A Construção do Conceito de Habitação Mínima no Brasil
junho 1, 2010 by arlete maria francisco
Filed under HISTÓRIA, MODERNO, NACIONAL
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O trabalho aborda a construção do conceito de habitação mínima no Brasil, na década de 1930 e 1940, e de como as idéias precursoras do Movimento Moderno, discutidas nos primeiros Congressos de Arquitetura Moderna (CIAM), foram absorvidas pelos profissionais envolvidos com a questão.
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MASP – Museu de Arte de São Paulo
fevereiro 27, 2010 by Bruno Rodrigues Catallani
Filed under HISTÓRIA, MODERNO, NACIONAL, PROJETO
O edifício do MASP já faz parte da arquitetura de são Paulo, é considerado um marco na historia da cultura brasileira, pois seu acervo é o mais importante da America do sul, inserindo o MASP ao lado dos maiores museus do mundo. Sua vista, e a peculiaridade da estrutura tornou o MASP um dos cartões postal de São Paulo.
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Grã ARCHIGRAM

A arquitetura, entendida tradicionalmente como a arte/ciência de planejar e construir o habitat artificial do homem, sempre foi pensada pelos arquitetos a partir de princípios fundamentais como a rigidez, a estaticidade, a estabilidade e a durabilidade. Mas para o ARCHIGRAM, as vertiginosas mudanças econômicas, sociais e culturais da época solicitavam novas alternativas de planejamento espacial fundamentadas em princípios como a mobilidade, a flexibilidade, a instabilidade, a mutabilidade, a instantaneidade, a efemeridade, a obsolescência e a reciclagem. Eles foram talvez o primeiro grupo de arquitetos a se lançar no mercado como um produto da mídia e projetos experimentais. Os seus projetos procuravam antever e moldar o ambiente futuro, onde o campo da realidade se encontrava com o domínio da ficção. Tudo porque os princípios estavam intrinsecamente relacionados às transformações provocadas pelos novos sistemas de transporte, pelos novos sistemas de comunicação e de informação e pelas novas tecnologias eletrônicas. Seu trabalho apresentava uma visão sedutora de um futuro da era da máquina, de uma sociedade orientada para o consumo, altamente informatizada, nômade.
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Nossas Raízes! Paulo Mendes da Rocha
janeiro 13, 2010 by marilia vilela
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, HISTÓRIA

laje protendida solta das paredes de pedra
Capela de Nossa Senhora da Conceição
Local Recife, PE
Início do projeto 2004
Conclusão da obra 2006
Área de intervenção 1.300 m2
Área construída 300 m2
Arquitetura Paulo Mendes da Rocha e Eduardo Colonelli (autores); Eduardo Pereira Gurian, Rafael
Baravelli e Laura Guedes (colaboradores)
Fotos Leonardo Finotti.

alpendre

horizontal x vertical
Com as ruínas de um casarão, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha e Eduardo Colonelli, fizeram uma restauração e pequena intervenção, transformando-as em uma capela. Essa interferência foi feita ao colocarem uma grande laje protendida, apoiada apenas por dois pilares (cada um no centro de suas extremidades). Esses pilares se transformam em apoio para a laje, não a deixando tocá-la nas paredes remanescentes, conseguindo também setorizar o interior da edificação. E o conjunto, como um todo, recupera a idéia de abrigo.
Já a restauração acontece na parte externa das ruínas de pedra, onde eram envoltas por blocos cerâmicos. Com eles a implantação torna-se mais imponente meio a generosa área verde. Essas paredes de cerâmica são recuadas cerca de 80 cm das de pedra, com frestas retangulares repetindo em todo o perímetro do edifício formando desse modo varandas no seu exterior, contribuindo mais uma vez para tal ênfase na paisagem.
Assim podemos ver que é possível conservar raízes da nossa história.




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A Arquitetura do Planalto Ocidental Paulista
novembro 26, 2009 by Evanir Moro Peichoto
Filed under HISTÓRIA, SUSTENTAVEL
Característica da arquitetura paulista até início do século XX – a taipa de pilão (taipa: tabique; estuque; parede de barro ou de cal e areia com enxaiméis e fasquias de madeira- taipa de pilão= de cascalhos e saibro socado) com sua tradicional planta bandeirista.
Os paulistas (espírito nômade) trouxeram consigo, também já incorporados ao seu modo de vida, vários costumes indígenas, que influenciariam a culinária e o modo de morar, bem como a técnica de construir.
Os mineiros: pacatos, roceiros e criadores. A arquitetura mineira teve forte influência do Norte montanhoso de Portugal (80% da migração para as minas à época da mineração – século XVIII) mostram indiferentemente os diversos modelos ainda hoje encontrados em Lisboa, Porto, Braga, Viana do Minho e muitos de Trás-os-Montes. Em Minas Gerais o pau-a-pique é conhecido e identificado por taipas de sebe.
Imigrantes italianos: artesãos, carpinteiros, pedreiros, mestres-de-obra (os capomastri), que iriam introduzir na região o ecletismo não oficial, popular, sem os rigores acadêmicos.
De acordo com Carlos Lessa, as origens da arquitetura paulista – e de resto toda a arquitetura brasileira – estão principalmente em Portugal e na oca indígena, influenciada ainda por outros fatores como o clima e os materiais encontrados nestas paragens.
Contribuição portuguesa: séculos XVI e XVII – em relação às técnicas construtivas e aos aspectos formais das edificações do sul de Portugal, região de clima quente e de planícies, veio a arquitetura da terra, do adobe cru seco ao sol, da taipa de pilão, dos tijolos de barro cozido. Caracterizou a arquitetura paulistana até meados do século XIX e do interior paulista até a primeira metade do século XX com o barro socado ou taipa de pilão.
Influência indígena – o rancho de palha (aguarirana) ou sapé, com folhas de coqueiro amarradas por cipó em estruturas toscas de paus roliços, foi a primeira grande aquisição do português junto ao saber fazer do índio.
Assumiram a planta quadrada, mais próxima da realidade portuguesa, com telhado em duas águas; nas paredes, que inicialmente também eram revestidas de palha, com o correr do tempo tornaram-se de pau-a-pique ou taipa de mão (taipa de barro atirado com a mão)..
Os constantes riscos de incêndios, devido às precariedades das construções, fizeram com que o espaço destinado à cozinha fosse transferido para o exterior. O uso de chaminés surge como advento dos imigrantes do final do século XIX.
A adaptação da arquitetura em terras paulistas ocorreu em detrimento do aumento da produção e da expansão cafeeira, com a vinda dos mineiros, com a chegada das ferrovias e com o afluxo de imigrantes, principalmente italianos, fez com que se tornasse mais freqüente o uso da taipa de mão e do tijolo, sendo, então, cada vez menos utilizada a taipa de pilão, principalmente nas frentes pioneiras da Província de São Paulo, principalmente em nossa região, abertas pelos fazendeiros para ampliação dos cafezais, onde o barro socado praticamente inexistiu.
A planta da casa rural paulista foi se amoldando às necessidades locais; o isolamento dos núcleos rurais proporcionou o surgimento de um programa de necessidades muito específico à casa rural brasileira, ocasionando uma reelaboração na planta da casa rural portuguesa, adaptando-a aos trópicos, surgindo cômodos típicos como a capela, o quarto de hóspedes e o alpendre (com particularidades regionais na sua forma devido à diversidade do clima e dos materiais).
Construção sobre plataformas planas artificiais – os terraplanos – para não terem suas paredes prejudicadas pelas águas das enxurradas. Geralmente escolhia-se um terreno situado à meia encosta, próximo a cursos dágua, onde se construía o arrimo de pedras ou mesmo de taipa de pilão e fazia-se o aterro.
Nas casas paulistas entrava-se sempre pelo térreo, escada externa era sinal de influência mineira.
Revestimento das casas era feito por um processo de várias demãos, assim, a primeira era de areia e barro (regularizava sua aspereza); a segunda de lama com fibras vegetais (aumentava a sua resistência); a terceira era de fibras e areia; a quarta de areia, fibras vegetais trituradas e raspas de casca e cal para poder dar uma aparência e textura aveludada; a última demão, com areia e cal ou tabatinga (argila sedimentar, mole, untosa e com certo teor em matéria orgânica), tingia a parede de branco.
UNIFEV- Centro Universitário de Votuporanga:03/06/2005. Curso de Arquitetura e Urbanismo.
Fontes consultadas:
BENINCASA, Vladimir.Velhas fazendas: arquitetura e cotidiano nos campos de Araraquara 1830-1930. São Carlos: EdUFSCar; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2003.
LIMA JÚNIOR, Augusto. A capitania das Minas Gerais. Belo Horizonte: Ed.Itatiaia; São Paulo: Ed.da Universidade de São Paulo, 1978.
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SuperStudio. um avião? um pássaro? ou um bird machine!?
outubro 16, 2009 by fernando lui
Filed under ARTDESIGN, HISTÓRIA, INTERNACIONAL, URB
Membros do Superstudio, 1970.Com foto-colagem, filmes, desenhos, colagens, exposições e histórias de uma nova “cultura de design”, este grupo arquitetônico de Florença se colocou na vanguarda do design na década de 1960. “Apenas conhecendo algo a fundo, é adquirido o direito de negá-lo”. O grupo foi responsável por doutrinas modernista nesta década para depois em 1970 praticar o “não design”. Que foi a ruptura com o esteticismo tão importante e a assimilação de projetos conceituais. Radical, feroz, desafiador dos “modernistas ortodoxos”!

The falling in love machine, 1968.Seus estudos e levantamentos de dados da influência arquitetônica que poderia mudar nossas vidas para melhor e a fé ilimitada na tecnologia expressada também por Archigram e o Studio Alchymia, intrigam até hoje grande arquitetos como Rem Koolhaas e Foreign Office que procuram soluções e utilizam esses conceitos para a evolução de seus trabalhos. Em 60, quando ainda defendiam o modernismo, o grupo passou por uma crise de existência, onde se sentiram culpados pela estagnação intelectual e se crucificavam por ter agravado os problemas sociais, ambientais e políticos do mundo. Só para provar que eram malucos… Raros.
Espaços funcionais livres de objetos supérfluos para uma vida pós-moderna, produtiva e feliz! Quando Mao Tse-tung proporcionou aos intelectuais ocidentais, com seu novo comunismo, uma causa para acreditar na evolução. A resposta do Superstudio foi o desenvolvimento de um “anti-projeto”, negação, não aceitação, ruptura. Agarrado com o pré suposto de que o pensamento convencional é um poderoso, positivo e grandioso remédio para o progresso. Contraditório, não!? Mas muito real.
Twelve ideal cities, 1970.Foi quando surgiu um projeto que definiu a visão do grupo sobre o patrimônio histórico: inundar o centro de Florença ! Simples assim, uma paródia a tendência “salve os centros históricos”.
The Continuous Monument, 1969.Fonte: Design Museum
http://designmuseum.org/design/superstudio
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OÁSIS DE SÃO PAULO
outubro 4, 2009 by christiani gardini
Filed under HISTÓRIA, NACIONAL, URB

foto: www.sampaonline.com.br
Inaugurado: 1954;
Área: quase 1,6 milhão de m²;
Paisagismo: Roberto Burle Marx;
por: Christiani Garcia Gardini
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lina bo bardi. Aula de arquitetura

Obra SESC Pompéia
Arquiteta Lina Bo Bardi
Ano 1977
Localização São Paulo
A obra de Lina Bo Bardi, apesar de possuir raízes identificáveis, não se enquadra a uma corrente arquitetônica, sua obra é única e merece destaque. Sempre há uma idéia forte traduzida em imagens poéticas que a orientam formal e funcionalmente. Porém essa idéia surge para finalizar suas interpretações e decisões tomadas; não é algo alheio a arquitetura que se introduz ao projeto para formalizá-lo.
Um dos pontos mais abordados em seus projetos é o respeito aos lugares onde a obra será implantada, preservando a identidade local e valorizando-a através de elementos modernos. O SESC se origina dessa premissa:
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Cores, Cheiros e Sabores
outubro 3, 2009 by Jéssica Pascoalato
Filed under HISTÓRIA, NACIONAL

Mercado Municipal de São Paulo
Local: Parque Dom Pedro II, São Paulo
Arquiteto: Ramos de Azevedo
Data da Construção: 1926 a 1932
Fonte:http://www.mercadomunicipal.com.br/hist.html
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o treeem desandou…
outubro 2, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under ESTRUTURA, HISTÓRIA, NACIONAL, URB

Obra: Estação da Luz
Engenheiro: Henry Driver
Local: São Paulo, SP
Projeto: 1867
Imagens: Gabriela e Fickr
……………o trem desandou, coração pirou e perdeu o freiooo! Rs..é minha gente, o fim de semana chegou. Mas vamos lá conhecer e compartilhar mais um pouco da nossa arquitetura.
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frank lloyd wright
outubro 1, 2009 by Bruno Rodrigues Catallani
Filed under ESTRUTURA, HISTÓRIA, INTERNACIONAL

Foi um dos arquitetos mais importantes do século XX, suas idéias e obras influenciaram os rumos da arquitetura moderna. Considerado peça chave da arquitetura orgânica que foi representada no projeto Fallingwater House (casa da cascata).
Acreditava que cada projeto deveria ser individual, de acordo com sua localização e finalidade, e também que a arquitetura não era só uma questão de habilidade e criatividade, mas deveria transmitir felicidade. Dizia que “a forma e a função são uma só″.
Nome: Frank Lloyd Wright
Nacionalidade: Estado Unidos
Nascimento: 8 de Junho de 1867
Falecimento: 9 de Abril de 1959 (91 anos)
Projetos significantes: Robie House, Fallingwater House, Johnson Wax Building, Solomon R. Guggenheim Museum,Westcott House, Florida Southern College, Massaro house.
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diller scofidio. high line
setembro 24, 2009 by fernando lui
Filed under CONTEMPORÂNEO, ESTRUTURA, HISTÓRIA, SUSTENTAVEL

Arquiteto: Diller Scofidio + Renfro
Obra: The High Line, Public Park
Ano: 2009
Projeto estrutural de Field Operations
Por: Fernando A. C. Lui
Esta, queridos companheiros e companheiras de caminhada, é a High Line. Um projeto realizado por mais um grupo interdisciplinar de sucesso, Diller Scofidio + Renfro, com o escritório estacionado em “I ♥ NY” o grupo alça vôo pelo mundo todo com projetos cada vez mais importantes para a história da arquitetura. Já consolidado na cena internacional de formadores de tendências arquitetônicas. A High Line é um parque com 2,4 Km em meio à “floresta de pedras mor”, ligando Broadway a Manhattan. É uma revitalização muito bem sucedida de uma antiga linha ferroviária que cortava a querida “New York, New York” cantaria ilustríssimo Frank Sinatra.
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