracos justamente ali colocados para colocar uma camada vegetal.
Para manter essa vegetação sempre impecável construíram um sistema de capitação das águas das chuvas, para poder regar as folhas e como elas são colocadas na vertical, colocaram canos aparentes no exterior da construção acompanhando a parede verde, para que nenhuma parte da vegetação fique sem receber cuidados.

Uns dos pontos interessantes são também as passarelas metálicas usadas pelos arquitetos para a circulação, as grandes janelas que integram o interior de trabalho com o exterior verde, tem também uma espécie de pátio para as pessoas ali presentes conversarem, trocarem ideais e até mesmo ter uma pausa para o descanso.
A volumetria trabalhada se consiste em blocos que são separados, mas ao mesmo tempo ligados por essas passarelas metálicas.
Uma junção muito bem elaborada e criativa entre o moderno e a consciência ambiental.
Ficha Técnica
Equipe TRIPTYQUE :
Laura Bigliassil, Isabella Gebara, Tiago Guimarães, Felipe Hess, Bob Van den Brande, Flavio Miranda, Renata Pedrosa, Marc Roca Bravo, Bruno Simões, Filipe Troncon.
Programa : Atelier de Artista
Localização : Brasil / São Paulo
Ano do Projeto : 2007
Conclusão : 2008
Área : 1100 m²
Fotografias: Nelson Kon / Bruno Simões / Beto Consorte
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Residência R. L. (São Sebastião – SP) – Andrade Morenttin Arquitetos
março 16, 2010 by priscilla prado
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Projeto realizado em plena mata atlântica no litoral paulista o pequeno pavilhão de férias foi desenhado por Vinícius Andrade, Marcelo Morettin e Lua Nitsche.
A idéia dos arquitetos foi pensa a casa como a sua característica principal, ou seja, o abrigo para o homem em meio à natureza. A escolha exata do ponto de implantação foi feita in loco: uma pequena clareira suportou as medidas da construção sem a necessidade de derrubar árvores ou arbustos.
A residência é toda aberta para a mata.
O pavilhão está implantado de forma ortogonal em relação às divisas do lote, densamente coberto com árvores nativas e com topografia quase plana.
Ele contém 4,8 x 12 x 2,5 metros (57,60 m²), suspenso 70 cm do solo para livrar-se da umidade da região, está sobre seis pilares de concreto, de seção quadrada
Um de seus aspectos interessantes é o contraste entre a estrutura de madeira, com as marcas do tempo, e o uso de elementos industrializados, como os painéis de fechamento e os caixilhos.
O fechamento externo da residência foi solucionado criando um sistema constituído por duas camadas sobrepostas. A primeira pele – a exterior – é feita com painéis de tela de poliestireno com malha de 2,5mm x 2,5mm que impede a entrada de insetos e permite a ventilação permanente dos espaços internos; a segunda pele é constituída por um sistema de fechamento em vidro com janelas basculantes cujos suportes e perfis de fixação são levíssimos, proporcionando uma transparência total e a cobertura consiste em um sanduíche de madeira impermeabilizada (por cima) e do tipo OSB (por baixo).
O desejo foi criar um volume cuja materialidade – dada especialmente pela pele dupla – permitisse diferentes leituras da inserção da casa na natureza, em função das suas características tanto miméticas quanto de reação às variações climáticas. Assim, dependendo da luz incidente e da posição relativa do observador, da casa e da mata, teríamos “a arquitetura se afirmando ora como uma caixa de luz, ora como objeto opaco, ora como volume translúcido, ora como um camaleão engolido pela natureza” dizem os arquitetos
Fontes:
FOTOS: João Nitsche
http://www.andrademorettin.com.br
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SLICE HOUSE – (Casa Fatia)
março 16, 2010 by graziele barradas
Filed under ARTDESIGN, PROJETO
“Um projeto bem criativo para um terreno tão singular”
A Casa Slice, projetada por Procter-Rihl Arquitetos em uma área de 3,7 x 38,5 metros, em Porto Alegre (Brasil), refere-se a arquitetura moderna brasileira, mas, ao mesmo tempo, introduz um elemento novo: a complexidade da sua geometria prismática.
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Capela, Tatuí, SP
O ponto escolhido para a implantação da capela situa-se em uma área plana, entre duas linhas de grandes pinheiros, que configuram uma moldura verde e determinam a atmosfera de paz e imersão na natureza. Para tirar partido desse contexto, a arquiteta idealizou um conjunto de extrema simplicidade, composto apenas por estrutura e cobertura de madeira e fechamento em vidro.
A estrutura é composta por pilares suspensos, que não tocam o piso nem as vigas, parecendo flutuar no espaço. “Eles estão ligados por conectores metálicos”, diz a arquiteta. O posicionamento dos pilares, paralelos às linhas de pinheiros, demarca caminhos laterais que conduzem ao altar. diz a arquiteta que “havia voltado de uma viagem ao Egito e repetiu no projeto essa característica dos templos antigos”, detalha Beatriz. Toda a estrutura é independente dos caixilhos e não interfere com os amplos panos de vidro, que chegam a ter 3,60 metros de altura na parte mais elevada. Fabricados com cedro, esses caixilhos são pivotantes e abrem-se para fora, liberando espaço para circulação e para que pessoas em pé possam acompanhar os ritos religiosos.
A cobertura também parece flutuar sobre o templo e é caracterizada por amplos beirais, com balanços que chegam a três metros. Ela é constituída por manta impermeabilizante, apoiada sobre chapas e forro de madeira. Nos beirais, as vigas afinam nas extremidades, reforçando a idéia da leveza estrutural para quem visualiza o
templo pelo lado externo.
Erguida com pedra, a parede de fundo tem estrutura independente. Ela é marcada pela cruz de posicionamento assimétrico, na pedra e com fechamento em vidro pelo lado externo. Exceto pelo ponto de luz sobre o altar, todos os demais foram instalados no piso, de modo a valorizar o ritmo dos pilares. Internamente, o piso emprega assoalho de demolição, contrastando com o tijolinho de junta seca. Os móveis também foram desenhados por Beatriz e os bancos em palhinha, que oferecem 24 lugares, foram inspirados em sofás de antigas fazendas.
A capela está posicionada entre duas linhas de pinheiros.
fonte: Nanci Corbioli
ArcoWeb. PROJETODESIGN
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MASP – Museu de Arte de São Paulo
fevereiro 27, 2010 by Bruno Rodrigues Catallani
Filed under HISTÓRIA, MODERNO, NACIONAL, PROJETO
O edifício do MASP já faz parte da arquitetura de são Paulo, é considerado um marco na historia da cultura brasileira, pois seu acervo é o mais importante da America do sul, inserindo o MASP ao lado dos maiores museus do mundo. Sua vista, e a peculiaridade da estrutura tornou o MASP um dos cartões postal de São Paulo.
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