A Construção do Conceito de Habitação Mínima no Brasil
junho 1, 2010 by arlete maria francisco
Filed under HISTÓRIA, MODERNO, NACIONAL
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O trabalho aborda a construção do conceito de habitação mínima no Brasil, na década de 1930 e 1940, e de como as idéias precursoras do Movimento Moderno, discutidas nos primeiros Congressos de Arquitetura Moderna (CIAM), foram absorvidas pelos profissionais envolvidos com a questão.
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4×4 – TADAO ANDO
março 29, 2010 by BOCCHI
Filed under CONTEMPORÂNEO, INTERNACIONAL, MODERNO, PROJETO
Casa 4×4
Local: Kobe, Japão
Arquitetos: Tadao Ando Architect & Associates
Engenheiro Estrutural: Ascoral Engineering Associates
Empreiteira: NAKATAConstruction
Área do Terreno: 65.42m2
Área Construída: 22.56m2
Área Total: 117.79m2
Estrutura: Concreto armado; 1 Porão e 4 Pavimentos
Principal Uso: Residência particular
Data de término: Março, 2003
O projeto da casa 4×4 de Tadao Ando deu-se por meio de um concurso da Revista Japonesa Brutus, as pessoas deveriam enviar uma carta com sua opinião sobre os projetos que estavam concorrendo.
Como as dimensões dos pavimentos são pequenas, cada pavimento tem uma função; o primeiro pavimento é a entrada, o segundo pavimento consiste de um quarto, o terceiro pavimento é de estudos e o quarto pavimento é a sala e a cozinha com uma vista incrível para o estreito de Akashi, a maior ponte suspensa no Japão, e em frente à ilha Awali.
Esse projeto teve início nos sonhos de Tadao, e ele diz:
“Realmente, temos de levar muito a sério os sonhos.”
Concretizando-se assim a casa, o sonho e um concurso.
Créditos: http://ffffound.com/image/e886ee1d7dbf68160e1b1a8524b87ccfc0c05d65?c=2979088
http://www.japan-architect.co.jp/english/2maga/ja/ja0052/work/work.html
http://www.galiciacad.com/info/info.php3?idbcad=1358
http://da-beer.blogspot.com/2008/02/4×4-house-by-tadao-ando.html
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casa aqua
Arquitetos:ULAB-laboratório Urbano; Rodrigo Mindlin Loeb
local:FEICON de São Paulo-2009
Programa: Habitação sustentável e Ecológica.
Projeto de Setembro de 2008
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Crescent House, Shizuoka, 2008 – Shigeru Ban
março 27, 2010 by Wellington Gasques
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, INTERNACIONAL, MODERNO
Essa casa é banhada com um ar de nostalgia, sua forma remete a elevação frontal para o Monte Fuji, tornando a vista um dos cenários mais fortes e finos que poderia existir.
Alem de toda uma fachada envidraçada, a casa tem divisões totalmente “livres” com disposições independentes, pois não exercem função estrutural na casa.
A mobília compõe uma particularidade, tendo como função a formação de ambiente, apesar de quase não ser encontrada na casa, causando um impacto grande dentro dos espaços, e abrangendo os requisitos mínimos dessa moradia. Tendo como curiosidade mobiliaria essa casa tem uma lareira, onde essa por vez vem a sustenta a “cobertura”, evitando o seu dobramento.
A plasticidade realmente impressiona, tendo como objetivo permitir que as pessoas olhem somente para o norte, a idéia de que ter um plano em forma de lua crescente vem a se fechar para o leste, oeste e sul, correspondente ao local e a forma que se parece com um “C”, um caráter que naturalmente sugere a mente quase que de imediato.
Como opinião particular tenho ainda a visão de que a suspensão da casa implica como fator primordial no desfecho “integração com o entorno”, no contexto de que, o terreno transpasse por todo sua base, vejo como um ponto negativo a elevação do terreno localizado apos a fachada posterior que acaba por deixar se dispersar esse conceito de integração. Obvio que algo tão pequeno não colocaria em xeque a imposição dessa “obra sentimetal” ao olhar contemplante do Monte Fuji.
imagens:http://www.shigerubanarchitects.com/
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Capela, Tatuí, SP
O ponto escolhido para a implantação da capela situa-se em uma área plana, entre duas linhas de grandes pinheiros, que configuram uma moldura verde e determinam a atmosfera de paz e imersão na natureza. Para tirar partido desse contexto, a arquiteta idealizou um conjunto de extrema simplicidade, composto apenas por estrutura e cobertura de madeira e fechamento em vidro.
A estrutura é composta por pilares suspensos, que não tocam o piso nem as vigas, parecendo flutuar no espaço. “Eles estão ligados por conectores metálicos”, diz a arquiteta. O posicionamento dos pilares, paralelos às linhas de pinheiros, demarca caminhos laterais que conduzem ao altar. diz a arquiteta que “havia voltado de uma viagem ao Egito e repetiu no projeto essa característica dos templos antigos”, detalha Beatriz. Toda a estrutura é independente dos caixilhos e não interfere com os amplos panos de vidro, que chegam a ter 3,60 metros de altura na parte mais elevada. Fabricados com cedro, esses caixilhos são pivotantes e abrem-se para fora, liberando espaço para circulação e para que pessoas em pé possam acompanhar os ritos religiosos.
A cobertura também parece flutuar sobre o templo e é caracterizada por amplos beirais, com balanços que chegam a três metros. Ela é constituída por manta impermeabilizante, apoiada sobre chapas e forro de madeira. Nos beirais, as vigas afinam nas extremidades, reforçando a idéia da leveza estrutural para quem visualiza o
templo pelo lado externo.
Erguida com pedra, a parede de fundo tem estrutura independente. Ela é marcada pela cruz de posicionamento assimétrico, na pedra e com fechamento em vidro pelo lado externo. Exceto pelo ponto de luz sobre o altar, todos os demais foram instalados no piso, de modo a valorizar o ritmo dos pilares. Internamente, o piso emprega assoalho de demolição, contrastando com o tijolinho de junta seca. Os móveis também foram desenhados por Beatriz e os bancos em palhinha, que oferecem 24 lugares, foram inspirados em sofás de antigas fazendas.
A capela está posicionada entre duas linhas de pinheiros.
fonte: Nanci Corbioli
ArcoWeb. PROJETODESIGN
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MASP – Museu de Arte de São Paulo
fevereiro 27, 2010 by Bruno Rodrigues Catallani
Filed under HISTÓRIA, MODERNO, NACIONAL, PROJETO
O edifício do MASP já faz parte da arquitetura de são Paulo, é considerado um marco na historia da cultura brasileira, pois seu acervo é o mais importante da America do sul, inserindo o MASP ao lado dos maiores museus do mundo. Sua vista, e a peculiaridade da estrutura tornou o MASP um dos cartões postal de São Paulo.
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MUBE-Museu Brasileiro de Esculturas

O Museu Brasileiro da Escultura Marilisa Rathsan (Mube) é o resultado da mobilização dos moradores de um dos bairros de São Paulo o Jardins contra a construção de um Shopping Center. Liderados pela criadora, fundadora e presidente da Sociedade Amigos do Museu (SAM), Marilisa Rathsan, após 20 anos a Prefeitura cedeu em comodato à construção do museu, sendo a concretização de um sonho, quase inatingível, de sua presidente, artista plástica, única mulher a construir um museu no Brasil.
A escolha de Paulo Mendes da Rocha foi dada por meio de concurso. Sua visão impregnada de uma necessidade de modernidade condizente de um ideal de Brasil, mas a modernidade sem a perda de uma identidade universal, o domínio tecnológico como processo unificador, a elaboração de estéticas que contenham níveis de racionalidade, dando expressão de beleza às necessidades, o olhar e o pensar o cotidiano e a vida em suas dimensões essenciais.
A representação da ecologia pelo jardim de Burle Marx não seria apenas um jardim do Museu, mas parte integrante da área de exposições ao ar livre idealizado pelo Arquiteto Paulo Mendes da Rocha pelo simples fato do jardim ser o Museu. Para não se tornar uma construção convencional com recuos laterais, frente e fundos e analisando as condições topográficas do terreno, o Arquiteto definiu um Museu semi-subterrâneo aproveitando o desnível e a construção aflora na entrada pela Rua Alemanha. Essa solução auxilia a acústica e térmica da área enterrada. A solução para a proteção da área externa foi uma grande e perfeita horizontal, perpendicular a avenida Europa. A altura tem referências á escala das esculturas e escala humana de 2,30m.
Sala Burle Marx Auditório
O Museu tem em suas instalações Sala de exposições, aulas de arte e Auditório. Recebe exposições itinerantes nacionais e internacionais com área de aproximadamente 1.400 m2.
Os Ateliês Oficinas com 600 alunos contam com cursos e workshops mestrados por ótimos profissionais artistas plástico, críticos e historiadores de arte. O auditório tem capacidade para 200 lugares sempre realizando mostras, filmes, slides, dança, debates, congressos e etc. Sempre trazendo cultura em diferentes mídias.
PLANTA ESTRUTURAL
FOTOS DO PROJETO:
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E de repente, surge a luz…
fevereiro 26, 2010 by Rafaela Perinelli
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Obra: Church of the Light (Igreja da Luz)
Local: Osaka, Japão
Ano: 1987-89
Área: 113 m²
Imagens: Fontes diversas
Por: Rafaela Perinelli
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vitrine estreita
novembro 12, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under INTERNACIONAL, MODERNO, PROJETO

Este projeto inovador, a Show Case, fica na cidade de Antuérpia, na Bélgica, e foi elaborado pelos arquitetos Pieter Peerlings e Silvia Mertens. São quatro andares de 60 metros quadrados estruturados em um esqueleto de aço encaixado entre dois edifícios, lugar onde não se imaginava que algo deste nível pudesse ser construído, pela pequena largura de 2,40 metros. Read more
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FAU-USP
setembro 30, 2009 by christiani gardini
Filed under MODERNO, NACIONAL, URB
“A Fau é um espaço fluido, integrado, somático”.
A pessoa não sabe se está no primeiro andar,
no segundo ou no terceiro”
Vilanova Artigas.
por: Christiani Garcia Gardini
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Arquiteto: Tadao Ando



















