Álvaro Siza. Fundação Iberê Camargo
fevereiro 26, 2010 by Gabriela Grassato
Filed under ESTRUTURA, NACIONAL, PROJETO
Maio/2008 – Porto Alegre – RS.
Área: 8.250m².
Arquiteto: Álvaro Siza ( português formado pela escola de Arquitetura da Universidade do Porto, Siza procura trabalhar em seus projetos a complexidade formal e especialmente a simplicidade do desenho, dando ênfase nos planos horizontais, na clareza das formas e no requinte dos espaços).
Premiações: Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2002; Prêmio de tecnologia e construtividade.
Construtora: Camargo Corrêa em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Fotos: Elias Herrmann; Elvira T. Fortuna; Mathias Cramer; Fábio Del Re. Read more
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os gêmeos
janeiro 3, 2010 by Gabriela Grassato
Filed under ARTDESIGN, NACIONAL
Os grafiteiros Gustavo e Otavio Pandolfo tiveram seus primeiros trabalhos executados no Cambuci, bairro da zona sul de São Paulo onde nasceram, e, influenciados pelo irmão mais velho Arnaldo, transformaram o hobby em profissão e estão “conquistando” o mundo espalhando suas obras por diversos países (Estados Unidos, Alemanha, Itália, Grécia, Inglaterra, França, Holanda, Tóquio, Espanha, Suíça, Cura e muito mais), além de levar pintura, escultura, instalações e até algumas coisas ligadas à música nas várias exposições que realizam por aí. Read more
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OBSERVE.
dezembro 15, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under ARTDESIGN, FOTOGRAMA
Observe.
A arquitetura está em todo lugar, você só tem que observar.

Stephane Cholet
Olhe para baixo, e para cima.

Riccardo MonacoSven Fennema

Sven Fennema
Bem ali ao seu lado, e ao seu redor.
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Álvaro Siza. Fundação Iberê Camargo
dezembro 10, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under NACIONAL, PROJETO, SUSTENTAVEL

Fundação Iberê Camargo
Maio/2008 – Porto Alegre – RS.
Área: 8.250m².
Arquiteto: Álvaro Siza ( português formado pela escola de Arquitetura da Universidade do Porto, Siza procura trabalhar em seus projetos a complexidade formal e especialmente a simplicidade do desenho, dando ênfase nos planos horizontais, na clareza das formas e no requinte dos espaços).
Premiações: Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2002; Prêmio de tecnologia e construtividade.
Construtora: Camargo Corrêa em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Fotos: Elias Herrmann; Elvira T. Fortuna; Mathias Cramer; Fábio Del Re. Read more
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2 em 1
novembro 18, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under ARTDESIGN, INTERNACIONAL

A BLOOMFRAME é um sistema idealizado pelo escritório holandês Hofman Dujardin Architects. Se trata de uma janela que pode se transformar em varanda, causando um efeito um tanto quanto curioso, e que de tão simples até parece óbvia para quem sempre quis ter uma varanda em sua casa (especialmente naqueles apartamentos compactos e apertadinhos onde a criação de mais espaço é sempre muito bem vinda).
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vitrine estreita
novembro 12, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under INTERNACIONAL, MODERNO, PROJETO

Este projeto inovador, a Show Case, fica na cidade de Antuérpia, na Bélgica, e foi elaborado pelos arquitetos Pieter Peerlings e Silvia Mertens. São quatro andares de 60 metros quadrados estruturados em um esqueleto de aço encaixado entre dois edifícios, lugar onde não se imaginava que algo deste nível pudesse ser construído, pela pequena largura de 2,40 metros. Read more
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Fernando de Mello Franco. construção da urbanidade em São Paulo
outubro 16, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under URB
Marginal do Rio TietêPessoal, encontrei este artigo no site vitruvius, originalmente publicado na Folha de São Paulo e escrito pelo arquiteto Fernando de Mello Franco, que conheceremos em breve, sobre o que ele acha sobre o fenômeno da urbanização metropolitana. Enfim, vamos ler mais sobre o tema da nossa semana, o urbanismo.
Fotos: Nelson Kon


Em recente debate sobre a Nova Marginal, ocorrida na Folha de São Paulo em 10/09/09, o Governador José Serra responde aos críticos dessa obra com as seguintes perguntas: “Qual é a proposta deles? Destruir as marginais? E o pessoal vai andar de burrinho para ir até Guarulhos?”
Não há dúvida de que as tropas de mulas foram fundamentais para nossa história. Ampararam as incursões coloniais que desbravaram nossa hinterlândia. Permitiram transgredir o Tratado de Tordesilhas, o que resultou na formalização do território nacional em sua dimensão continental. Mas trata-se de uma alternativa anacrônica, assim como a promoção do sistema de transporte individual, baseado em energias poluentes, também o é.
É sintomático que a resposta do Governo venha através da assessoria da Dersa, empresa de desenvolvimento rodoviário, cuja missão não é promover urbanidade. Todos sabemos o quão nocivas são as rodovias, quando implantadas no interior do tecido da cidade. E esta parece ser parte da questão: pensar as marginais como sistema rodoviário, sem olhar para o fenômeno metropolitano como um todo.

A agenda para o século XXI é outra. Diante dos crescentes problemas ambientais, do incremento da mobilidade e da consolidação de nossa condição urbana, é necessário pensar outros modelos para a cidade.
Nesse ano, a Universidade de Harvard promoveu o seminário “Ecological Urbanism”. A proposta era expandir as discussões sobre sustentabilidade, até então focadas na eficiência energética das edificações, para os modelos de urbanização. O debate reforçou a defesa do adensamento em oposição à dispersão e o fomento dos sistemas coletivos de transporte em oposição ao sistema individual.
Esse é um modelo conhecido em São Paulo. Em seu livro A estruturação da Grande São Paulo, o geógrafo Jurgen Langenbunch explica a modernização da metrópole a partir do trinômio “ferrovia, abundância de água, terrenos planos e baratos” que indicou as várzeas da “Bacia de São Paulo” como território estratégico para a lógica industrial. Até sermos submetidos à hegemonia do sistema rodoviário, a urbanização metropolitana estruturou-se pelo adensamento em torno das polaridades definidas pelas estações do sistema ferroviário. Naquele momento, a linha do Tramway de Santo Amaro passava por onde hoje é o aeroporto de Congonhas, assim como o Tramway da Cantareira, com seus múltiplos ramais, ligava o centro da cidade com o Campo de Marte e a Base Aérea de Guarulhos, onde hoje se instala Cumbica. Melhor modelo já existiu, portanto.
É preciso saber avançar no enfrentamento das questões trazidas pela contemporaneidade, ao invés de permanecermos no erro histórico do modelo de avenidas de fundo de vale. Vivemos um momento especial na história das cidades. A “cidade moderna” cede espaço para a “cidade contemporânea”, permitindo-nos pensar a mudança. No caso de São Paulo ela pode ser feita, estrategicamente, sobre a atualização das formas de uso da estrutura complexa das suas várzeas. Os 270km de trilhos urbanos preexistentes, a escassez dos recursos hídricos e a disponibilidade do vasto parque fabril subutilizado, demandam um outro equilíbrio entre as diversas forças que disputam o território.

O PITU – Plano Integrado de Transportes Urbanos – é um importante começo. Ao articular todas as modalidades de transporte, oferece as bases para o avanço. Ele indica que as áreas adjacentes aos trilhos urbanos são algumas das áreas de menor densidade habitacional de São Paulo. A dinamização do sistema pressupõe, consequentemente, a prioridade dos investimentos. Pois, além de amparar o adensamento, oferece alta capacidade e não é poluente.
Há um acervo valiosíssimo de reflexões acadêmicas produzido pela USP, entre outras universidades. Esse acervo é enriquecido pelas pesquisas financiadas pelos órgãos de fomento, como a Fapesp. Há ainda os registros do “Urban Age”, evento que contou com o apoio oficial do Estado. O resultado foi a publicação, pela Imprensa Oficial, da pesquisa que a London School of Economics vem realizando sobre nosso futuro urbano. Nesses textos, o debate se afasta da manutenção do sistema “rodoviarista” como solução responsável.
Portanto, as alternativas que o governador solicita existem e podem ser facilmente acessadas por aqueles que as promovem. Essa constatação nos sugere propor uma questão como resposta: qual o melhor caminho para fazer articular o pensamento crítico, financiado pelas instituições públicas, com as ações efetivas do Estado?
Artigo originalmente publicado no jornal Folha de S. Paulo, 17 set. 2009, p. A3.
Fernando de Mello Franco, arquiteto (1986) e doutor (2005) pela FAUUSP. Professor da Universidade São Judas Tadeu. Sócio do escritório MMBB arquitetos.
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o treeem desandou…
outubro 2, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under ESTRUTURA, HISTÓRIA, NACIONAL, URB

Obra: Estação da Luz
Engenheiro: Henry Driver
Local: São Paulo, SP
Projeto: 1867
Imagens: Gabriela e Fickr
……………o trem desandou, coração pirou e perdeu o freiooo! Rs..é minha gente, o fim de semana chegou. Mas vamos lá conhecer e compartilhar mais um pouco da nossa arquitetura.
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preto no branco
outubro 1, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under NACIONAL, URB

Estúdio Leme
Local São Paulo, SP
Início do projeto 2006
Conclusão da obra 2006
Área do terreno 170 m2
Área construída 150 m2
Arquitetura Metro Arquitetos Associados – Anna Ferrari, Gustavo Cedroni e Martin Corullon (autores)
Construção José Teles Marinho da Silva
Imagens Gabriela
Por: Gabriela Riva Grassato
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uma ponte "qualquer"
outubro 1, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under ESTRUTURA, INTERNACIONAL, URB
DUBAI GATEWAY/HERITAGE CROSSING
Dubai – Emirados Árabes – EAU
Competição – Terceiro Lugar
12/2008
COOP HIMMELBLAU
Imagens:
www.coop-himmelblau.at
Por: Gabriela R. Grassato
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rosenthal center for contemporary art
outubro 1, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under INTERNACIONAL

Obra: Rosenthal Center for Contemporary Art
Arquiteta: Zaha Hadid
Local: Cincinnati, Ohio, EUA
Projeto: 1997
Conclusão da obra: 2003
Área Construída: 8.500m2
Imagens: Gabriela
Vídeo: Youtube
Por: Gabriela R. Grassato
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jeff koons
setembro 30, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under ARTDESIGN

Artista: Jeff Koons
www.jeffkoons.com/site/index.html
Por: Gabriela R. Grassato
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element house
setembro 24, 2009 by Gabriela Grassato
Filed under CONTEMPORÂNEO

Arquiteto: Sami Rintala
Obra: Element House
Construção: Outubro-Dezembro 2005
Revestimento: Janeiro 2006
Materiais: Aço, madeira, concreto, cascalho, vidro
Cliente: Cidade de Anyang/Projeto Público de Arte
Maquete: Gabriela Grassato, Tânia Guerra, Camila Beltran, Paula Borges
Imagens: Gabriela e ArchDaily.com
www.archdaily.com/1004/element-house-sami-rintala
Por: Gabriela Riva Grassato
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