The Second Sun, um segundo Sol.

Uma das maiores conseqüências visíveis deixadas em Chicago pela crise econômica mundial de 2008 foi sem dúvidas, o grande rombo na superfície da cidade feita pelo gigantesco arranha-céu projetado pelo “celebradíssimo” (segundo thechicagospire.com) arquiteto, Santiago Calatrava. O projeto tratava-se da construção de uma torre que seria a edificação residencial mais significante do mundo. Com seus 610 metros de altura, prometia ainda, ser a maior torre estadunidense construída.

Decorrentemente, criou-se uma enorme cratera com 26,40 metros de diâmetro e 22 metros de profundidade num terreno circundado por um rio e um lago próximo à Michigan Avenue.

Uma vez que o projeto inicial teve sua maquete de formato sugestivo descartada, juntamente com a possibilidade de construção de outro arranha-céu em seu lugar, o Chicago Architectural Club tomou a iniciativa de criar um concurso para que estudantes e profissionais da arquitetura do mundo inteiro, tivessem a oportunidade sugerir o destino, ainda que temporário, do local.

No entanto, ninguém foi mais criativo que Alex Lehnerer, Meghan Funk e Lyndsay Pepple da própria cidade. A proposta consiste inicialmente num grande balão luminoso e amarelo, o “second sun”. Como uma forma de “rolha” alternativa para o problema, o Second Sun (ou o segundo sol), ora taparia o grande buraco, ora estaria suspenso no ar preso por cabos. “A estrutura pode atingir grandes alturas. Nenhum ponto de vista de Chicago é melhor do que um piso a uma altura superior a 2000 pés. Valhamos ainda a concorrer com as estruturas mais altas do mundo, podemos simplesmente comprar mais alguns cabos” diz a prancha à deboche. O projeto liderado por Lehnerer, não só se mostrou o mais inusitado, como também abordou o “buraco” de tal maneira a qualificá-lo como uma entidade já existente, irremediável, o projeto desenvolve-se a partir dele sem a retirada de sua essência, enquanto os demais participantes, fizeram dele um outro projeto.

A estrutura flexiona-se ainda, a ponto de “escolher com liberdade” qualquer dos quatro patamares abaixo do que seria o lobby para ser seu piso térreo, de acordo com a altura em que o balão se encontrar. Todo o complexo (ou the hole site) caracteriza-se como um local de convívio e lazer, que além de contar com o buraco (1), conta ainda com um cul-de-sac (2), com piscinas (3), campo de futebol (4) e quadras de basquete (5).

As pranchas contidas neste post foram cedidas pelo líder do grupo autor, Alex Lehnerer, ao monolitho para este fim.

outras informações sobre o concurso podem ser encontradas no http://www.chicagoarchitecturalclub.org

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SuperStudio. um avião? um pássaro? ou um bird machine!?

outubro 16, 2009 by fernando lui  
Filed under ARTDESIGN, HISTÓRIA, INTERNACIONAL, URB

Membros do Superstudio, 1970. Membros do Superstudio, 1970.

Com foto-colagem, filmes, desenhos, colagens, exposições e histórias de uma nova “cultura de design”, este grupo arquitetônico de Florença se colocou na vanguarda do design na década de 1960. “Apenas conhecendo algo a fundo, é adquirido o direito de negá-lo”. O grupo foi responsável por doutrinas modernista nesta década para depois em 1970 praticar o “não design”. Que foi a ruptura com o esteticismo tão importante e a assimilação de projetos conceituais.  Radical, feroz, desafiador dos “modernistas ortodoxos”!

The falling in love machine, 1968. The falling in love machine, 1968.

Seus estudos e levantamentos de dados da influência arquitetônica que poderia mudar nossas vidas para melhor e a fé ilimitada na tecnologia expressada também por Archigram e o Studio Alchymia, intrigam até hoje grande arquitetos como Rem Koolhaas e Foreign Office que procuram soluções e utilizam esses conceitos para a evolução de seus trabalhos. Em 60, quando ainda defendiam o modernismo, o grupo passou por uma crise de existência, onde se sentiram culpados pela estagnação intelectual e se crucificavam por ter agravado os problemas sociais, ambientais e políticos do mundo. Só para provar que eram malucos… Raros.

Espaços funcionais livres de objetos supérfluos para uma vida pós-moderna, produtiva e feliz! Quando Mao Tse-tung proporcionou aos intelectuais ocidentais, com seu novo  comunismo, uma causa para acreditar na evolução. A resposta do Superstudio foi o desenvolvimento de um “anti-projeto”, negação, não aceitação, ruptura. Agarrado com o pré suposto de que o pensamento convencional é um poderoso, positivo e grandioso remédio para o progresso. Contraditório, não!? Mas muito real.

Twelve ideal cities, 1970. Twelve ideal cities, 1970.

Foi quando surgiu um projeto que definiu a visão do grupo sobre o patrimônio histórico: inundar o centro de Florença ! Simples assim, uma paródia a tendência  “salve os centros históricos”.

The Continuous Monument, 1969. The Continuous Monument, 1969.

Fonte: Design Museum

http://designmuseum.org/design/superstudio

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Fernando de Mello Franco. construção da urbanidade em São Paulo

outubro 16, 2009 by Gabriela Grassato  
Filed under URB

Marginal do Rio Tietê Marginal do Rio Tietê

Pessoal, encontrei este artigo no site vitruvius, originalmente publicado na Folha de São Paulo e escrito pelo arquiteto Fernando de Mello Franco, que conheceremos em breve, sobre o que ele acha sobre o fenômeno da urbanização metropolitana. Enfim, vamos ler mais sobre o tema da nossa semana, o urbanismo.

Fotos: Nelson Kon

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Em recente debate sobre a Nova Marginal, ocorrida na Folha de São Paulo em 10/09/09, o Governador José Serra responde aos críticos dessa obra com as seguintes perguntas: “Qual é a proposta deles? Destruir as marginais? E o pessoal vai andar de burrinho para ir até Guarulhos?”

Não há dúvida de que as tropas de mulas foram fundamentais para nossa história. Ampararam as incursões coloniais que desbravaram nossa hinterlândia. Permitiram transgredir o Tratado de Tordesilhas, o que resultou na formalização do território nacional em sua dimensão continental. Mas trata-se de uma alternativa anacrônica, assim como a promoção do sistema de transporte individual, baseado em energias poluentes, também o é.

É sintomático que a resposta do Governo venha através da assessoria da Dersa, empresa de desenvolvimento rodoviário, cuja missão não é promover urbanidade. Todos sabemos o quão nocivas são as rodovias, quando implantadas no interior do tecido da cidade. E esta parece ser parte da questão: pensar as marginais como sistema rodoviário, sem olhar para o fenômeno metropolitano como um todo.

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A agenda para o século XXI é outra. Diante dos crescentes problemas ambientais, do incremento da mobilidade e da consolidação de nossa condição urbana, é necessário pensar outros modelos para a cidade.

Nesse ano, a Universidade de Harvard promoveu o seminário “Ecological Urbanism”. A proposta era expandir as discussões sobre sustentabilidade, até então focadas na eficiência energética das edificações, para os modelos de urbanização. O debate reforçou a defesa do adensamento em oposição à dispersão e o fomento dos sistemas coletivos de transporte em oposição ao sistema individual.

Esse é um modelo conhecido em São Paulo. Em seu livro A estruturação da Grande São Paulo, o geógrafo Jurgen Langenbunch explica a modernização da metrópole a partir do trinômio “ferrovia, abundância de água, terrenos planos e baratos” que indicou as várzeas da “Bacia de São Paulo” como território estratégico para a lógica industrial. Até sermos submetidos à hegemonia do sistema rodoviário, a urbanização metropolitana estruturou-se pelo adensamento em torno das polaridades definidas pelas estações do sistema ferroviário. Naquele momento, a linha do Tramway de Santo Amaro passava por onde hoje é o aeroporto de Congonhas, assim como o Tramway da Cantareira, com seus múltiplos ramais, ligava o centro da cidade com o Campo de Marte e a Base Aérea de Guarulhos, onde hoje se instala Cumbica. Melhor modelo já existiu, portanto.

É preciso saber avançar no enfrentamento das questões trazidas pela contemporaneidade, ao invés de permanecermos no erro histórico do modelo de avenidas de fundo de vale. Vivemos um momento especial na história das cidades. A “cidade moderna” cede espaço para a “cidade contemporânea”, permitindo-nos pensar a mudança. No caso de São Paulo ela pode ser feita, estrategicamente, sobre a atualização das formas de uso da estrutura complexa das suas várzeas. Os 270km de trilhos urbanos preexistentes, a escassez dos recursos hídricos e a disponibilidade do vasto parque fabril subutilizado, demandam um outro equilíbrio entre as diversas forças que disputam o território.

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O PITU – Plano Integrado de Transportes Urbanos – é um importante começo. Ao articular todas as modalidades de transporte, oferece as bases para o avanço. Ele indica que as áreas adjacentes aos trilhos urbanos são algumas das áreas de menor densidade habitacional de São Paulo. A dinamização do sistema pressupõe, consequentemente, a prioridade dos investimentos. Pois, além de amparar o adensamento, oferece alta capacidade e não é poluente.

Há um acervo valiosíssimo de reflexões acadêmicas produzido pela USP, entre outras universidades. Esse acervo é enriquecido pelas pesquisas financiadas pelos órgãos de fomento, como a Fapesp. Há ainda os registros do “Urban Age”, evento que contou com o apoio oficial do Estado. O resultado foi a publicação, pela Imprensa Oficial, da pesquisa que a London School of Economics vem realizando sobre nosso futuro urbano. Nesses textos, o debate se afasta da manutenção do sistema “rodoviarista” como solução responsável.

Portanto, as alternativas que o governador solicita existem e podem ser facilmente acessadas por aqueles que as promovem. Essa constatação nos sugere propor uma questão como resposta: qual o melhor caminho para fazer articular o pensamento crítico, financiado pelas instituições públicas, com as ações efetivas do Estado?

Artigo originalmente publicado no jornal Folha de S. Paulo, 17 set. 2009, p. A3.

Fernando de Mello Franco, arquiteto (1986) e doutor (2005) pela FAUUSP. Professor da Universidade São Judas Tadeu. Sócio do escritório MMBB arquitetos.

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OÁSIS DE SÃO PAULO

outubro 4, 2009 by christiani gardini  
Filed under HISTÓRIA, NACIONAL, URB

foto: www.sampaonline.com.br

foto: www.sampaonline.com.br

Inaugurado: 1954;

Área: quase 1,6 milhão de m²;

Paisagismo: Roberto Burle Marx;

por: Christiani Garcia Gardini

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lina bo bardi. Aula de arquitetura

outubro 4, 2009 by Yoná  
Filed under ARTDESIGN, CONTEMPORÂNEO, HISTÓRIA, NACIONAL, URB

Rampas

Obra  SESC Pompéia

Arquiteta  Lina Bo Bardi

Ano  1977

Localização  São Paulo

A obra de Lina Bo Bardi, apesar de possuir raízes identificáveis, não se enquadra a uma corrente arquitetônica, sua obra é única e merece destaque. Sempre há uma idéia forte traduzida em imagens poéticas que a orientam formal e funcionalmente. Porém essa idéia surge para finalizar suas interpretações e decisões tomadas; não é algo alheio a arquitetura que se introduz ao projeto para formalizá-lo.

Um dos pontos mais abordados em seus projetos é o respeito aos lugares onde a obra será implantada, preservando a identidade local e valorizando-a através de elementos modernos. O SESC se origina dessa premissa:

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o treeem desandou…

outubro 2, 2009 by Gabriela Grassato  
Filed under ESTRUTURA, HISTÓRIA, NACIONAL, URB

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Obra: Estação da Luz

Engenheiro: Henry Driver

Local: São Paulo, SP 

Projeto: 1867

Imagens: Gabriela e Fickr

……………o trem desandou, coração pirou e perdeu o freiooo! Rs..é minha gente, o fim de semana chegou. Mas vamos lá conhecer e compartilhar mais um pouco da nossa arquitetura.

 

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arquitetura sustentável

outubro 2, 2009 by Vinicius Buzatto  
Filed under SUSTENTAVEL, URB

sustentabilidade

Atualmente, os edifícios são os principais causadores de impactos ambientais, pois são eles que consomem mais da metade da energia utilizada nos países desenvolvidos.

A idéia de Arquitetura sustentável contesta o edifício como obra de arte e respeita o meio ambiente cujo comprometimento é a de construir com menos impacto ambiental e ainda viável economicamente.

A construção de um projeto que busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição.

“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” (YEANG,1999)

Fonte: http://www.criaarquiteturasustentavel.com.br/

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ópera de Oslo

outubro 1, 2009 by rodolfo davanco  
Filed under INTERNACIONAL, URB

Oslo 01

Nome: Ópera de Oslo

Local: Bjorvika, Oslo, Noruega

Arquiteto: Escritório Snohetta

Prêmio: Mies van der Rohe 2009

Cliente: Ministério para Assuntos Culturais e Religiosos

Área: 38,500 m²

Início da Construção: 2004  //  Conclusão: 2007

Estrutura: Reinert Engineering ANS

Projeto Cenotécnico: Theatre Project Consultants

Artistas: Kristian Blystad, Kalle Grude, Jorunn Sannes, Astrid Løvaas og Kirsten Wagle

Acústica: Brekke Strand Akustukk, Arup Acoustc

Fotografia: Snohetta, Nina Reistad, Statsbygg, Erik Berg & Nicolas Buisson

Fonte: http://concursosdeprojeto.org/

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metamorfose

Renzo-Piano

“A verdadeira universalidade na Arquitetura se realiza através do legado das raízes, a gratidão pelo passado e o respeito pela genealogia”,

Renzo licenciou-se em 1964 na Escola de Arquitetura do Instituto Politécnico de Milão. Enquanto estudante, trabalhou num projeto sob a orientação de Franco Albini, visitando regularmente os edifícios que o seu pai coordenava, visto que este trabalhava no ramo da construção civil. Entre 1965 e 1970, terminou sua formação e realizou algumas experiências de trabalho através de viagens de estudo à Grã-Bretanha e América. Em 1971, Piano fundou a agência “Piano & Rogers” com Richard Rogers, seu sócio no projeto do Centro Pompidou em Paris. Mais tarde, em 1977, fundou o ateliê “Piano & Rice” juntamente com Peter Rice, uma personalidade profissional que havia trabalhado com Renzo Piano em muitos projetos, parceria esta que se prolongou até à data do seu falecimento, em 1993.

Finalmente, Piano fundou o seu atual ateliê em Gênova, conhecido como “Renzo Piano Building Workshop”, criando paralelamente, escritórios independentes em Paris e Gênova.

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iluminação artística

outubro 1, 2009 by Vinicius Buzatto  
Filed under ARTDESIGN, ESTRUTURA, URB

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Designer Sueco, Alexander Lervik destina seus trabalhos a peças de mobilia, ferragens, objetos utilitários e iluminação. Seu principal dominio está na iluminação onde faz-se revelar mais consistente, ele descobriu que tudo pode emitir luz, onde alguns trabalhos são completamente práticas e outras desconcertantes.

Estas árvores artificiais, são formadas por cerca de 2 km de feixe de fibra óptica, moldadas em estrutura de aço, mudando constantemente de cor.

Na escuridão as luzes podem servir como luminárias de rua.

Designer: Alexander Lervik

Site Oficial: www.lervik.se Read more

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preto no branco

outubro 1, 2009 by Gabriela Grassato  
Filed under NACIONAL, URB

ft2

Estúdio Leme
Local São Paulo, SP
Início do projeto 2006
Conclusão da obra 2006
Área do terreno 170 m2
Área construída 150 m2
Arquitetura Metro Arquitetos Associados – Anna Ferrari, Gustavo Cedroni e Martin Corullon (autores)
Construção José Teles Marinho da Silva
Imagens Gabriela

 

Por: Gabriela Riva Grassato

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Bolinha amarelinha

outubro 1, 2009 by Yoná  
Filed under ARTDESIGN, URB

Yayoi Kusama

Artista Yayoi Kusama

Obsessão pelo ritmo, repetição e acumulação…

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mais pega fogo, cabaré

outubro 1, 2009 by Rafaela Perinelli  
Filed under CONTEMPORÂNEO, SUSTENTAVEL, URB

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Obra: Projeto de Modernização e Ampliação do histórico “Cabaret Moulin Rouge”

Arquiteto: Luis de Garrido

Colaboração: Arq. Dorota Kesicka

Local: Paris, França

Imagens: Rafaela Perinelli, Revista aU

Por: Rafaela Perinelli

O arquiteto espanhol, Luis Garrido, pretende transformar o “Cabaret Moulin Rouge” em um complexo cultural sustentável. Uh lá lá…

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uma ponte "qualquer"

outubro 1, 2009 by Gabriela Grassato  
Filed under ESTRUTURA, INTERNACIONAL, URB

1236681098_2[1]DUBAI GATEWAY/HERITAGE CROSSING

Dubai – Emirados Árabes – EAU

Competição – Terceiro Lugar

12/2008

COOP HIMMELBLAU

Imagens:

www.coop-himmelblau.at

Por: Gabriela R. Grassato

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a voz do muro . . .

outubro 1, 2009 by rodolfo davanco  
Filed under ARTDESIGN, URB

Banksy

Artista: Robert Banksy

Local: Reino Unido

Idade: 33 ou 34 anos

Site: http://www.banksy.co.uk/

Vídeo: Youtube

Fonte: Revista Superinteressante nº238, edição: abril/2009

Por Rodolfo Davanço

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FAU-USP

setembro 30, 2009 by christiani gardini  
Filed under MODERNO, NACIONAL, URB

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“A Fau é um espaço fluido, integrado, somático”. 

A pessoa não sabe se está no primeiro andar, 

no segundo ou no terceiro” 

Vilanova Artigas. 

  

por: Christiani Garcia Gardini 

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é permitido permitir…

setembro 27, 2009 by maria julia barbieri  
Filed under URB

por Maria Júlia Barbieri

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Intervir no espaço urbano foi a forma enccontrada pelo grupo Don Quijote para mesclar arte, design e ativismo social em manifestações de terrorismo poético que podem ser vistas na cidade de São Paulo. Com o objetivo de questionar a automação do cidadão e as infinitas proibições que lhe são impostas sem qualquer discussão do espaço público, o coletivo elabora intervenções criativas, humoradas e interessantes.

Divirtam-se no blog e confiram as intevrenções!

http://permitidopermitir.blogspot.com/

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